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	<title>Reinaldo A. Moura - Revista Logística e Supply Chain</title>
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	<description>Noticias e atualizações sobre Logística e Supply Chain</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 Nov 2024 18:16:10 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Reinaldo A. Moura - Revista Logística e Supply Chain</title>
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	<item>
		<title>Os Grandes Números das Olimpíadas</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/os-grandes-numeros-das-olimpiadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reinaldo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 18:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reinaldo A. Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[logistica nas olimpiadas]]></category>
		<category><![CDATA[olimpiadas]]></category>
		<category><![CDATA[olimpiadas2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes da inauguração das olimpíadas, alguns números do fluxo de insumos começaram a ser divulgados na mídia e até mesmo pelas grandes empresas de transporte globais, tais como a CMA/CGM e sua subsidiária Ceva: Até a brasileira Azul Cargo já contabiliza seus macros números de 9 mil toneladas de uniformes e acessórios da delegação brasileira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Antes da inauguração das olimpíadas, alguns números do fluxo de insumos começaram a ser divulgados na mídia e até mesmo pelas grandes empresas de transporte globais, tais como a CMA/CGM e sua subsidiária Ceva:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>entregar, montar e desmontar 17.000 camas para os atletas e suas equipes na Vila Olímpica;</li>



<li>entregar cerca de 1.300.000 itens móveis, equipamentos e painéis de merchandising;</li>



<li>movimentar e montar cerca de 900.000 aparelhos esportivos, incluindo trampolins, pranchas, barcos etc.</li>



<li>estocar, transportar e montar cerca de 600 veículos avançados de mobilidade e 2.345 veículos elétricos para circulação;</li>



<li>movimentar cerca de 170.000 paletes;</li>



<li>transportar cerca de 250 contêineres com cadeiras e bancos;</li>



<li>realizar cerca de 7000 viagens de &#8220;last Mile&#8221; para entregar os equipamentos necessários as competições, com uma frota de mais de 300 veículos, entre vans e caminhões.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Até a brasileira Azul Cargo já contabiliza seus macros números de 9 mil toneladas de uniformes e acessórios da delegação brasileira, incluindo equipamentos médicos e fisioterapêuticos além de mascotes de pelúcia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isto é realizado neste ano, após a última Olimpíada sob efeito da pandemia e numa era de extraordinária digitalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São números de fazer inveja a qualquer operador logístico e tudo sendo feito para evitar qualquer falha que pode ser fatal a um atleta olímpico!</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/os-grandes-numeros-das-olimpiadas/">Os Grandes Números das Olimpíadas</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dicas para a movimentação manual</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/dicas-para-a-movimentacao-manual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 20:20:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reinaldo A. Moura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As recomendações para movimentação manual incluem materiais sólidos, líquidos e gasosos. Nesta matéria, as dicas são para os materiais sólidos. Materiais sólidos • Chapas de açoA primeira precaução que devemos tomar é proteger o indivíduo que executa o manuseio, isto é, dotá-lo de luvas apropriadas, botas ou sapatos com perneiras de segurança e capacetes. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-8395" style="margin-right: 15px; float: left;" alt="mov manual" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2015/11/mov_manual.jpg" width="300" height="200" />As recomendações para movimentação manual incluem materiais sólidos, líquidos e gasosos. Nesta matéria, as dicas são para os materiais sólidos.</p>
<p><span id="more-8396"></span></p>
<p>Materiais sólidos</p>
<p>• Chapas de aço<br />A primeira precaução que devemos tomar é proteger o indivíduo que executa o manuseio, isto é, dotá-lo de luvas apropriadas, botas ou sapatos com perneiras de segurança e capacetes. A segunda providência é a de prever o peso aproximado da chapa que se deseja movimentar, evitando-se, assim, o que muitas vezes ocorre quando se produz super esforços com consequências de lesões lombares.</p>
