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	<title>Serviços - Revista Logística e Supply Chain</title>
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	<description>Noticias e atualizações sobre Logística e Supply Chain</description>
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	<title>Serviços - Revista Logística e Supply Chain</title>
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		<title>Empresas querem ficar fora do porto organizado de Santos</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/empresas-querem-ficar-fora-do-porto-organizado-de-santos8/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 12:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A alteração prevista do Decreto nº 4.333, que regulamenta a delimitação das áreas do porto organizado de Santos, mobiliza a Associação das Empresas do Distrito Industrial e Portuário da Alemoa (AMA) para retirar seus terrenos da abrangência da nova poligonal, que limitará a nova área ampliada do Porto de Santos. Leia mais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black;"><img decoding="async" class=" alignright size-full wp-image-4509" style="margin: 10px; float: right;" alt="porto_santos" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/12/porto_santos.jpg" height="176" width="235" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/12/porto_santos.jpg 1024w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/12/porto_santos-600x450.jpg 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/12/porto_santos-300x225.jpg 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2011/12/porto_santos-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">A alteração prevista do Decreto nº 4.333, que regulamenta a delimitação das áreas do porto organizado de Santos, mobiliza a Associação das Empresas do Distrito Industrial e Portuário da Alemoa (AMA) para retirar seus terrenos da abrangência da nova poligonal, que limitará a nova área ampliada do Porto de Santos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="font-size: 10pt; color: black;"><a target="_blank" title="Empresas querem ficar fora do porto organizado de Santos" href="https://revistalogistica.com.br/2011/12/08/empresas-querem-ficar-fora-do-porto-organizado-de-santos/" rel="noopener">Leia mais&#8230; </a><br /></span><br style="font-size: 10pt; color: black;" /></span></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/empresas-querem-ficar-fora-do-porto-organizado-de-santos8/">Empresas querem ficar fora do porto organizado de Santos</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Segurança na  transferência de cargas</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/seguranca-na-transferencia-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 12:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltar A adoção de alguns cuidados evita acidentes com esses equipamentos Os acidentes com guindastes e ta-lhas podem causar enormes da-nos às pessoas e à propriedade. Esses equipamentos, ao falha-rem, têm tantas chances de pro-vocar lesões graves ou fatalidades, que a OSHA (“Occupational Safety &#38; Health Administration”) os considera equipa-mentos de segurança críticos, que de-vem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a target="_self" title="Sumário edição 247" href="https://revistalogistica.com.br/2011/05/20/sumario-ed-247/" rel="noopener"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Voltar</strong></span></a></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-4943" alt="topo-noticia" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/topo-noticia.jpg" height="228" width="632" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/topo-noticia.jpg 632w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/topo-noticia-600x216.jpg 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/topo-noticia-300x108.jpg 300w" sizes="(max-width: 632px) 100vw, 632px" /><br /> <span style="font-size: 18pt;"><strong></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18pt;"><strong>A adoção de alguns cuidados evita acidentes com esses equipamentos</strong></span> <br /><span style="font-size: 12pt;">Os acidentes com guindastes e ta-lhas podem causar enormes da-nos às pessoas e à propriedade. Esses equipamentos, ao falha-rem, têm tantas chances de pro-vocar lesões graves ou fatalidades, que a OSHA (“Occupational Safety &amp; Health Administration”) os considera equipa-mentos de segurança críticos, que de-vem receber inspeções, manutenção e substituições mais frequentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Quando se trata de segurança so-bre nossa cabeça, vários componentes-chave entram em jogo: <br />• o guindaste ou a talha propriamente dita; <br />• o operador;<br /> • a carga;<br /> • o ambiente operacional.<br />• Em termos de segurança, cada compo-nente é igualmente importante. Uma fa-lha de segurança em qualquer uma dessas</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">áreas pode causar acidentes, por isso cada uma exige atenção cuidadosa e sustenta-da dos supervisores e colaboradores. No início de cada turno de traba-lho, o operador do guindaste ou da talha deve inspecionar o equipamento para ajudar a garantir que ele esteja em perfeitas condições de funcionamento. Uma sugestão é exigir que o operador assine diariamente o formulário de inspeção nos seguintes pontos: <br /><strong><br />Equipamentos de controle:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong></strong>verificar se todos os movimentos (da talha, do trole, da ponte) correspondem às suas marcações de controle. Isso significa, por exemplo, que o acionamento do controle “subida da talha” da botoeira de comando suspensa, pelo rádio ou pela chavemestre da cabine faça com que a talha seja movimentada na direção ascendente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>• Freios: </strong>verificar a distância normal de parada e se os freios não indicam deslocamento excessivo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Gancho:</p>
<p>•</strong> verificar se há avarias e desgastes no assento ou no ponto de sustentação da carga. Se for necessá-ria uma trava para o gancho, garantir que ela esteja em perfeitas condições de funcionamento. <strong></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">• Chaves fim-de-curso:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong></strong> verificar se o dispositivo de fim-de-curso inter-rompe o movimento de elevação do bloco de carga da talha antes de ba-ter em qualquer parte da talha ou do guindaste. <strong></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">• Ruídos anormais:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong></strong> o operador deve avisar de imediato seu supervisor quando qualquer equipamento indi-car algum ruído anormal. <strong></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">• Etiquetas de aviso e de segurança:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong></strong>verificar se todas as etiquetas estão legíveis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>• Vazamentos de óleo (guindastes):</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">documentar qualquer sinal de vaza- mento de óleo no próprio guindaste ou no piso embaixo dele e consultar o supervisor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>• Cabo de aço (nas talhas de cabo de aço):</strong> verificar se há torceduras, fios rompidos ou qualquer outra avaria na estrutura do cabo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong> • Disposição do cabo (nas talhas de cabo de aço):</strong> verificar se o cabo de aço está corretamente disposto e se as partes do cabo não estão trançadas entre si.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>• Corrente da talha (para as talhas de corrente):</strong> verificar se a corrente está assentada uniformemente nas rodas dentadas superior e inferior e no guia. Observar se há avarias na corrente, incluindo fissuras, desgastes ou estiramento. Qualquer equipamento que indicar algum problema nesses pontos de inspeção deverá ser bloqueado e sinalizado como fora de serviço até que os reparos sejam feitos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong>Operador</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><strong></strong>A empresa pode proteger seus cola-boradores implementando um programa de treinamento por escrito e documen-tado de guindastes e talhas para todos os operadores. Por exemplo, o operador corretamente treinado conhece e segue todos os procedimentos de inspeção, incluindo a documentação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Ele sabe o procedimento de bloqueio e de sinali-zação de fora de serviço e quem deve contatar quando o equipamento neces-sitar de manutenção ou reparo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O operador treinado estica o cabo cuidadosamente, garante que a carga fi-que equilibrada e que a ação de retenção da carga fique firme antes de continuar. O operador experiente não gira a carga ou o gancho, verifica se a carga está livre para ser movimentada e remo-ve todos os obstáculos antes de iniciar a elevação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Ele também mantém os pés firmes ou fica protegido ao operar a talha e sabe como usar os sinais de mão ou de rádio.