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	<title>Revista Logística e Supply Chain</title>
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	<description>Noticias e atualizações sobre Logística e Supply Chain</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Apr 2026 15:12:20 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Revista Logística e Supply Chain</title>
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		<title>MODEX 2026 reforça a era da orquestração inteligente na intralogística</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/modex-2026-reforca-a-era-da-orquestracao-inteligente-na-intralogistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reinaldo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Realizada em Atlanta entre 13 e 16 de abril, a MODEX 2026 consolidou-se como uma das edições mais representativas da história recente do evento, reunindo mais de mil expositores e sinalizando, com clareza, para onde caminha a intralogística mundial.&#160; Mais do que uma feira sobre automação, a edição deste ano evidenciou uma mudança de foco: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Realizada em Atlanta entre 13 e 16 de abril, a MODEX 2026 consolidou-se como uma das edições mais representativas da história recente do evento, reunindo mais de mil expositores e sinalizando, com clareza, para onde caminha a intralogística mundial.&nbsp;</p>



<p>Mais do que uma feira sobre automação, a edição deste ano evidenciou uma mudança de foco: o protagonismo passou da automação isolada para a orquestração inteligente dos sistemas.</p>



<p>Um dos sinais mais fortes foi a maturidade da inteligência artificial aplicada às operações.&nbsp;</p>



<p>Diferentemente de edições anteriores, em que IA aparecia muitas vezes como promessa, na MODEX 2026 ela surgiu integrada à operação real, apoiando decisões em tempo real, sincronizando fluxos, ampliando a inteligência de sistemas de armazenagem e elevando o nível de integração entre software, equipamentos e operadores.&nbsp;</p>



<p>O conceito de “Agentic AI”, bastante presente nas discussões, reforçou essa evolução.</p>



<p>Outro aspecto marcante foi a força do conceito de orquestração. WMS, WCS, WES, robôs móveis, sistemas goods-to-person e automação de docas apareceram menos como tecnologias independentes e mais como partes de ecossistemas coordenados.&nbsp;</p>



<p>Em vez de a pergunta ser quantos robôs uma operação possui, o debate passou a ser como múltiplas tecnologias podem atuar de forma sincronizada para gerar agilidade, resiliência e produtividade.</p>



<p>A robótica também mostrou um salto em diversidade e maturidade.&nbsp;</p>



<p>Além da forte presença de AMRs, chamou atenção o avanço de soluções como shuttles multidirecionais, sistemas AS/RS mais densos, robôs para descarregamento de caminhões, drones para inventário e células colaborativas para picking e paletização.&nbsp;</p>



<p>O movimento observado foi menos de substituição e mais de coexistência entre diferentes arquiteturas de automação, cada uma respondendo a necessidades específicas.</p>



<p>Outro tema muito presente foi a expansão do uso de visão computacional e sensores como camada estratégica das operações.&nbsp;</p>



<p>Inspeção automatizada, visibilidade de estoque em tempo real, segurança inteligente e aplicações baseadas em percepção e resposta instantânea apareceram em inúmeras soluções, reforçando a evolução para operações mais cognitivas.</p>



<p>Uma surpresa para muitos foi o destaque dado à automação de docas e recebimento, tradicionalmente um dos gargalos menos automatizados da cadeia. Soluções voltadas para carga e descarga automatizada, sincronização de docas e eliminação de tempos improdutivos apareceram com força, sugerindo uma nova fronteira de produtividade.</p>



<p>A pauta energética e de sustentabilidade também ganhou maior densidade técnica.&nbsp;</p>



<p>Mais do que discurso ESG, a feira mostrou aplicações concretas envolvendo gestão de energia, novas soluções de baterias, carregamento inteligente e eficiência operacional, inclusive refletidas nos projetos reconhecidos nos Innovation Awards promovidos pela MHI.</p>



<p>Talvez a principal mensagem deixada pela MODEX 2026 seja que o mercado começa a migrar de uma lógica centrada em equipamentos para outra centrada em ecossistemas inteligentes.&nbsp;</p>