<p>Ainda, por outras circunstâncias, deslizamentos, pisadas em falso, etc., é necessário que o supervisor, mais habituado ao trabalho, previna os subordinados sobre estes riscos. Uma das operações mais perigosas é a realizada no momento de levantar ou abaixar uma chapa, quando esta se encontra numa superfície plana, e sem a possibilidade de colocar ou retirar a mão. A lesão é clara; quando apoiamos uma chapa em uma superfície plana, devemos pensar que teremos de mover a mão posteriormente, assim, se prevermos e colocarmos uns calços por baixo, depois será fácil manusearmos, a menos que se empregue uma alavanca no início do movimento para dar espaço para a penetração da mão. É por isso que o número de acidentes é maior, pois se uma chapa escorregar irá cortar a mão.</p>
<p>É motivo também de acidentes a falta de coordenação entre os operadores que manuseiam uma chapa, tanto ao elevá-la como no depositá-la; por isto é necessário que somente um, dentre os demais, dirija a operação.</p>
<p>• Perfis, tubos etc.<br />Com respeito a esta classe de materiais, também deve-se tomar como base tudo o que já foi citado no item anterior. Como causas especiais de acidentes no manuseio de perfis e tubos, pode-se destacar o aprisionamento de mãos e pés entre eles, ao serem retirados ou depositados em um local que não esteja em condições. Por isso, é muito importante empilhar estes materiais de maneira correta. Os equipamentos de proteção a empregar são: capacetes de segurança, luvas e sapatos com biqueira de aço.</p>
<p>• Minerais, escórias, terras, etc.<br />Sendo a pá a ferramenta fundamental para mover este tipo de material, é lógico pensar que os acidentes são originados por esta mesma ferramenta, tais como: mau jeito, ferimentos nas mãos, etc. O melhor meio para eliminar os acidentes ocasionados pelos motivos anteriores é o bom estado destas ferramentas em todas as ocasiões. O equipamento de proteção individual para este tipo de trabalho consiste em: luvas, capacetes, óculos e, em algumas circunstâncias em que o ambiente é tóxico, máscaras contra as emanações com filtro adequado.</p>
<p>• Madeiras<br />Os equipamentos de proteção para o movimento de madeira são: luvas, botas e capacetes de segurança. Os acidentes característicos no movimento com estes materiais decorrem de desprendimento de farpas e de mau empilhamento.</p>
<p>• Barris e tambores<br />O translado desta espécie se faz com a facilidade de que barris e tambores podem ser rolados, tomando uma especial precaução de fazê-lo pelo centro do cilindro, pois se feitos pelos fundos podem originar cortes e esmagamentos das mãos ao passar em portas ou passagens estreitas. Para depositarmos sobre veículos, tanto os tambores quanto os barris, devem ser rolados sobre planos inclinados, amarrando os extremos com cordas para puxá-los. É aconselhável quando se realiza esta operação, prover o calçamento com cunhas para evitar o deslizamento. Os equipamentos usados como proteção são: luvas, sapatos e capacetes de segurança.</p>
<p>• Sucatas<br />As precauções que devemos tomar para o movimento de sucatas são as mesmas das chapas de aço, apenas com maior cuidado, visto que o risco é maior devido às suas arestas irregulares cortantes e deformações. Empregam-se os seguintes EPIs (equipamentos de proteção individual): luvas, sapatos e capacetes de segurança.</p>
<p>• Sacos cal e cimento</p>
<p>À primeira vista parece que o movimento destes materiais deve reunir condições especiais. A maioria é embalada em sacos, e todo cuidado está em erguer, evitando-se assim os chamados “mau jeitos”. Entretanto, outras precauções devem ser tomadas quando os mesmos se encontram a granel, onde seu manuseio será feito com pá, e as prescrições de segurança consistem em empregar trajes de algodão, luvas de borracha, máscaras apropriadas e sapatos de segurança.</p>
<p>• Materiais de construção<br />A variedade destes materiais nos leva a aplicar, em cada caso, os mesmos equipamentos de segurança dos outros materiais.</p>
<p>• Bobinas de aço, papel e cabos<br />A movimentação de bobinas de distintos materiais pode ser comparada à relacionado com o manuseio de barris e tambores.</p>
<p>• Máquinas e ferramentas<br />Assemelha-se em parte ao da movimentação de chapas e perfis estruturais. Porém, aconselha-se a sempre que houver condições de piso a colocação na base de cilindros e rolos, tomando-se a precaução de nunca manobrá-los mudando de direção com as mãos; deve-se usar uma alavanca ou uma simples barra.</p>
<p>• Chapas de vidro<br />Apesar de muitas práticas realizadas com diversos tipos de luvas para a movimentação de chapas de vidros, até o momento nenhuma é suficientemente apropriada, por isso é aconselhável o uso de ventosas. A falta de precaução ao transportar à mão este material, dá como resultados uma infinidade de acidentes, originados ao bater estes vidros contra as superfícies rígidas, rompendo-se em pedaços e produzindo cortes ou ferimentos nas pernas, mãos e pés.</p>
<p>• Lã de vidro<br />Este produto reúne características especiais aos operadores que tenham que manuseá-los. Sua fácil penetração nas partes do vestuário e picadas na pele obriga a empregar, hermeticamente fechados, luvas, óculos, capacetes e máscaras contra pó.</p>