</span></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/seguranca-na-transferencia-de-cargas/">Segurança na  transferência de cargas</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um ano para não esquecer</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/um-ano-para-nao-esquecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 12:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltar Fornecedores de equipamentos e soluções para o setor fazem um balanço de 2010. E adiantam: o ano foi muito bom Mais do que um bom ano, 2010 representou 12 me-ses de aprendizado para o mercado brasileiro. Prati-camente todos os setores cresceram acima da média mundial e tiveram que aprender a lidar com esse crescimento. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a target="_self" title="Sumário edição 247" href="https://revistalogistica.com.br/2011/05/20/sumario-ed-247/" rel="noopener"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Voltar</strong></span></a></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 14pt;">Fornecedores de equipamentos e soluções para o setor fazem um balanço de 2010. </span><br /><span style="font-size: 14pt;"> E adiantam: o ano foi muito bom</span></p>
<p> <span style="font-size: 12pt;">Mais do que um bom ano, 2010 representou 12 me-ses de aprendizado para o mercado brasileiro. Prati-camente todos os setores cresceram acima da média mundial e </span><span style="font-size: 12pt;">tiveram que aprender a lidar com esse crescimento. Afinal, a lei da oferta e da demanda que rege a economia é tão clara quanto cruel em alguns ca-sos, &#8220;quanto mais há consumo, </span><span style="font-size: 12pt;">mais é preciso produzir&#8221;, o que nem sempre acontece no mesmo ritmo. Resul-tado: filas de espera para a compra de empilhadeiras, embalagens e ou-tros itens essenciais para a movi-mentação e armazenagem de mate-riais, elevando preços e obrigando as empresas a buscar alternativas no mercado, como serviços de locação. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Esse é o preço de crescer, de ser a bola da vez, de sediar grandes even-tos esportivos, de se tornar o quarto mercado automotivo, entre outros títulos que o Brasil tem conquistado </span><span style="font-size: 12pt;">nos últimos anos, mas que precisam estar acompanhados de uma políti-ca eficaz de crescimento sustentável para que a inflação e a inadimplência não batam à porta. E é aí que está </span><span style="font-size: 12pt;">o aprendizado tanto para o governo quanto para a iniciativa privada.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> É justamente essa iniciativa pri-vada que resolveu bancar o custo Brasil e investir no País, inclusive empresas de fora, como a Ehrhardt</span><img decoding="async" class=" size-full wp-image-4962" alt="materia01" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia01.png" height="532" width="738" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia01.png 905w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia01-600x433.png 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia01-300x216.png 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia01-768x554.png 768w" sizes="(max-width: 738px) 100vw, 738px" /></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Partner Solutions, especializada em softwares e soluções de gestão, que passou a enxergar as oportunidades do mercado de logística. Sediada na Alemanha, a EPS instalou</span><br /><span style="font-size: 12pt;">sua ope-ração brasileira em 2009, iniciou parcerias para divulgar os produtos, estruturou equipe e, em 2010, focou a prospecção de clientes. O retorno foi certo; só o software</span><br /><span style="font-size: 12pt;">de WMS (wa-rehouse management system, sistema de gerenciamento de armazéns) já opera em oito Estados, incluindo as tecnologias de pick-by-voice e light, carros-chefes </span><br /><span style="font-size: 12pt;">da companhia.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Já as empresas mais tradicionais no mercado brasileiro aproveitaram para recuperar o mercado perdido em 2009.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> É o caso da Rentank, de gal-pões e embalagens. Segundo Bráulio Steffanelo, gerente de marketing, a empresa recuperou o espaço perdid oem 2009, ampliou a linha de</span> <span style="font-size: 12pt;">produtos, retomando projetos antes em stand-by e que hoje são realidade no setor logístico. A Vonder, fornecedora de ferramentas e equipamentos de movimentação, também </span><span style="font-size: 12pt;">apostou em lançamentos no ano passado. &#8220;Lan-çamos novos produtos, como a mesa pantográfica, com o intuito de ex-pandir a área de atuação da Vonder e atender diversos</span> <span style="font-size: 12pt;">setores&#8221;, explica Elisângela Durães, gerente de marke-ting da empresa.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> A Syscontrol também tem muito a comemorar. Especializada em au-tomação e identificação de materiais, a empresa bateu recordes de vendas em 2010, destaca Milton Costa</span> <span style="font-size: 12pt;">Ju-nior, gerente de negócios. &#8220;O melhor não são só os recordes alcançados, mas as boas perspectivas que ficaram para 2011&#8221;, conclui.</span></p>
<p><strong><em><span style="font-size: 12pt;">mais informações</span></em></strong><br /><em><span style="font-size: 12pt;"> Bestpack: (11) 3757-1899 | Brasilpack: (11) 4583-6000 | Cartonale: (11) 4705-1170 | Emplaca: (11) 4788-7777 | Ehrhardt+Partner: (11) 3373-7545</span></em> <em><span style="font-size: 12pt;">Opus Pack: (19) 3878-7700 | Paletrans: (16) 3951-9999 | Rentank: (11) 4138-9266 | Syscontrol: (19) 3272-1333 | Vonder: (41) 2101-0550</span></em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-4963" alt="02_materia01" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/02_materia01.png" height="524" width="727" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/02_materia01.png 905w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/02_materia01-600x433.png 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/02_materia01-300x216.png 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/02_materia01-768x554.png 768w" sizes="(max-width: 727px) 100vw, 727px" /></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/um-ano-para-nao-esquecer/">Um ano para não esquecer</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A vez da logística reversa</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/a-vez-da-logistica-reversa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 12:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltar O que podemos aprender com as devoluções? melhor prática na logística reversa é evitar antecipadamente que o produto retorne. Sendo isso improvável, é importante entender por que os produtos são devolvidos e saber como obter maior valor com o processo. Logística + reversa = logística reversa. Parece uma equação básica, implicando que a logística [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a target="_self" title="Sumário edição 247" href="https://revistalogistica.com.br/2011/05/20/sumario-ed-244/" rel="noopener"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Voltar</strong></span></a></p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong></strong></span><span style="font-size: 14pt;"><strong>O que podemos aprender com as devoluções?</strong></span></p>
<p> <span style="font-size: 12pt;">melhor prática na logística reversa é evitar antecipadamente que o produto retorne. Sendo isso improvável, é importante entender por que os produtos são devolvidos e saber como obter maior valor com o processo. </span><br /><span style="font-size: 12pt;">Logística + reversa = logística reversa. Parece uma equação básica, implicando que a logística reversa é simplesmente uma cadeia de suprimentos andando para trás. Mas se perguntarmos a profissionais da área, eles dirão que o processo não é tão simples. Na verdade, os especialistas preferem o termo cadeia de suprimentos de serviços representando o escopo da logística reversa. A cadeia de suprimentos de serviços começa no momento em que um produto é vendido a um consumidor e dura até o final de sua vida útil. Houve um tempo em que as empresas recebiam um item devolvido e jogavam fora. Ninguém realmente se preocupava com o que ocorria depois. Um OEM ou varejista lavava as mãos</span> <span style="font-size: 12pt;">quanto ao item e seguia em frente.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Hoje não é mais assim. Essa prática está mudando e existe muito mais foco no processo seguir para trás. Os fornecedores e varejistas estão dando atenção às devoluções, quer gostem ou não. Para tratar da logística reversa com sucesso, uma empresa deve primeiramente fazer várias perguntas importantes: As devoluções fazem parte de nossa competência central? Estamos adequada­mente equipados para lidar com as devoluções? E qual é o impacto financeiro de lidar com o produto novamente?</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;">Saiba os custos</span></strong></p>