<p>A discussão passa menos por “automatizar ou não automatizar” e mais por como combinar tecnologias, dados e inteligência para criar operações mais autônomas.</p>



<p>Se a automação foi o eixo dominante da última década, a grande impressão deixada por Atlanta é que a próxima fronteira será definida pela capacidade de orquestrar essa automação.&nbsp;</p>



<p>E essa é&nbsp;a síntese da MODEX 2026 e um ótimo&nbsp;aperitivo que devemos ver na próxima INTRA-LOG Expo South America, que se realizará de 15 a 17 de Setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo.</p>



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		<title>LogiMAT 2026 bate recordes e confirma intralogística como motor de decisão em tempos de incerteza</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/logimat-2026-bate-recordes-e-confirma-intralogistica-como-motor-de-decisao-em-tempos-de-incerteza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Supply Chain Magazine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 10:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num contexto económico e geopolítico desafiante, a LogiMAT 2026, que decorreu em Estugarda de 24 a 26 de março, fechou com máximos históricos e uma mensagem clara: a intralogística deixou de ser apenas uma área de otimização para se afirmar como espaço de decisão estratégica e investimento. A intralogística parece ser uma daquelas áreas em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Num contexto económico e geopolítico desafiante, a LogiMAT 2026, que decorreu em Estugarda de 24 a 26 de março, fechou com máximos históricos e uma mensagem clara: a intralogística deixou de ser apenas uma área de otimização para se afirmar como espaço de decisão estratégica e investimento.</strong></p>



<p>A intralogística parece ser uma daquelas áreas em que o contexto não trava o insvestimento e, durante três dias, Estugarda voltou a concentrar aquilo que está a mexer globalmente com a intralogística. A LogiMAT 2026 reuniu 1.671 expositores de 46 países e ocupou quase 69 mil metros quadrados de área de exposição, distribuídos por dez pavilhões completamente cheios. Pelo recinto passaram 69.856 visitantes, um novo máximo que ultrapassa os números de 2024 e reforça uma tendência de crescimento que não é apenas quantitativa.</p>



<p>O dado mais relevante não está na dimensão, mas no perfil de quem esteve presente. Mais de metade dos visitantes tinha poder de decisão nas suas empresas e uma parte significativa chegou à feira com projetos concretos para avançar. Um em cada quatro acabou por adjudicar contratos durante o evento ou imediatamente depois, o que não é um detalhe. É um sinal.</p>



<p>Num momento em que muitas organizações ainda ajustam expectativas face à instabilidade global, a intralogística mostra um comportamento diferente. Não espera. Ajusta-se e pede investimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>De montra a espaço de execução</strong></h2>



<p>A LogiMAT tem vindo a mudar de natureza e esta edição torna isso evidente. A feira continua a ser um ponto de contacto com inovação, mas tornou-se sobretudo um espaço onde se fecha negócio. Os acordos anunciados ao longo dos três dias refletem essa maturidade, segundo a organização. Fala-se de integração de sensores em robótica autónoma, de sistemas de carregamento para frotas de robôs, de implementações em escala com inteligência artificial e de parcerias entre integradores e plataformas de software logístico.</p>



<p>Há uma linha comum nestes movimentos. As soluções deixam de estar em fase de teste para passarem a estar prontas para implementação. A conversa já não é sobre potencial, mas sim sobre aplicação.</p>



<p>Se olharmos para os segmentos mais representados na feira, percebemos rapidamente onde está o centro de gravidade do setor. As tecnologias de movimentação e armazém continuam a dominar, mas surgem praticamente lado a lado com software, sistemas de gestão e ferramentas de simulação. Equipamentos, plataformas digitais e soluções de automação aparecem cada vez mais interligados, quase como partes de um mesmo sistema.</p>