<p>• Explosivos<br />O manuseio de explosivos em depósitos ou centros de distribuição deverá ser feito por pessoas especializadas e devidamente autorizadas. Detonadores, por exemplo, deverão ser transportados em cartucheiras de couro de fecho eficaz, acondicionadas de tal forma que não possam ser produzidos choques entre elas, e as dinamites, em sacos ou mochilas de capacidade de 15 kg, caso não sejam transportadas em sua embalagem original de fábrica.</p>
<p>A abertura de caixas que contenham explosivos e a ou distribuição destes não poderá ser feita em qualquer local, e será necessário utilizar câmaras de distribuição. Na abertura das caixas não deverão ser utilizadas ferramentas metálicas ou outras capazes de produzir faíscas. Estas operações devem ser realizadas por pessoas de competência comprovada e devidamente autorizadas. É terminantemente proibido fumar ou empregar lâmpadas de chama aberta durante a movimentação de explosivos; se for necessário utilizar lâmpadas estas deverão ter o foco protegido.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/dicas-para-a-movimentacao-manual/">Dicas para a movimentação manual</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agora tudo é inovação!</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/agora-tudo-e-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 19:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reinaldo A. Moura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inovação é o meio pelo qual os empreendedores exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente, seja produto ou serviço. Nas décadas anteriores, esperava-se o seu término para daí os especialistas rotularem-na. Tivemos a década da qualidade(1980), a da competitividade (2000), entre outras. Mas agora, nem bem começou a década de 2010 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-8393" style="margin-right: 15px; float: left;" alt="inovation" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2015/11/inovation.jpg" width="300" height="225" /></p>
<p>A inovação é o meio pelo qual os empreendedores exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente, seja produto ou serviço.</p>
<p>Nas décadas anteriores, esperava-se o seu término para daí os especialistas rotularem-na.</p>
<p><span id="more-8394"></span></p>
<p>Tivemos a década da qualidade(1980), a da competitividade (2000), entre outras. Mas agora, nem bem começou a década de 2010 e já temos a palavra “inovação’ em tudo, desde uma simples tarefa, processos, produtos e até uma invenção de algo inédito que nem sabemos se as pessoas precisarão mas já foi criado, isto é, inventado. Se dará resultados sobre o que se investiu é outra coisa. Inovação, portanto, está ligada à criatividade, algo que a humanidade vem fazendo nesses três mil anos. Só que ao invés de ser ao acaso, com poucos cientistas praticando, tornou-se algo obrigatório para a sobrevivência de qualquer empresa.</p>
<p>Basta um conjunto de melhorias aqui ou acolá, com aplicação ou não de brainstorming, já estamos fazendo Kaizens – melhorias contínuas, mesmo sem aplicação de uma metodologia lógica.</p>
<p>Agora, se você deseja estruturar um negócio com base da inovação, siga as seguintes dicas:</p>
<p>1. Aplique um plano alinhado às estratégias da empresa;<br />2. Crie uma cultura pela qual as pessoas conheçam e trabalhem inovando;<br />3. Crie uma boa estrutura na qual a geração de ideias deve estar alinhada aos desafios da empresa para os próximos anos;<br />4. Proporcione um ambiente de geração de ideias, independente do valor investido;<br />5. Obtenha ganho de performance, eficiência operacional, redução de custos, demanda de pesquisa e desenvolvimento.</p>
<p>E lembre-se: a inovação é o meio pelo qual os empreendedores exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente, seja produto ou serviço.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/agora-tudo-e-inovacao/">Agora tudo é inovação!</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lixo Extraordinário – uma boa lição</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/lixo-extraordinario-uma-boa-licao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Reinaldo A. Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Aterro do Jardim Gramacho]]></category>
		<category><![CDATA[imam]]></category>
		<category><![CDATA[intralogística]]></category>
		<category><![CDATA[lixo extraordinário]]></category>
		<category><![CDATA[revista logística]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[vik muniz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem não conhece o trabalho de Vik Muniz, adianto que ele é um dos profissionais que mais vende obras no mundo. Suas imagens são compostas a partir de materiais que estão em nosso cotidiano, como geléia, açúcar, etc. Neste projeto, ele resolveu compor imagens a partir de materiais descartados no lixo e que vão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-3996" style="margin-right: 15px; margin-bottom: 15px; float: left;" alt="Lixo extraordinário" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/img-lixoextraordinario.jpg" width="300" height="181" /></p>