<p> <span style="font-size: 12pt;">Comece pelo lado financeiro. Garan ta que os sistemas estejam implementados para a determinação dos custos. Não se pode tomar decisões válidas sem o conhecimento dos </span><span style="font-size: 12pt;">números. São necessários sistemas contábeis e de TI para calcular os benefícios do custo para retenção ou terceirização da sua operação de logística reversa. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Independente de você lidar com as devoluções internamente ou terceirizá­las, a decisão de sua empresa não deverá ser baseada em um ganho de curto prazo e, sim, com a intenção de desenvolver soluções de longo prazo, de qualidade, sustentáveis e consisten-tes e que beneficiem os seus clientes.</span> </p>
<p> <strong><span style="font-size: 14pt;">Elimine os riscos do processo</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Quando um produto retorna, seja qual for o motivo, a devolução su-gere um cliente insatisfeito. Muitas empresas construíram suas bases de clientes a partir de um bom processo e de uma política justa de devolução. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Por isso, no final, o cliente se sente confiante de que não ficará com algo encalhado que ele não quer ou que não funciona.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Torne o processo de devolução rá-pido e fácil. O maior motivo pelo qual as pessoas não fazem compras on-line é o aborrecimento do processo de de-volução. Os varejistas com visão estão eliminando os riscos da experiência de compras pela internet, dando ao usuá-rio final as ferramentas de que preci-sam para devolver um artigo logo de início. No longo prazo, isso economiza tempo e gera a lealdade do cliente.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Essas ferramentas incluem etique-tas de embarque incluídas na emba-lagem ou instruções on-line que co-mecem o processo de devolução. Em qualquer uma delas, os dados coleta-dos enviam um alerta de que o pro-duto está retornando. Mas retornando para onde? Isso depende.</span></p>
<p> <span style="font-size: 14pt;"><strong>Encontre o operador logístico certo</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Se as devoluções não fizerem parte da competência central de sua empresa, transfira para um operador logístico, pois é importante encontrar a adequação certa para as suas neces-sidades e produtos. Ao ir em busca do operador lo-gístico certo deve-se procurar os se-guintes aspectos: trabalho em equipe entre a sua empresa e o operador lo-gístico; um sólido entendimento dos problemas a ser enfrentados e um conhecimento profundo das melhores práticas do setor em toda a cadeia de suprimentos; tecnologias atuais e a capacidade de customizá-las às suas necessidades; velocidade de reação; um sistema que incorpore as nor-mas ISO, conceito Lean, Seis Sigma e 5S; histórico da excelência no ser-viço ao cliente; compromisso com a sustentabilidade.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Além da experiência prática de anos com empresas similares, um bom operador logístico deve ficar de olho na autoestrada de informações 24 ho-ras por dia, sete dias por semana.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-4965" alt="materia2" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia2.png" height="325" width="553" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia2.png 553w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia2-300x176.png 300w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /><br /> <strong><span style="font-size: 14pt;">Aumente sua visibilidade</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Uma plataforma de TI focada na logística reversa é importante para as empresas que tratam de suas próprias devoluções. O software é uma ferra-menta importante no processo rever-so, pois oferece visibilidade de toda a cadeia de suprimentos e agiliza o pro-cesso e coleta os dados que possam </span><span style="font-size: 12pt;">identificar os desafios e levar a me-lhorias. A visibilidade também possi-bilita planejamento e flexibilidade. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Assim, pode-se pré-construir mode-los e criar fluxos de trabalho para não ter que reagir rapidamente. Pode-se também antever uma mudança no flu-xo e criar modelos antecipadamente. Ser pró-ativo e não reativo signi-fica estar à frente das devoluções. Se </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> você não tratar das devoluções rapi-damente, poderá perder a sua janela de oportunidade de revender o produto ou tirar proveito da melhor estrat gia de descarte.</span></p>
<p> <strong><span style="font-size: 14pt;">Conheça suas devoluções</span></strong> </p>
<p><span style="font-size: 12pt;">É possível ganhar dinheiro com a escolha das estratégias certas de descarte. Se sua empresa não estiver obtendo um retorno de 80% de suas devoluções, você estará deixando de ganhar dinheiro. Uma boa prática é dividir as devoluções em categorias, cada uma disposta de forma diferente e conforme as diferentes taxas de recuperação. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Os produtos devem ser repostos nas prateleiras para revenda ou encaminhados para liquidação rapidamente, porém se você não pode tê-los de volta, livre-se deles.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;"> Bom para você</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Hoje as empresas estão se dando melhor ao ligar a logística reversa com as iniciativas de sustentabilidade.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Existem benefícios inerentes da boa logística reversa quando ela faz parte da sustentabilidade, e as empresas estão ganhando pontos ao unir as duas, já que elas promovem os produtos e os serviços aos clientes.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Além disso há o aumento do interesse entre as empresas do Fortune 500 de explorar o espaço da cadeia de suprimentos de serviços para o reparo, reforma, reciclagem, remoção de com-ponentes entre outras atividades, não só para melhorar o lado financeiro, mas também para contribuir para os compromissos de sustentabilidade.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Conheça as leis federais e estadu-ais aplicáveis ao descarte de produtos. Produtos de consumo como os eletrô-nicos contêm materiais perigosos.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Em vez de reprimir as empresas, os novos regulamentos na realidade abrirão muitas oportunidades para as empresas reciclarem e retirarem me-tais preciosos e outras mercadorias. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Isso poderá minimizar as perdas que as empresas hoje estão vivenciando na logística reversa e possivelmente transformar as devoluções em lucros.</span><br />&nbsp;<img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-4966" alt="2_materiar" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/2_materiar.png" height="310" width="345" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/2_materiar.png 345w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/2_materiar-300x270.png 300w" sizes="(max-width: 345px) 100vw, 345px" /><br /> <strong><span style="font-size: 14pt;">Política Nacional de Resíduos Sólidos</span></strong></p>
<p> <span style="font-size: 12pt;">Sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em agosto de 2010, a Política Nacional de Resí-duos Sólidos é uma das principais im-pulsionadoras do crescimento das</span> <span style="font-size: 12pt;">atividades de logística reversa na Brasil. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> De acordo com a política, fabricantes, importadores, distribuidores e vende-dores devem realizar o recolhimento de embalagens usadas. Foram inclu-ídos nesse sistema produtos como </span><span style="font-size: 12pt;">agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, todos os tipos de lâmpadas e eletroeletrônicos.