<p>Esta proximidade não é coincidência. Reflete uma mudança mais profunda. A eficiência deixou de depender de equipamentos isolados e passou a depender da forma como tudo se liga. A intralogística está a tornar-se um sistema integrado, onde hardware e software funcionam como camadas de uma mesma operação.</p>



<p>A automação continua a ser uma presença dominante, mas com um discurso diferente daquele que se ouvia há uns anos. Já não se trata de experimentar ou validar conceitos. Fala-se, isso sim, de escalar, integrar e adaptar.</p>



<p>Os sistemas apresentados refletem precisamente essa evolução. Surgem soluções híbridas que combinam operação manual e automatizada, robôs que trabalham de forma colaborativa com equipas humanas e plataformas que permitem gerir tudo em tempo real. A inteligência artificial aparece menos como elemento de demonstração e mais como ferramenta operacional, integrada nos processos de picking, planeamento e controlo.</p>



<p>O foco desloca-se da tecnologia para o contexto em que ela opera. O desafio já não é automatizar. É fazê-lo sem comprometer flexibilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O fator humano continua no centro</strong></h2>



<p>Entre os temas que começaram a ganhar espaço, a robótica humanoide destacou-se pela curiosidade que gerou. Ainda longe de uma adoção generalizada, apareceu tanto em demonstrações práticas como em discussões mais exploratórias, nomeadamente através de estudos apresentados durante o evento.</p>



<p>O interesse é compreensível. A promessa de maior adaptabilidade em ambientes complexos ou pouco estruturados, abre possibilidades onde a automação tradicional encontra limites. Ainda é cedo para falar em escala, mas já não é cedo para ficar atento e acompanhar.</p>



<p>Apesar da forte presença tecnológica, a LogiMAT voltou a dar espaço a um tema recorrente. A dificuldade em atrair e reter talento continua a ser um dos principais desafios do setor. Iniciativas como o CareerDay ou os programas direcionados a startups e jovens inovadores procuraram precisamente aproximar novos perfis da intralogística e reposicionar a forma como esta área é percecionada.</p>



<p>Este esforço acompanha a transformação do próprio setor. À medida que a operação se torna mais tecnológica, também muda o tipo de competências necessárias. A intralogística está a deixar de ser vista como uma função de suporte, para onde convergem tecnologia, operação e decisão.</p>



<p>A LogiMAT 2026 não trouxe uma rutura com o que já vinha a acontecer, mas consolidou uma mudança de fase. A intralogística entrou definitivamente num ciclo de maturidade, onde a inovação já não se mede apenas pelo que é novo, mas pelo que é aplicável.</p>



<p>Num cenário marcado por incerteza, o setor responde com investimento orientado, integração de sistemas e foco na execução. Não se trata de acompanhar tendências. Trata-se de decidir. E é talvez essa a principal leitura desta edição. A intralogística deixou de ser apenas o lugar onde se ganha eficiência. Passou a ser o lugar onde se materializa capacidade de resposta.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/logimat-2026-bate-recordes-e-confirma-intralogistica-como-motor-de-decisao-em-tempos-de-incerteza/">LogiMAT 2026 bate recordes e confirma intralogística como motor de decisão em tempos de incerteza</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GWM atinge 98% de disponibilidade de peças no Brasil e amplia operação logística em Cajamar</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/gwm-atinge-98-de-disponibilidade-de-pecas-no-brasil-e-amplia-operacao-logistica-em-cajamar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GWM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 18:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Centro de Distribuição completa três anos em abril com mais de 800 mil peças em estoque, avaliadas em mais de R$ 85 milhões Desde 2023, a área de armazenamento cresceu de 1.000 m² para de 8.000 m² Para casos prioritários, o tempo de entrega pode chegar a 48 horas para qualquer região do país Política [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Centro de Distribuição completa três anos em abril com mais de 800 mil peças em estoque, avaliadas em mais de R$ 85 milhões</em></p>



<p><em>Desde 2023, a área de armazenamento cresceu de 1.000 m² para de 8.000 m²</em></p>