<p>Para quem não conhece o trabalho de Vik Muniz, adianto que ele é um dos profissionais que mais vende obras no mundo. Suas imagens são compostas a partir de materiais que estão em nosso cotidiano, como geléia, açúcar, etc. Neste projeto, ele resolveu compor imagens a partir de materiais descartados no lixo e que vão parar no Jardim Gramacho. Para isso, ele recrutou catadores, que recolheram os itens e ajudaram a desenvolver a obra. Veja a imagem.</p>
<p><span id="more-7929"></span></p>
<p class="_mce_tagged_br"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;">Um dos personagens do filme, vice-presidente da Associação dos Catadores do Jardim Gramacho, lembra que muitas pessoas ainda descartam o lixo sem saber para onde ele vai. “Ele vem parar aqui.”</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="_mce_tagged_br"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;">É lógico que a leve provocação não cabe às empresas, pois essas sabem (ou fingem que sabem) o destino do lixo que produzem e até mantêm coleta seletiva. No entanto, a pergunta desconfortante ainda é valida, pois faz refletir sobre quem recolhe nosso lixo, que vida levam essas pessoas? Será que não é possível tornar menos árido esse trabalho? Sem dúvida é. Basta que as empresas parem de enxergar o lixo como lixo. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="_mce_tagged_br"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;">Uma solução seria visitar as empresas de coleta para verificar se funcionam com o mesmo nível de qualidade, por exemplo, das companhias de tecnologia da informação que sua empresa contrata. A proposta é dar a mesma importância a todos os fornecedores, sejam eles responsáveis pelo lixo ou pelo ar condicionado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="_mce_tagged_br"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;">Depois que a Política de Resíduos Sólidos finalmente for regulamentada (pois embora em vigor, ainda não tem regulamentação, ou seja, ainda não há punição) as coisas tendem a mudar. Ou passa-se a dar importância ao que é descartado como ao que é consumido ou será necessário elevar o budget de multas. Então, saía na frente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="font-size: 8pt;">*Mauricio Miranda</span>&nbsp;&nbsp;</em></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/lixo-extraordinario-uma-boa-licao/">Lixo Extraordinário – uma boa lição</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Logística reversa: sozinha não faz milagre</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/logistica-reversa-sozinha-nao-faz-milagre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Reinaldo A. Moura]]></category>
		<category><![CDATA[best buy]]></category>
		<category><![CDATA[imam]]></category>
		<category><![CDATA[intralogística]]></category>
		<category><![CDATA[loco]]></category>
		<category><![CDATA[procedimento]]></category>
		<category><![CDATA[revista logística]]></category>
		<category><![CDATA[trade0in]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já olhou para o seu notebook com olhos de quem está louco para trocar por um novo? Pois bem, pode tirar essa ideia da cabeça, porque trocar um equipamento eletrônico fora de linha por um modelo novo, mesmo arcando com a diferença de preço (procedimento conhecido como “trade-in”) ainda está fora de cogitação no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-3994" style="margin-right: 15px; margin-bottom: 15px; float: left;" alt="Página da central de trade-in da Best Buy" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/img-bestbuy.jpg" width="300" height="224" /></p>
<p>Você já olhou para o seu notebook com olhos de quem está louco para trocar por um novo? Pois bem, pode tirar essa ideia da cabeça, porque trocar um equipamento eletrônico fora de linha por um modelo novo, mesmo arcando com a diferença de preço (procedimento conhecido como “trade-in”) ainda está fora de cogitação no Brasil.</p>
<p><span id="more-7928"></span></p>
<p>É vergonhoso dizer isso, mas é verdade: o País está cheio de oportunidades para aplicar a logística reversa, mais não coloca em prática. Prefere conduzir o assunto como um conceito acadêmico e restrito a embalagens e produtos químicos. Nem as grandes empresas que já colocam em prática o trade-in em seus países de origem, repetem o feito no Brasil. E se o fazem, optam por edições limitadas, tanto em tempo quanto em modelos.</p>
<p>Tenho uma impressora multifuncional da HP e precisei comprar novos cartuchos, já que os antigos secaram. Os preços de um cartucho novo (acima de R$ 100 cada) me forçaram a pensar na possibilidade de comprar uma impressora nova (R$ R$ 200 em média). Um amigo me lembrou dos programas de trade-in da HP. Acessei o site, mandei e-mail e finalmente descobri que, além de mal divulgado, o trade-in só funciona para modelos top de linha, bem acima de R$ 200, ou seja, inviável.</p>