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Outro aspecto é que o ciclo de vida dos produtos tem responsabilidade compartilhada, envolvendo socieda-de, empresas, prefeituras e governos estaduais e federal na gestão dos</span> <span style="font-size: 12pt;">resíduos sólidos. Também estimula o consumo consciente e investimentos na produção de artigos recicláveis. A TGestiona, operadora logística do Grupo Telefônica, é uma das em-presas que se prepararam para pres-tar serviços de logística reversa que atendam essa política. &#8220;Com a identificação dos responsáveis por cada fase do processo, coleta, tratamento, transporte e destinação final, teremos concluído todas as etapas do ciclo de vida dos resíduos. Nossa missão é ser uma das mais eficientes do País nesse tipo de gerenciamento e, assim, atin gir o nível de países exemplares&#8221;, diz o diretor de logística Marcelo Sousa. Desde que iniciou as operações no País, em 2001, a TGestiona trabalha com logística reversa. &#8220;Esse segmento da logística é muito estratégico. Aliado a ele, vamos criar campanhas internas e externas para o consumo consciente, tanto no uso como na destinação correta do produto&#8221;, afirma. Entre os clientes da TGestiona es-tão a Vivo SP, Sul e Nordeste, a Lenovo, Dell, Positivo, ZTE, L&#8217;Occitane, Motorola, Samsung e Sony Ericsson, além da empresa ser responsável pela distribuição dos modems Speedy, da própria Telefônica. &#8220;As companhias já entenderam que assumir uma posi-ção ecologicamente responsável traz, além do reconhecimento do público, benefícios tangíveis, como retorno financeiro e redução dos gastos na operação&#8221;, analisa Marcelo. Outra empresa que tem investido em logística reversa é a JadLog. &#8220;Com a crescente preocupação em relação à preservação do meio ambiente e a exigência de maior responsabilidade das empresas com o ciclo de vida de seus produtos, a JadLog se preparou para atender a demanda de clientes que precisam retirar os aparelhos das lojas ou residências e transportá-los para os locais adequados para o seu descarte ou reciclagem&#8221;, afirma o di-retor, Ronan Hudson. De acordo com o executivo, a lo-gística reversa é hoje um dos segmen-tos que puxam o volume de entregas de peças automotivas e de produtos eletroeletrônicos da empresa. No seu foco de negócios também estão as entregas de compras oriundas do co-mércio eletrônico, em que também está boa parte da demanda por logís-tica reversa.</span></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/a-vez-da-logistica-reversa/">A vez da logística reversa</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Controle remoto mais bem posicionado</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/controle-remoto-mais-bem-posicionado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 12:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltar &#160; O acessório existe há anos, porém foi com a recente inclusão de controles por rádio confiáveis que começou a revolução operacional nos guindastes e pontes rolantes O controle remoto vem sendo usado em guindastes há anos, entretanto, até recentemente, os controles eram conectados por fios através de cabos de exten-são a partir do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a target="_self" title="Sumário edição 247" href="https://revistalogistica.com.br/2011/05/20/sumario-ed-244/" rel="noopener"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Voltar</strong></span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>O acessório existe há anos, porém foi com a recente inclusão de controles por rádio confiáveis que começou a </strong></span><span style="font-size: 14pt;"><strong>revolução operacional nos guindastes e pontes rolantes</strong></span></p>
<p> <span style="font-size: 12pt;">O controle remoto vem sendo usado em guindastes há anos, entretanto, até recentemente, os controles eram conectados por fios através de cabos de exten-são a partir do equipamento. Embora permitissem o controle do guindaste pelo operador no chão ou a certa dis-tância, eles restringiam os movimen-tos e os cabos corriam o risco de serem danificados.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"> O controle remoto por rádio (sem fio) hoje está transformando a opera-ção de guindastes e de outros equipa-mentos. Enquanto seu custo continua caindo e seus recursos e a confiabilidade aumentam, está chegando o dia em que eles serão equipamento-padrão nos guindastes e até mesmo em alguns elevadores.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> O controle remoto por rádio per-mite que o guindaste seja operado a partir do ponto mais adequado, com o operador próximo à carga. Em muitas situações, ele permite que o operador </span><span style="font-size: 12pt;">seja o próprio preparador de lingas e sinalizador. Isso é especialmente ver-dade com guindastes veiculares, onde o motorista/operador descarrega seu caminhão sem a ajuda de ninguém. </span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"> Embora o uso desse controle re-moto possa criar uma situação peri-gosa, e isso é questionável, geralmente aumenta a segurança, a precisão e a eficiência. Permite, por exemplo, que </span><span style="font-size: 12pt;">um operador de guindaste escolha um local que proporcione a melhor visibi-lidade e possa fazer a elevação. O equi-pamento consegue eliminar o supervi-sor da operação do guindaste, já que o operador permanece em contato direto com os orientadores e os preparadores de lingas. Consegue, ainda, eliminar essencialmente um dos aspectos mais perigosos e que mais causam perda de tempo na elevação: o da comunicação a distância entre o operador e os orien-tadores da operação do guindaste ou o supervisor.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Os mais recentes controles remo-tos por rádio oferecem todos os recursos do ponto de controle principal das máquinas, incluindo controles pro porcionais excepcionalmente suaves e </span><span style="font-size: 12pt;">leituras com informações detalhadas. </span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"> Então, se eles são tão fantásticos, por que ainda não foram incorporados como padrão em todos esses equipamentos? O motivo, claro, é um velho conhecido, o preço.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Apesar disso, a adoção das opções de controle remoto em alguns países hoje está por volta de mais de 90% em equipamentos como guindastes carregadores. Em regiões tais como a Escandinávia, onde os custos da mão de obra são altos e a segurança é de suma importância, a maioria dos guindastes é já oferecida com eles. Diversos fabricantes também estão começando a incluir um sistema simples de controle remoto como padrão. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Um novo controle usa um modelo de cabo de pistola que pode ser segurado apenas com uma mão, com chaves de alavanca para cada função; um gatilho age como chave de segurança e controle de velocidade proporcional. Um excelente recurso é a inclusão do controle das sapatas no controle remoto, dando ao operador a capacidade de ajustar os calços das sapatas sem ter que ir e voltar para os controles do caminhão, proporcionando um trabalho melhor.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-4970" alt="Controle remoto favorece operações de elevação" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia.png" height="260" width="715" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia.png 983w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia-600x219.png 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia-300x110.png 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/materia-768x280.png 768w" sizes="(max-width: 715px) 100vw, 715px" /></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Líderes e inovadores</strong></span></p>
<p> <span style="font-size: 12pt;">Os principais fabricantes de contro-les remotos por rádio ficam na Alema-nha, Suécia, Itália e Espanha. São em-presas como a Hetronic, HBC Radiomatic, Teleradio, Autec, Ikusu e a Acanreco.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Alguns fabricantes de guindastes trabalham com esses fabricantes para desenvolver controles customizados que façam interface com seus novos guindastes, incluindo a máxima gama </span><span style="font-size: 12pt;">de recursos e benefícios. A incorpora-ção dos fabricantes de controles remo-tos no processo de desenvolvimento de produtos não só ajuda a melhorar a funcionalidade como também a bai-xar os preços, fazendo com que eles se tornem equipamentos-padrão mais rapidamente.</span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Botões de comando</strong></span></p>
<p> <span style="font-size: 12pt;">Os controles remotos por rádio para elevação de equipamentos disponíveis hoje tendem a ser dos seguintes tipos:</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"> <strong>1.</strong> Botão de comando, controles do tipo &#8216;stick&#8217; adequados para pontes rolantes e guindastes de torre gira-tória de topo;</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"> <strong>2.</strong> Dispositivos que podem ser empu-nhados com uma mão, ideais para guindastes carregadores menores e miniguindastes;</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"> <strong>3</strong>. Caixa de comando compacta com alça a tiracolo, com chaves de ala-vancas de eixo simples. Atualmen-te a forma mais usada de controle remoto em guindastes;</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"> <strong>4</strong>. Caixas maiores com controle com-pleto de funções, incluindo &#8216;joysti-cks&#8217; de eixos múltiplos e uma tela grande. São adequadas para guin-dastes móveis e sobre lagartas.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;"> Informações necessárias</span></strong></p>