<p><em>Para casos prioritários, o tempo de entrega pode chegar a 48 horas para qualquer região do país</em></p>



<p><em>Política da marca garante disponibilidade de 100% das baterias dos modelos híbridos e elétricos</em></p>



<p><em>Visando a redução de emissões, entrega de peças é feita por caminhões elétricos</em></p>



<p><strong>24 de março de 2026 –</strong>&nbsp;A GWM consolida sua operação no Brasil com resultados expressivos em eficiência e disponibilidade de peças, impulsionados pelo alto desempenho do seu Centro de Distribuição em Cajamar (a cerca de 40 km da capital paulista), que está completando três anos de funcionamento. Localizado em um dos principais polos logísticos do país, o CD se tornou um dos pilares fundamentais na estratégia de pós-venda da autotech, sustentando o crescimento da operação nacional.</p>



<p>Desde a inauguração do centro, em abril de 2023 — pouco antes de as vendas no país começarem — a GWM estruturou um modelo logístico escalável, preparado para acompanhar a expansão da linha de veículos da marca. Esse planejamento antecipado reforça o compromisso com o pós-venda desde sua chegada ao mercado brasileiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Crescimento operacional</strong></h2>



<p>Em apenas três anos, a área operacional foi ampliada de menos de 1.000 m² para mais de 8.000 m². Em 2025, a empresa alcançou um índice de disponibilidade de peças de 98% para seus seis modelos (Haval H6 e H9, ORA 03, Tank 300, Poer P30 e Wey 07), superando a média do mercado nacional, estimada em 93%.</p>



<p>A operação também se destaca pela eficiência no suporte à rede de concessionárias em todo o Brasil, hoje com 131 lojas, com expedições diárias e soluções logísticas dedicadas para casos prioritários, incluindo transporte aéreo com prazos de entrega de até 48 horas.</p>



<p>“Em casos críticos, conseguimos enviar uma peça para Manaus, por exemplo, em até dois dias. Essa iniciativa garante ainda mais agilidade e confiabilidade no atendimento aos nossos clientes”, explica Thiago Potenza, Diretor de Planejamento de Vendas, Importação e Logística da GWM Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Hub logístico e entrega de peças com caminhão elétrico</strong></h2>



<p>Atualmente, a GWM opera com um inventário com mais de 800 mil itens, avaliados em cerca de R$ 85 milhões. Entre os diferenciais está o estoque de 100% das baterias de alta voltagem de todos os veículos híbridos e elétricos da GWM. Com a chegada de novos modelos no mercado brasileiro, previstos para este ano, a expectativa é de que o centro de Cajamar finalize 2026 com números ainda mais impressionantes.</p>



<p>Potenza explica que a escolha de Cajamar para sediar o Centro de Distribuição de Peças se deve à sua localização estratégica, já que o local é considerado um importante hub logístico. “Cajamar oferece acesso rápido às principais rodovias do estado de São Paulo e também fica próxima de aeroportos, como Guarulhos e Viracopos, além do Porto de Santos, onde as peças desembarcam importadas da China. O resultado dessa infraestrutura robusta é uma cadeia de suprimentos ágil e confiável”, finaliza o Diretor de Logística.</p>



<p>Outro ponto de destaque da operação logística de peças da GWM está na preocupação com a redução de carbono nessa etapa da distribuição. Como acontece desde 2023, a entrega dos componentes de maior giro é feita por caminhões elétricos, que são veículos com zero emissão de poluentes. Essa modalidade de entrega está concentrada na região da Grande São Paulo e está a cargo da DSV, a operadora logística de peças oficial da GWM Brasil.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a GWM</strong></h2>