<p>Instigado, visitei o site de outras fabricantes de impressora e não encontrei nada sobre serviços de trade-in. Na HP, pelo menos, existe um link no site para a página de reciclagem de materiais, na qual a empresa se prontifica a retirar na casa do cliente a impressora descartada.</p>
<p>Mas, como quem não quer nada, resolvi visitar os sites de compra norte-americanos, como o Best Buy, similar ao Submarino ou a Lojas Americanas. No próprio site da rede existe uma central de trade-in, onde o cliente pode fazer novas compras com desconto em troca de produtos antigos. Isso não só move a economia como fideliza o cliente à marca e à varejista. É só pensar: “se eu tenho um Ipod de 8G e quero um modelo novo de 32G, não vou comprar um Sony, vou optar por um Ipod mesmo, mas com desconto”. É menos lixo indo para os aterros, menos baterias de lítio agredindo o meio ambiente, mais clientes satisfeitos com o produto.</p>
<p>Mas o que parece é que as empresas de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, têxtil e o próprio varejo ainda não enxergaram os benefícios que o serviço de trade-in traz para o mercado e a cadeia de abastecimento como um todo.</p>
<p>Um amigo fotógrafo trocou sua câmera profissional por um modelo melhor, ambas as máquinas são fabricadas pela Canon, no entanto, a bateria de uma não serve na outra. Embora pertençam à mesma categoria (a de máquinas profissionais), funcionam com bateria de tamanho diferente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como isso pode acontecer? Ou seja, aquela bateria antiga que meu amigo garante ainda estar funcionado deve ir para o lixo? Como uma empresa pode não pensar no volume de lixo químico que está gerando com essa “pequena” mudança. Pior, nem a própria Canon divulga a forma correta de descarte ou oferece um serviço para recolher esses resíduos. Mesmo que possua esse serviço, infelizmente ainda não está claro ao consumidor e isso, sem dúvida, é a mesma coisa que não ter.</p>
<p>Ontem, por exemplo, a Drogaria São Paulo divulgou, e em tom comemorativo, que recolheu 100 toneladas de pilhas e baterias usadas. “Perae”, a Drogaria fez o quê? Isso mesmo, precisei voltar e ler o press release para constatar que realmente a farmácia está fazendo o recolhimento de baterias, quando quem deveria fazer isso era o varejo que comercializa produtos eletrônicos ou que vende essas baterias. Sinto que tem algo errado nesse processo, que só me conduz a seguinte questão: cadê a tão falada logística reversa? No livro?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Mauricio Miranda</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/logistica-reversa-sozinha-nao-faz-milagre/">Logística reversa: sozinha não faz milagre</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segurança também é questão de sustentabilidade</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/seguranca-tambem-e-questao-de-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Reinaldo A. Moura]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[ibirapuera]]></category>
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		<category><![CDATA[revista logística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outro dia, enquanto participava de um treinamento no Parque Ibirapuera, na capital paulista, notei que o prédio da Bienal estava em manutenção. Em meio às movimentações, era impossível não perceber o uso incorreto de uma empilhadeira. Na foto, observa-se que o veículo de movimentação foi adaptado para elevar um profissional até a área superior do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-3991" style="margin-right: 15px; margin-bottom: 15px; float: left;" alt="Improviso gera risco de acidente" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/img-seguranca.jpg" height="225" width="300" /></p>
<p>Outro dia, enquanto participava de um treinamento no Parque Ibirapuera, na capital paulista, notei que o prédio da Bienal estava em manutenção. Em meio às movimentações, era impossível não perceber o uso incorreto de uma empilhadeira. Na foto, observa-se que o veículo de movimentação foi adaptado para elevar um profissional até a área superior do teto.</p>
<p><span id="more-7927"></span></p>