<p> <span style="font-size: 12pt;">O fator preponderante que afeta os controles remotos de todos os ti-pos é a necessidade cada vez maior dos usuários de fornecer &#8216;feedback&#8217; e leituras das informações ao opera-dor. Até hoje, um indicador verme-lho/amarelo/verde no guindaste com alarme de advertência foi aceitável na maioria dos mercados.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Hoje as entidades internacionais insistem que, para guindastes móveis de torre, o operador tenha uma tela de vídeo do raio de trabalho com capaci-dade máxima permitida com o máximo raio permitido para a carga no gancho. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Com a melhor boa vontade do mundo, um sistema de semáforo no guindaste não atende essa exigência.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Os controles remotos mais sofisti-cados já apresentam uma tela de bom tamanho que fornece o mesmo nível de informação que as telas das cabines de guindastes, incluindo a Indicação </span><span style="font-size: 12pt;">da Carga Nominal total mais informações complementares, tais como velo-cidade dos ventos, etc.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> O desafio hoje é incluir esse nível de informação em sistemas menores, o que já está sendo feito.</span></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/controle-remoto-mais-bem-posicionado/">Controle remoto mais bem posicionado</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Informe SDO: internet movimenta mercado de empilhadeiras</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/informe-sdo-internet-movimenta-mercado-de-empilhadeiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 12:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltar Empilhadeiras na rede Idmed lança site Empilhadeiras Online que oferece diversas marcas e modelos, agilizando a busca de quem quer comprar o equipamentos Onde encontrar diversos modelos de empilhadeiras, elétricas, a combustão, trilaterais, ou com capacidade de carga maior ou menor? Foi pensando nessa questão que a Idmed criou o site Empilhadeiras Online (www.empilhadeirasonline.com.br). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a target="_self" title="Sumário edição 247" href="https://revistalogistica.com.br/2011/05/20/sumario-ed-244/" rel="noopener"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Voltar</strong></span></a></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong>Empilhadeiras na rede</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Idmed lança site Empilhadeiras Online que oferece diversas marcas e modelos, agilizando a busca de quem quer comprar o equipamentos</strong></span></p>
<p> <span style="font-size: 12pt;">Onde encontrar diversos modelos de empilhadeiras, elétricas, a combustão, trilaterais, ou com capacidade de carga maior ou menor? Foi pensando nessa questão que a Idmed criou </span><span style="font-size: 12pt;">o site Empilhadeiras Online (www.empilhadeirasonline.com.</span><span style="font-size: 12pt;">br). &#8220;O comprador potencial de uma máquina nova ou usada perde tempo ligando para muitas empresas pedindo cotações&#8221;, afirma Graciella Felix, gerente de marketing da empresa. O objetivo do site, de acordo com ela, é servir como um ponto de encontro entre vendedores e compradores de empilhadeiras. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> A página da web é uma plataforma para facilitar o relacionamento entre o vendedor e o comprador. O site só trabalha com empilhadeiras, rebocadores e transpaletes. Para a empresa, manter o foco nesses equipamentos vai torná-los uma opção mais objetiva de busca para compradores potenciais.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-4974" alt="Empilhadeiras na Rede" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/01.png" height="542" width="764" /></p>
<p> <span style="font-size: 12pt;">Quem quer vender algum desses equipamentos usados ou novos deve cadastrar a empresa e a máquina que quer anunciar. &#8220;Dedicamos meses para criar uma ferramenta que possibilitasse o cadastramento fácil e rápido do produto ofertado&#8221;, conta Graciella. E quem compra também economiza tempo. Ao entrar na página o interessado coloca a característica que quer no equipamento, como capacidade de carga, altura de elevação, localização, preço, marca, ou ainda algo mais específico, e faz sua busca. Em instantes o comprador terá dezenas de equipamentos com as características que procura, com descrição, foto e preço. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Graciella explica que, quando o interessado encontra uma máquina com as características que estava procurando, envia uma proposta diretamente para o anunciante. &#8220;O Empilhadeiras Online não intermedeia a venda, apenas cobra pelo anúncio&#8221;. Quase todas as marcas do Brasil já têm equipamentos anunciados no site. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Além disso, o site ainda terá novidades para este ano. O portal terá notícias do setor, simuladores para uma melhor avaliação dos equipamentos, guias, modelos de planilhas, dicas e conteúdo específico do segmento. &#8220;Estamos investindo em campanhas online, pois o objetivo é direcionar ao nosso site todos que buscam a compra e venda desses equipamentos&#8221;. A empresa quer ser referência na internet. A meta para este ano é triplicar o número de equipamentos anunciados. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> &#8220;Desejamos que quem procura uma empilhadeira, transpalete ou rebocador consulte nossa página antes de procurar por outro canal&#8221;, completa Graciella.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-4975" alt="02" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/02.png" height="223" width="152" /></span></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/informe-sdo-internet-movimenta-mercado-de-empilhadeiras/">Informe SDO: internet movimenta mercado de empilhadeiras</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Embarques de Placas de aço da csa</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/embarques-de-placas-de-aco-da-csa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 12:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando estiver em pleno fun-cionamento, a hyssenKrupp CSA Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) deverá exportar toda a produção de 5 milhões de to-neladas anuais de placas de aço (60% aos Estados Unidos e 40% à Alema-nha), o que representará um aumento de 40% nas exportações brasileiras do metal e uma contribuição anual de US$ 1 bilhão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<form><a href="https://revistalogistica.com.br/2011/05/20/sumario-ed-244/"><input value="Voltar" onclick="history.go(-1);return true;" type="button" /></a></form>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-4977" style="margin-top: 8px; margin-right: 8px; margin-bottom: 8px; float: left;" alt="03" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/03.png" height="412" width="194" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/03.png 194w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/03-141x300.png 141w" sizes="(max-width: 194px) 100vw, 194px" /><span style="font-size: 12pt;">Quando estiver em pleno fun-cionamento, a hyssenKrupp CSA Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) deverá exportar toda a produção de 5 milhões de to-neladas anuais de placas de aço (60% aos Estados Unidos e 40% à Alema-nha), o que representará um aumento de 40% nas exportações brasileiras do metal e uma contribuição anual de US$ 1 bilhão no balanço de pagamen-tos do Brasil. A expectativa é que a capacida-de máxima seja alcançada em breve. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> A siderúrgica é dividida em duas linhas de produção, com capacidade ins-talada de 2,5 </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> milhões de to-neladas de pla-cas de aço anu-ais cada uma. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Atualmente, a primeira linha está fun-cionando com aproximadamente 70% da sua capacidade. Acompanhe a mo-vimentação das placas desde a produ-ção até o embarque com destino aos dois países.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;"> A usina</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Para se ter uma ideia do porte da TKCSA, a construção do complexo si-derúrgico foi o maior investimento pri-vado já realizado no Brasil nos últimos 15 anos. Localizado em Santa Cruz, </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> na Zona Oeste do município do Rio de Janeiro, recebeu investimentos de 5,2 bilhões de euros (cerca de 8,2 bilhões </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> de dólares).</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> O empreendimento é fruto da joint-venture da ThyssenKrupp Steel, maior produtora de aço da Alemanha e principal acionista (73,13%) e da Vale, maior produtora de minério de ferro </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> do mundo, que participa da TKCSA com 26,7%. Ela também é responsável pelo fornecimento do minério de fer-ro a ser utilizado pelo complexo side-rúrgico, por meio de um contrato de 15 anos com a ThyssenKrupp, sendo o contrato de maior duração já firmado pela minerado-ra. O consumo de minério de ferro da TKCSA será de mais de 8 milhões de toneladas/ano.