<p>Além de utilizar andaimes sobre os garfos, algo que qualquer fabricante de empilhadeira condena, o operário não tinha equipamento de segurança, indicado para esse tipo de operação. Ou seja, risco duplo: o andaime poderia se soltar do garfo ou o próprio operário poderia escorregar. Por sorte, durante o tempo que estive lá, não ocorreram acidentes, mas a queda não seria de menos de quatros metros, o que poderia ocasionar lesões graves.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Diante de tantas discussões e estudos sobre segurança no trabalho é difícil acreditar que empresas ainda vivam de improvisos. Ou, na pior das hipóteses, que ainda pensem em economizar recursos para garantir um orçamento competitivo, mesmo em detrimento à segurança e à qualidade de vida do profissional – feito insustentável para a economia.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignright size-full wp-image-3992" style="margin-right: 8px; margin-bottom: 8px; float: right;" alt="Sem cinto de segurança, trabalho em altitude é sempre um risco" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/img-seguranca2.jpg" width="300" height="225" /></span><span style="font-size: 10pt;">Se a empresa não estava ciente da atitude dos operários, fica evidente que faltou treinamento, normas rígidas e, principalmente, equipamentos apropriados, inclusive bastante ofertados no mercado brasileiro de movimentação.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Por isso vale a dica: para ser uma companhia sustentável é fundamental proporcionar um ambiente seguro aos profissionais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="font-size: 8pt;">*Mauricio Miranda</span></em></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/seguranca-tambem-e-questao-de-sustentabilidade/">Segurança também é questão de sustentabilidade</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O transporte limpo que São Paulo poderia aplicar</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/o-transporte-limpo-que-sao-paulo-poderia-aplicar/</link>
		
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		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Reinaldo A. Moura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira impressão que fica ao pisar em San Francisco, na Califórnia, é: cadê os caminhões? Diferente de São Paulo que não consegue escapar desse mal, SFO vive muito bem abastecida sem precisar de caminhões rodando na cidade todo momento. E&#160;olha que San Francisco não é uma cidade pequena, possui cerca de 1 milhão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-3989" style="margin-right: 15px; margin-bottom: 15px; float: left;" alt="img-transportelimpo" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/img-transportelimpo.jpg" height="225" width="300" /></p>
<p>A primeira impressão que fica ao pisar em San Francisco, na Califórnia, é: cadê os caminhões? Diferente de São Paulo que não consegue escapar desse mal, SFO vive muito bem abastecida sem precisar de caminhões rodando na cidade todo momento.</p>
<p><span id="more-7926"></span></p>
<p>E&nbsp;olha que San Francisco não é uma cidade pequena, possui cerca de 1 milhão de habitantes, além de um número elevado de visitantes. O centro de compras é assustador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De Apple Store (loja oficial da Apple) até farmácias, como a Wallgreens, que vendem de tudo e movimentam milhares de produtos todos os dias. Mas qual o segredo dessa cidade? Regras, transporte alternativo para a população, uso correto das vias e bom senso da cadeia de abastecimento.</p>
<p>Todo mundo sabe que circular com grandes veículos gera trânsito, polui mais, então eles são restritos na cidade, mas de forma diferente de São Paulo.</p>
<p>Enquanto em nossa metrópole caminhão só circula de madrugada, em San Francisco eles rodam pela manhã, sim, em pleno o horário de pico. Isso acontece por que existe um número limitado de veículos de carga e há alternativa de transporte público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas vão trabalhar de bicicleta (mesmo com as constantes ladeiras), o metrô está em quase toda a cidade, os ônibus, na maioria elétricos, circulam por todas as ruas.</p>
<p>As pessoas só utilizam o carro para longas distâncias ou para fazer compras. E mais, as ruas não ficam abarrotadas de carros estacionados, pelo contrário, os carros pagam (e muito) para parar nas vias por minutos ou por poucas horas.</p>
<p>Sem esse excesso de veículos de passeio, os caminhões passam despercebidos, fazem o trabalho deles e depois retornam para os CDs.&nbsp;Também vale lembrar que a maioria dos pontos comerciais optam por VUCs (veículos urbanos de carga), mais leves e menos agressivos. E mesmo os caminhões maiores já adotaram o modelo híbrido, que funciona com motor elétrico e é abastecido tanto por gasolina quanto por eletricidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Então vale a pena pensar se às restrições em São Paulo não são mais uma desculpa para a falta de planejamento do transporte em geral.</p>
<p><em>*Maurício Miranda</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Mercosul e a ausência de políticas para a logística</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/o-mercosul-e-a-ausencia-de-politicas-para-a-logistica/</link>
		
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		<pubDate></pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É excelente comemorar 20 anos de Mercosul e até dá um certo orgulho ver um bloco antes mal visto ganhar projeção mundial. Mas sinto nessa fase de comemoração a ausência de um programa para o crescimento sustentável da economia do Mercosul, principalmente em relação à logística, uma fraqueza da região. Afinal, como todos sabem, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-3987" style="margin-right: 15px; margin-bottom: 15px; float: left;" alt="mercosul logistica" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/mercosul_logistica.jpg" height="225" width="300" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/mercosul_logistica.jpg 800w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/mercosul_logistica-600x450.jpg 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/mercosul_logistica-300x225.jpg 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/mercosul_logistica-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>É excelente comemorar 20 anos de Mercosul e até dá um certo orgulho ver um bloco antes mal visto ganhar projeção mundial. Mas sinto nessa fase de comemoração a ausência de um programa para o crescimento sustentável da economia do Mercosul, principalmente em relação à logística, uma fraqueza da região.</p>
<p><span id="more-7925"></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Afinal, como todos sabem, o principal modal do bloco é o transporte rodoviário de carga, ou melhor, o precário transporte rodoviário de carga, pois as estradas são de péssima qualidade e os veículos não ficam tão longe; excluindo as grandes empresas, a frota é velha e extremamente poluente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Com duas décadas bem vividas, já é hora do bloco se tornar menos burocrático e mais ativo em relação aos seus defeitos sociais e econômicos, tirando a palavra “sustentabilidade” dos discursos e a colocando na prática. E tenho certeza que propostas para isso não devem faltar nos bancos universitários, às vezes, é só uma questão de querer.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="font-size: 8pt;">*Mauricio Miranda</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/o-mercosul-e-a-ausencia-de-politicas-para-a-logistica/">O Mercosul e a ausência de políticas para a logística</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Invista na equipe</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/invista-na-equipe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Reinaldo A. Moura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas empresas se questionam sobre onde começar a investir em sustentabilidade. Acredito que não exista uma resposta correta, mas o mais próximo dela seria começar investindo na equipe. Conscientizar quem contribui para o desenvolvimento dos negócios é essencial para construir uma cultura em favor da sustentabilidade. Isso fará com que todos respirem o tema e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-3975" style="margin-right: 15px; margin-bottom: 15px; float: left;" alt="equipe investir" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/equipe_investir.jpg" height="227" width="300" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/equipe_investir.jpg 650w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/equipe_investir-600x454.jpg 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/equipe_investir-300x227.jpg 300w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Muitas empresas se questionam sobre onde começar a investir em sustentabilidade. Acredito que não exista uma resposta correta, mas o mais próximo dela seria começar investindo na equipe. Conscientizar quem contribui para o desenvolvimento dos negócios é essencial para construir uma cultura em favor da sustentabilidade. Isso fará com que todos respirem o tema e trabalhem com esse propósito.</p>
<p><span id="more-7924"></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;">A <a href="http://www.directlog.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Direct Express</a>, especializada em entrega rápida, adotou esse caminho. Ontem (31/03), a empresa lançou um programa para conscientizar a equipe quanto à importância de separar e descartar corretamente os resíduos sólidos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Batizado de Coleta Direct Seletiva, o programa prevê a implementação de lixeiras específicas para cada grupo de resíduos (plástico, papel, papelão, etc.),&nbsp; tanto nas áreas administrativas quanto nas áreas operacionais. O programa também distribuirá folhetos informativos, divulgará vídeos no refeitório da empresa e, principalmente, fará mensalmente avaliações setoriais, com o intuito de identificar o desempenho de cada área no projeto.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">O setor que apresentar o menor resultado será designado a treinar os novos colaboradores, apresentando as campanhas e as atividades de coleta, além de auxiliar na mensuração da próxima avaliação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Alguns podem achar que a atividade parece rígida, mas não é. A sustentabilidade precisa entrar de vez na cultura das empresas e assumir responsabilidades. Na <a href="http://scf.natura.net/" target="_blank" rel="noopener">Natura</a>, por exemplo, a meta de redução de emissões está atrelada à produtividade. Um setor só conquista o bônus no final do ano, se tiver alcançado a meta de sustentabilidade. Enfim, esses são os novos tempos.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;"></span></span><em><span style="color: #ff0000;"><br /></span></em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 10pt;"><em>*Mauricio Miranda</em></span></p>