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> O complexo engloba, além do porto, dois altos-fornos, aciaria e coqueira. O projeto co-meçou em setembro de 2004 com a as-sinatura de um memorando de entendi-mentos entre a Vale e a ThyssenKrupp, tendo o lançamento da pedra funda-mental ocorrido em setembro de 2006. </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Em julho de 2009, a Vale aumentou sua participação no empreendimento de 10% para 26,87% para assegurar a conclusão do projeto sem mais atrasos e sua operação a plena capacidade.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;"> Primeiros embarques </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Para garantir a qualidade dos pro-dutos, a TKCSA está fazendo testes nas placas iniciais. O primeiro embar-que, realizado no fim de setembro de 2010, teve como destino a usina da ThyssenKrupp na Alemanha, locali-zada em Duisburg, para os ensaios de qualidade do aço produzido no Brasil.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> As placas de aço têm um tama-nho variado, com medidas entre 6 e 12 metros de comprimento, entre 80 centímetros e dois metros de largura e 25,5 centímetros de espessura. De </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> acordo com seu tamanho, podem pe-sar entre 12 e 36 toneladas. As placas embarcadas na primeira remessa, por exemplo, tinham peso médio de 20 toneladas cada uma.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;"> Movimentação das placas</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;"> Depois de produzidas, as placas são colocadas em pátios de estocagem equi-pados com pontes rolantes e empilhadei-ras com eletroímã. Já para serem trans-portadas até o terminal portuário da CSA, as placas são colocadas em carretas espe-ciais, fornecidas pela Paletrans Carretas, com capacidade de transporte de até 120 toneladas. São 22 carretas para o </span><br /><span style="font-size: 12pt;"> transporte de placas quentes (800º C) entre a linha final e o estoque e 30 carretas para o transporte das placas do estoque até o porto. No terminal são içadas por guindastes do tipo pór-tico (portêineres), equipados com ele-troímãs, para embarque nos navios.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> &#8220;O carregamento dos navios é fei-to de acordo com um plano de em-barque previamente preparado pela equipe do porto e aprovado pelo co-mandante. Depois que o navio é liberado para a operação, as placas são encaminhadas para o porto seguin-do um sequenciamento planejado, de acordo com o plano de embarque aprovado&#8221;, afirma o gerente do por-to, Luiz Antonio Carvalhal.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> No porto, as placas são recebidas nas carretas especiais e embarcadas nos navios por meio de três portêineres.</span><br /><span style="font-size: 12pt;"> Já dentro dos porões dos navios são colocadas nas posições pré-determinadas de acordo com o plano de embarque. &#8220;A utilização dos eletroímãs no embarque das placas faz com que o carregamento seja feito utilizando uma quantidade de madeira bem menor de que as operações realizadas sem esse recurso&#8221;, diz Luiz Antonio.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"> De acordo com ele, as carretas da Paletrans têm o papel fundamental no transporte de placas até o píer, pois ga-rantem o escoamento da produção de maneira ágil e segura até o ponto de embarque. Cada uma tem capacida-de de transporte de até 120 toneladas e percorre ida e volta 22 km. São seis <br />rebocadores&nbsp; Terberg,&nbsp; 18&nbsp; CVS&nbsp; e&nbsp; dois&nbsp; Rucker&nbsp; capazes&nbsp; de&nbsp; tracionar&nbsp; uma&nbsp; car-reta carregada por viagem.</p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;">Planejamento logístico</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">A operação logística do embarque das placas de aço foi planejada já na concepção&nbsp; do&nbsp; projeto&nbsp; da&nbsp; siderúrgica e&nbsp; do&nbsp; porto.&nbsp; “Com&nbsp; a&nbsp; definição&nbsp; do&nbsp; píer <br />sobre estacas, lo-calizado&nbsp; a&nbsp; 4&nbsp; km dentro&nbsp; da&nbsp; Baía de&nbsp; Sepetiba,&nbsp; fi-cou inviável uma área&nbsp; de&nbsp; estoque de&nbsp; produtos&nbsp; no píer. <br />Como&nbsp; a operação&nbsp; deve ser&nbsp; realizada&nbsp; de&nbsp; forma&nbsp; just-in-time para o embarque, foram escolhidos os equipamentos&nbsp; que&nbsp; mais&nbsp; atendem&nbsp; essa movimentação&nbsp; e&nbsp; proporcionem&nbsp; uma produtividade&nbsp; capaz&nbsp; de&nbsp; escoar&nbsp; toda&nbsp; a produção&nbsp; da&nbsp; siderúrgica,&nbsp; que&nbsp; é&nbsp; de&nbsp; 5 milhões de toneladas/ano. A distância entre os pátios de estocagem das pla-cas&nbsp; para&nbsp; embarque&nbsp; e&nbsp; o&nbsp; terminal&nbsp; por-tuário é de aproximadamente 11 km”, <br />explica&nbsp; o&nbsp; diretor&nbsp; de&nbsp; Supply&nbsp; Chain&nbsp; da TKCSA, Carsten Bosselmann. <br />Os navios programados para o es-coamento da produção da siderúrgica têm&nbsp; capacidade&nbsp; de&nbsp; carga&nbsp; de&nbsp; 70&nbsp; mil toneladas&nbsp; e,&nbsp; quando&nbsp; atingida&nbsp; a&nbsp; capacidade de produção de 5 milhões de toneladas/ano,&nbsp; a&nbsp; regularidade&nbsp; dos embarques será de um navio a cada cinco dias. <br />O&nbsp; Terminal&nbsp; Portuário&nbsp; da&nbsp; CSA&nbsp; é equipado com um dos mais avança-dos&nbsp; sistemas&nbsp; de&nbsp; auxílio&nbsp; a&nbsp; atracação (sistema a laser) do Brasil, projetado para&nbsp; auxiliar&nbsp; os&nbsp; práticos&nbsp; a&nbsp; garantir mais segurança durante as manobras de&nbsp; atracação dos&nbsp; navios.&nbsp; O sistema&nbsp; permite o monitoramen-to&nbsp; e&nbsp; transmissão&nbsp; em&nbsp; tempo real&nbsp; de&nbsp; dados como&nbsp; velocida-de,&nbsp; ângulo&nbsp; de aproximação&nbsp; e&nbsp; distância&nbsp; do&nbsp; navio em&nbsp; relação&nbsp; ao&nbsp; berço&nbsp; de&nbsp; atracação, velocidade do vento, nível da maré e corrente&nbsp; marítima.&nbsp; <br />As&nbsp; instalações&nbsp; do&nbsp; Terminal&nbsp; Por-tuário da ThyssenKrup CSA são cer-tificadas&nbsp; pelo&nbsp; Código&nbsp; Internacional de&nbsp; Segurança&nbsp; e&nbsp; Proteção&nbsp; de&nbsp; Navios e Instalações Portuárias (ISPS) desde fevereiro de 2010.<br /></span></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/embarques-de-placas-de-aco-da-csa/">Embarques de Placas de aço da csa</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cabos de aço preservados</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/cabos-de-aco-preservados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 12:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistalogistica.com.br/?p=4987</guid>

					<description><![CDATA[<p>Voltar Novos guindastes de alta capacidade exigem cabos de aço de alto desempenho O s&#160; cabos&#160; de&#160; aço&#160; modernos&#160; são produtos com tecnologia muito mais&#160; avançada do&#160; que&#160; as&#160; usa-das&#160; há&#160; vinte&#160; anos.&#160; Esses&#160; anos de&#160; desenvolvimento&#160; contínuo levaram&#160; ao&#160; avanço&#160; dos&#160; parâmetros importantes&#160; dos&#160; cabos,&#160; como&#160; a&#160; resistência à tração, o fator de enchimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a target="_self" title="Sumário edição 244" href="https://revistalogistica.com.br/2011/05/20/sumario-ed-244/" rel="noopener"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Voltar</strong></span></a></p>
<table style="width: 710px; height: 2657px;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 14pt;">Novos guindastes de alta capacidade exigem cabos de aço de alto desempenho</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 14pt;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-4984" style="margin-bottom: 8px; margin-top: 8px; vertical-align: middle;" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/07.png" alt="Cabos de Aço" height="292" width="670" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/07.png 822w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/07-600x262.png 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/07-300x131.png 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/07-768x335.png 768w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O s&nbsp; cabos&nbsp; de&nbsp; aço&nbsp; modernos&nbsp; são </span><span style="font-size: 12pt;">produtos com tecnologia muito </span><span style="font-size: 12pt;">mais&nbsp; avançada do&nbsp; que&nbsp; as&nbsp; usa-das&nbsp; há&nbsp; vinte&nbsp; anos.&nbsp; Esses&nbsp; anos </span><span style="font-size: 12pt;">de&nbsp; desenvolvimento&nbsp; contínuo </span><span style="font-size: 12pt;">levaram&nbsp; ao&nbsp; avanço&nbsp; dos&nbsp; parâmetros </span><span style="font-size: 12pt;">importantes&nbsp; dos&nbsp; cabos,&nbsp; como&nbsp; a&nbsp; resistência à tração, o fator de enchimento </span><span style="font-size: 12pt;">e&nbsp; o&nbsp; projeto&nbsp; de&nbsp; construção.&nbsp; O&nbsp; uso&nbsp; po-tencial&nbsp; de&nbsp; cabos&nbsp; de&nbsp; aço&nbsp; especiais&nbsp; se </span><span style="font-size: 12pt;">distanciou&nbsp; mais&nbsp; e&nbsp; mais&nbsp; dos&nbsp; cabos&nbsp; de </span><span style="font-size: 12pt;">aço convencionais.<br />As&nbsp; propriedades&nbsp; básicas&nbsp; e&nbsp; o&nbsp; maior </span><span style="font-size: 12pt;">potencial dos cabos de aço de alto desempenho&nbsp; são&nbsp; intimamente&nbsp; relaciona-dos ao sistema em que o cabo é usado. </span><br /><span style="font-size: 12pt;">O cabo de aço não é mais um produto </span><span style="font-size: 12pt;">independente,&nbsp; mas&nbsp; sim&nbsp; um&nbsp; elemento </span><span style="font-size: 12pt;">integral&nbsp; do&nbsp; sistema.&nbsp; Esse&nbsp; sistema&nbsp; consiste&nbsp; do&nbsp; cabo&nbsp; propriamente&nbsp; dito,&nbsp; das </span><span style="font-size: 12pt;">polias, do tambor, fixações e passagens </span><span style="font-size: 12pt;">dos cabos e da terminação.</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-4985" style="margin-bottom: 8px; margin-right: 8px; margin-top: 8px; float: left;" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/08.png" alt="08" height="180" width="227" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/08.png 452w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/08-300x238.png 300w" sizes="(max-width: 227px) 100vw, 227px" /></strong></span><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">O alto desempenho, a confiabilida-de e o período de fadiga desses ‘cabos </span><span style="font-size: 12pt;">componentes&nbsp; do&nbsp; sistema’&nbsp; são afetados </span><span style="font-size: 12pt;">por outras partes do sistema, pelas con-dições operacionais,&nbsp; pela&nbsp; manutenção </span><span style="font-size: 12pt;">de todos os componentes do sistema e </span><span style="font-size: 12pt;">pela experiência, cuidado e atenção do </span><span style="font-size: 12pt;">operador do guindaste.</span><br /><span style="font-size: 12pt;">O modo como cada componente (o </span><span style="font-size: 12pt;">cabo de aço de alto desempenho, as po-lias&nbsp; e&nbsp; o&nbsp; tambor)&nbsp; funciona&nbsp; e&nbsp; é&nbsp; operado </span><span style="font-size: 12pt;">afeta o desempenho do sistema todo.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;">Classificação</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Os cabos de aço de alto desempenho </span><span style="font-size: 12pt;">são classificados em dois grupos: resis-tentes à rotação e não resistentes à ro-tação. Os resistentes à rotação são desti-nados a gerar níveis reduzidos de torque </span><span style="font-size: 12pt;">e&nbsp; rotação&nbsp; quando&nbsp; carregados.&nbsp; Os&nbsp; cabos </span><span style="font-size: 12pt;">desse tipo podem ter diferentes níveis de </span><span style="font-size: 12pt;">resistência à rotação.</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12pt;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignright size-full wp-image-4986" style="margin-left: 8px; margin-bottom: 8px; margin-top: 8px; float: right;" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/09.png" alt="Cabos de Aço " height="259" width="326" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/09.png 452w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2012/04/09-300x238.png 300w" sizes="(max-width: 326px) 100vw, 326px" /></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Os cabos não resistentes à rotação são </span><span style="font-size: 12pt;">usados&nbsp; normalmente&nbsp; para&nbsp; lança&nbsp; móvel </span><span style="font-size: 12pt;">ou&nbsp; suspensos.&nbsp; Com&nbsp; carga,&nbsp; os&nbsp; cabos&nbsp; não </span><span style="font-size: 12pt;">resistentes&nbsp; à&nbsp; rotação&nbsp; geram&nbsp; altos&nbsp; níveis </span><span style="font-size: 12pt;">de torque. As duas extremidades do cabo </span><span style="font-size: 12pt;">devem ser fixadas firmemente para evitar </span><span style="font-size: 12pt;">os efeitos giratórios. É proibido usar esses </span><span style="font-size: 12pt;">cabos&nbsp; fixados&nbsp; a&nbsp; uma&nbsp; articulação girató-ria&nbsp; ou&nbsp; ter&nbsp; as&nbsp; duas&nbsp; extremidades girando </span><span style="font-size: 12pt;">livremente&nbsp; com&nbsp; carga.&nbsp; Se&nbsp; isso não&nbsp; for </span><span style="font-size: 12pt;">observado, poderão ocorrer graves lesões, </span><span style="font-size: 12pt;">danos consideráveis e até morte.</p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;">Polia</span></strong></span> <span style="font-size: 12pt;"></p>
<p>Para&nbsp; minimizar&nbsp; as&nbsp; forças&nbsp; restriti-vas&nbsp; do&nbsp; cabo,&nbsp; o&nbsp; diâmetro&nbsp; do&nbsp; canal&nbsp; da </span><span style="font-size: 12pt;">nova polia é ligeiramente maior que o </span><span style="font-size: 12pt;">diâmetro&nbsp; do&nbsp; novo&nbsp; cabo.&nbsp; As&nbsp; polias&nbsp; que </span><span style="font-size: 12pt;">operam no&nbsp; guindaste&nbsp; são&nbsp; sujeitas&nbsp; ao </span><span style="font-size: 12pt;">desgaste independente do material usa-do.&nbsp; Os diferentes&nbsp; desgastes&nbsp; das&nbsp; polias </span><span style="font-size: 12pt;">dependem&nbsp; do&nbsp; uso.&nbsp; Quanto&nbsp; mais&nbsp; forem usadas, maior o desgaste. Uma vez que as condições das polias exercem influência significativa por toda a vida útil do cabo, as polias devem ser inspecio-nadas em intervalos regulares.<br />As&nbsp; condições&nbsp; do&nbsp; canal&nbsp; das&nbsp; polias podem ser divididas em três casos típi-cos.&nbsp; No&nbsp; primeiro,&nbsp; o&nbsp; canal&nbsp; está&nbsp; correto. <br />A&nbsp; superfície&nbsp; do&nbsp; canal&nbsp; é&nbsp; lisa,&nbsp; com&nbsp; um diâmetro de aproximadamente 1,06 vez o diâmetro nominal do cabo. O gabari-to (medindo, por exemplo, 30 mm para um cabo de 28 mm) é bem adequado.<br />No&nbsp; segundo&nbsp; caso,&nbsp; o&nbsp; canal&nbsp; é&nbsp; muito largo. Em geral, o aumento da pressão na base do canal reduz o tempo de vida do cabo. Contudo, para fins práticos, na maioria dos casos nada pode ser feito.<br />No terceiro caso, o canal é muito es-treito. O desgaste na polia é causado por cabos&nbsp; usados&nbsp; anteriormente&nbsp; que&nbsp; cava-ram a polia. As polias nessas condições reduzem o tempo de vida do cabo e o desempenho do novo cabo instalado. <br />Todas&nbsp; as&nbsp; polias&nbsp; usadas&nbsp; devem&nbsp; ser inspecionadas com o uso de ferramentas antes de ser instalado o novo cabo. Uma vez que o canal da polia esteja liso e seu diâmetro&nbsp; maior&nbsp; que&nbsp; o&nbsp; diâmetro&nbsp; real&nbsp; do cabo de aço, nada mais se pode fazer.</p>
<p><strong><span style="font-size: 14pt;">Tambor</span></strong></p>
<p>Para enrolamento em múltiplas ca-madas (requisito básico para as pontes modernas), tem sido usado há anos um tipo&nbsp; especial&nbsp; de&nbsp; tambor.&nbsp; </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Esse&nbsp; tipo especial,&nbsp; normalmente&nbsp; conhecido&nbsp; como tambor&nbsp; Lebus,&nbsp; depois&nbsp; que&nbsp; a empresa originalmente inventou o sistema e fa-brica até hoje, é caracterizado por duas zonas: a pista paralela e a área de cru-zamento, deslocadas em 180°.<br />O enrolamento em múltiplas camadas <br />exige&nbsp; muito&nbsp; do&nbsp; cabo&nbsp; e&nbsp; do&nbsp; tambor.&nbsp; Fun-cionando corretamente, a carga é distri-buída&nbsp; uniformemente&nbsp; entre&nbsp; as&nbsp; camadas individuais devido à formação piramidal na&nbsp; pista&nbsp; paralela.&nbsp; Entretanto,&nbsp; o&nbsp; cruza-mento&nbsp; das&nbsp; fileiras&nbsp; do&nbsp; cabo entre&nbsp; a&nbsp; ca-mada inferior e superior de cada área de cruzamento provoca desgastes mecânicos inevitáveis. A abrasão resultante é reve-lada pelas superfícies achatadas dos fios.<br />É&nbsp; necessária&nbsp; uma&nbsp; inspeção&nbsp; regular de desgaste em cada uma das áreas de cruzamento de cada camada. Se o des-gaste&nbsp; for&nbsp; claramente&nbsp; visível&nbsp; e&nbsp; forem determinados&nbsp; rompimentos&nbsp; dos&nbsp; fios,&nbsp; é necessária uma ação para evitar o des-carte&nbsp; prematuro&nbsp; causado&nbsp; pelo&nbsp; rompi-mento despercebido dos fios.</p>