<p>&nbsp;</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/invista-na-equipe/">Invista na equipe</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Onde estão as empilhadeiras híbridas?</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/onde-estao-as-empilhadeiras-hibridas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É difícil acreditar que diante de tanta tecnologia surgindo pelo mundo ainda há empilhadeiras a combustão operando nos armazéns, principalmente no Brasil. São poucas as empresas que oferecem alternativas para a movimentação de cargas. E, as que oferecem, ainda não conseguiram popularizar seus modelos. De cabeça, lembrava de duas marcas que dispõem de modelos híbridos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-3973" style="margin-right: 15px; margin-bottom: 15px; float: left;" alt="" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/05/empilhadeira-img.jpg" width="300" height="217" /></p>
<p>É difícil acreditar que diante de tanta tecnologia surgindo pelo mundo ainda há empilhadeiras a combustão operando nos armazéns, principalmente no Brasil. São poucas as empresas que oferecem alternativas para a movimentação de cargas. E, as que oferecem, ainda não conseguiram popularizar seus modelos.</p>
<p><span id="more-7923"></span></p>
<p>De cabeça, lembrava de duas marcas que dispõem de modelos híbridos de empilhadeira, porém distintos: a Toyota e a Komatsu. Fiz uma pesquisa simples na internet e qual foi o susto? Nada de novo. Ainda são as mesmas empresas que desenvolvem empilhadeiras alternativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os modelos são diferentes, a versão híbrida Komatsu não possui motor a combustão. A máquina é movida a eletricidade e o diferencial é justamente a alimentação da bateria, que ocorre por tração (o movimento da máquina gera a energia que recompõe a bateria).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O modelo também possui conexão direta com as fontes de energia, ou seja, para carregar é só conectar a tomada. Isso significa que aquele processo pré-histórico de retirar a bateria da empilhadeira e carregá-la na sala de baterias, com todos aqueles procedimentos, já não é mais necessário.</p>
<p>Por outro lado, a versão híbrida da empilhadeira Toyota utiliza um modelo mais comum. O motor é elétrico e o abastecimento é composto por combustão. A tecnologia é a mesma utilizada no Prius, popular carro híbrido da Toyota. Além de consumir menos combustível e emitir menos GEE (gases de efeito estufa), esse modelo não requer tomada para recarga. Resultado: menos consumo de energia elétrica.</p>
<p>Mas por que essas tecnologias ainda não decolaram?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Erro 1:</strong> Falta união entre fabricantes ou representantes do setor de empilhadeiras, para exigir políticas tributárias que incentivem a compra de equipamentos menos poluentes e mais sustentáveis. Infelizmente no Brasil, as coisas só funcionam quando há união de grandes empresas. E o setor de empilhadeira, ainda se une sempre para benefício do próprio umbigo. Falta pensar na cadeia como um todo e no futuro das operações de movimentação e armazenagem de materiais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Erro 2:</strong> O governo precisa começar a olhar as operações logísticas no geral e não apenas para o transporte de cargas. O carro Prius, híbrido da Toyota, é muito popular no Estados Unidos, principalmente na Califórnia, onde o governo criou políticas para incentivar as pessoas a comprarem o carro. Por exemplo, há dois anos, quem comprasse o Prius não pagava o imposto de compra, nem o que no Brasil nós chamamos de IPVA. E mais: também está livre de pedágio. Com essas medidas, o carro se tornou um dos mais populares. Nas ruas dos EUA é possível encontrar até cinco deles estacionados na mesma rua. O Brasil pode fazer o mesmo com as empilhadeiras e tornar a cadeia logística mais eficiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Concluindo, o que falta é iniciativa para popularizar essas máquinas. E quem compra também tem responsabilidade nisso, por isso, questione seu fornecedor de empilhadeiras e procure inovar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="font-size: 8pt;">*Mauricio Miranda</span></em></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/onde-estao-as-empilhadeiras-hibridas/">Onde estão as empilhadeiras híbridas?</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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