<p></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12pt;"><strong>Tensão no cabo</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 12pt;"><strong></strong><br />É&nbsp; essencial&nbsp; uma&nbsp; inspeção&nbsp; regular nas&nbsp; voltas&nbsp; do&nbsp; cabo.&nbsp; Em&nbsp; caso&nbsp; de&nbsp; qual-quer falha, o cabo completo terá que ser desenrolado e reenrolado com cuidado e imediatamente sob pré-tensão. O ope-rador deve anotar o bloco do gancho usado para conseguir a fixação e pas-sagem&nbsp; dos cabos&nbsp; necessários.&nbsp; Quan-to&nbsp; à&nbsp; pré-tensão&nbsp; do&nbsp; cabo,&nbsp; é&nbsp; permiti-da&nbsp; uma&nbsp; tensão&nbsp; de&nbsp; 10%&nbsp; da carga&nbsp; de trabalho&nbsp; de&nbsp; segurança.&nbsp; Durante&nbsp; esse <br />procedimento,&nbsp; o&nbsp; cabo&nbsp; deve&nbsp; ser&nbsp; exa-minado&nbsp; quanto&nbsp; a&nbsp; alguma&nbsp; avaria,&nbsp; tal como&nbsp; fios rompidos&nbsp; ou&nbsp; deformações. <br />Se a pré-tensão mencionada acima não for possível, uma tensão menor ainda é conveniente para&nbsp; melhorar&nbsp; o&nbsp; compor-tamento do enrolamento das múltiplas camadas e reduzir as avarias ao cabo.Infelizmente não existe nenhuma regra geral possível de quantas vezes é necessário renovar a pré-tensão do cabo de aço. Tudo depende das con-dições&nbsp; operacionais&nbsp; reais, incluindo o&nbsp; comprimento&nbsp; do&nbsp; cabo&nbsp; usado&nbsp; em comparação&nbsp; ao&nbsp; comprimento&nbsp; insta-lado,&nbsp; a&nbsp; máxima&nbsp; força&nbsp; necessária&nbsp; no cabo e a diferença entre a pré-tensão e a força máxima no cabo. O aumen-to&nbsp; do&nbsp; número&nbsp; de&nbsp; lances&nbsp; de&nbsp; descida usado&nbsp; na&nbsp; disposição&nbsp; do&nbsp; cabo&nbsp; é&nbsp; uma forma comum de reduzir o perigo de corte interno do cabo com a redução da força no cabo.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 14pt;"><strong></strong></span></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/cabos-de-aco-preservados/">Cabos de aço preservados</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Uma autobiografia dos meus primeiros 70 anos</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/uma-autobiografia-dos-meus-primeiros-70-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 19:41:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistalogistica.com.br/2021/05/17/uma-autobiografia-dos-meus-primeiros-70-anos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lançamento do Livro:&#160;Uma autobiografia dos meus primeiros 70 anos. Reinaldo A. Moura A razão principal para eu escrever este livro foi a pandemia da Covid-19. Logo nos primeiros 60 dias de isolamento social, fiquei na expectativa de como seria o futuro, o que iria acontecer, quando teríamos uma vacina e seríamos imunizados para, enfim, podermos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lançamento do Livro:&nbsp;Uma autobiografia dos meus primeiros 70 anos. Reinaldo A. Moura</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-10618" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2021/05/LivroRam300x300.webp" alt="LivroRam300x300" width="489" height="491" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2021/05/LivroRam300x300.webp 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2021/05/LivroRam300x300-100x100.webp 100w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2021/05/LivroRam300x300-150x150.webp 150w" sizes="(max-width: 489px) 100vw, 489px" /></p>
<div dir="auto">A razão principal para eu escrever este livro foi a pandemia da Covid-19. Logo nos primeiros 60 dias de isolamento social, fiquei na expectativa de como seria o futuro, o que iria acontecer, quando teríamos uma vacina e seríamos imunizados para, enfim, podermos retomar a nossas atividades normais.</div>
<p><span id="more-10619"></span></p>
<div dir="auto">Decorridos os dois a três primeiros meses, percebi que isso não ocorreria tão cedo. Aliás, os próprios médicos, especialistas, cientistas, diziam isso. Estávamos ingressando num novo modelo corporativo, no home office. Além disso, com a pandemia, o mundo “VUCA”-V de volátil, U de incerto em inglês, C de complexo e A de ambíguo que já era um velho conheci do, é quem agora nos orientará nos próximos anos.</div>
<div dir="auto">&nbsp;</div>
<div dir="auto">Eu, pela idade, já sou uma pessoa idosa e, portanto considerada, de risco, sem possibilidade de fazer as habituais viagens pelo interior do Brasil e, principalmente, ao exterior. Então, fiquei isolado em casa ou em minha chácara escrevendo essa autobiografia.</div>
<div dir="auto">&nbsp;</div>
<div dir="auto">Esse livro foi um alívio, porque eu não podia ministrar cursos e tive que transferi-los para os meus colegas e parceiros dentro da própria IMAM. Além disso, exclui-me dos webinars, apresentados por outros diretores e gerentes todas às quintas-feiras, junto com os clientes da IMAM Consultoria. O que me restou foi olhar ao redor e ver minha coleção de pratinhos, que são lembranças das minhas viagens pelo mundo, e fazer uma reflexão dos até então 70 anos bem vividos. Passou um filme na minha cabeça, que transcrevi em forma desta autobiografia.</div>
<div dir="auto">&nbsp;</div>
<div dir="auto">Autor: Reinaldo A. Moura – IMAM 2021.</div>
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<div>Compre em nossa livraria:&nbsp;<a href="https://www.imam.com.br/livraria2/produto/uma-autobiografia-dos-meus-primeiros-70-anos/">Uma autobiografia dos meus primeiros 70 anos – Livraria IMAM</a></div>
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		<title>Logística entre as prioridades da Tirol</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/logistica-entre-as-prioridades-da-tirol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; empilhadeira; distribuição; Tirol; laticínios;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor de logística da Lacticínios Tirol distribui o portfólio da marca, composto por mais de 200 produtos, para todo território nacional. O deslocamento é feito a partir de suas unidades produtivas, centros de distribuição e armazéns, utilizando transportadoras terceirizadas, operadores logísticos e filiais. O embarque direto de fábrica representa o maior volume da distribuição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10544" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/12/tirollaticinios.jpg" alt="tirollaticinios" width="300" height="222" style="margin-right: 10px; float: left;" />O setor de logística da Lacticínios Tirol distribui o portfólio da marca, composto por mais de 200 produtos, para todo território nacional.</p>
<p><span id="more-10545"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O deslocamento é feito a partir de suas unidades produtivas, centros de distribuição e armazéns, utilizando transportadoras terceirizadas, operadores logísticos e filiais. </p>
<p>O embarque direto de fábrica representa o maior volume da distribuição em função de um menor custo de atendimento em cargas de alto volume (fechada) e, também, do preço baixo dos produtos distribuídos, como o caso do leite UHT.</p>
<p>Segundo o gerente de Logística da Tirol, Sandro Salgado, a opção por transporte terceirizado ocorreu, justamente, para que a empresa pudesse trabalhar com um custo adequado para a entrega de seus produtos. “Dessa maneira, garantimos um alto nível de serviço e margem de nossos produtos, bem como concentramos em nosso core business, que é a produção e comercialização de leite e derivados”, explica.</p>
<p>Para atender toda a demanda – cerca de 200 mil litros de leite/dia –, a Tirol utiliza em torno de 280 veículos diários, entre 80 tanques (rodotrem, vanderléia, bitrem e carreta) para coleta do leite in natura nos fornecedores com destino às fábricas da empresa, 150 tanques (rodotrem, carretas, bitrucks e trucks) para atendimento dos clientes via embarques direto de fábrica e mais 50 veículos (trucks, toco, ¾ e HR) para atendimento dos clientes via centros de distribuição/armazéns. </p>
<p>Os grandes volumes de embarque ocorrem a partir da unidade de Treze Tílias (SC), com principais destinos sendo o Litoral de Santa Catarina, que representa em torno de 30% do volume de cargas da empresa, e São Paulo, com mais 25% de participação dos embarques.</p>
<p>Além do transporte rodoviário, a Tirol utiliza o modal aquaviário para transportar suas cargas do Norte e Nordeste com a modalidade de cabotagem, onde consegue um custo 30% menor em relação ao custo via modal rodoviário.</p>
<p><strong>Desafios e metas<br /></strong><br />A crescente demanda por menor custo, a qualidade do serviço e o menor prazo de entrega estão entre os principais desafios enfrentados pela logística da Tirol. Para superar obstáculos e atingir as metas, a companhia conta com parcerias estratégicas, uma boa programação e roteirização das entregas, utilização de veículos maiores e mais econômicos, fidelização de transportadoras, centralização e consolidação dos estoques. </p>
<p>“Está em nosso radar a otimização das cargas transportadas para buscar um menor custo unitário de frete, a revisão constante da malha de atendimento para evitar viagens ociosas de um ponto a outro de entrega e, também, de projetos de excelência operacional para eliminar todo e qualquer desperdício que possam comprometer o custo total logístico”, conclui Salgado, destacando que a empresa desenvolveu o projeto batizado de Fortress, que abriu um novo Centro de Distribuição para otimizar o nível de serviço prestado em Santa Catarina.</p>
<p><em>As informações são da Assessoria de Imprensa Tirol.</em></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/logistica-entre-as-prioridades-da-tirol/">Logística entre as prioridades da Tirol</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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