<p>Maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, a GWM é a terceira maior fabricante mundial de picapes médias, segmento que ela lidera na China há 28 anos, onde tem uma participação acima de 50%. A empresa tem uma atuação global que envolve mais de 150 países e regiões, 80 mil colaboradores e 13 centros de P&amp;D (Pesquisa e Desenvolvimento) distribuídos em quatro países.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/gwm-atinge-98-de-disponibilidade-de-pecas-no-brasil-e-amplia-operacao-logistica-em-cajamar/">GWM atinge 98% de disponibilidade de peças no Brasil e amplia operação logística em Cajamar</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>GoodStorage amplia liderança em self storage enquanto categoria se consolida em São Paulo</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/goodstorage-amplia-lideranca-em-self-storage-enquanto-categoria-se-consolida-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[GoodStorage]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 14:49:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra recorde de lembrança de marca e crescimento do conhecimento da solução entre moradores da capital São Paulo, março de 2026 –&#160;O mercado de self storage avança na consolidação entre os moradores da cidade de São Paulo e começa a ganhar espaço definitivo no repertório do consumidor urbano. A nova edição da pesquisa de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa mostra recorde de lembrança de marca e crescimento do conhecimento da solução entre moradores da capital</em></p>



<p><strong>São Paulo, março de 2026 –</strong>&nbsp;O mercado de self storage avança na consolidação entre os moradores da cidade de São Paulo e começa a ganhar espaço definitivo no repertório do consumidor urbano. A nova edição da pesquisa de saúde de marca encomendada pela GoodStorage e realizada pela MindMiners mostra que 58% dos paulistanos já afirmam saber o que é self storage, o maior índice desde o início do levantamento e quatro pontos percentuais acima da edição anterior.</p>



<p>O avanço do conhecimento da categoria ocorre ao mesmo tempo em que a GoodStorage fortalece sua posição como principal referência do setor. A empresa é a marca&nbsp;<em>top of mind</em>, de 1 a cada 5 entrevistados, o melhor resultado já registrado no estudo, além de aparecer nas menções espontâneas, de 1 a cada 4 entrevistados, também recorde na série histórica da pesquisa. Resultados também distantes das marcas em segundo e terceiro lugares no ranking.</p>



<p>“O self storage está deixando de ser uma solução pouco conhecida e passa a fazer parte do repertório do consumidor urbano. Ao mesmo tempo em que a categoria amadurece, vemos a GoodStorage consolidar uma posição de liderança em presença mental. Isso é especialmente relevante em mercados em formação, nos quais a primeira marca a ocupar esse espaço tende a se tornar referência para todo o setor”, afirma Thiago Cordeiro, CEO e fundador da GoodStorage.</p>



<p>O estudo mostra que o entendimento da solução já está bastante consolidado entre quem a conhece. Cerca de 80% definem self storage como armazenamento e 37% associam diretamente ao aluguel de espaços, enquanto 72% reconhecem o modelo como aluguel de boxes para guardar pertences ou estoques. Além disso, 64% afirmam que a solução pode atender tanto pessoas físicas quanto empresas, reforçando a versatilidade do modelo.</p>



<p>Entre os entrevistados que nunca utilizaram a solução, 76% afirmam que não tiveram necessidade de contratar um espaço, enquanto apenas 13% apontam o preço como principal barreira. Quando a solução é utilizada, porém, a experiência tende a se manter: entre os consumidores que já contrataram um espaço, 65% afirmam que continuam o alugando atualmente.</p>



<p>A pesquisa também revela que as situações emergenciais seguem sendo o principal gatilho para o uso da solução. Mudanças, reformas ou reorganização de espaço aparecem como motivo para 53% dos usuários, seguidas pela necessidade de guardar itens pessoais (39%) ou por demandas comerciais (34%).</p>



<p>No recorte de marca, a GoodStorage mantém liderança consistente em diferentes indicadores do funil de decisão. 38% dos entrevistados afirmam conhecer a empresa. Entre as marcas avaliadas, a empresa também aparece como a preferida do público, com 20% de preferência, bem à frente dos concorrentes.</p>



<p>Outro ponto de destaque é a alta intenção de uso da marca. 96% dos entrevistados afirmam que considerariam utilizar a GoodStorage caso precisassem de espaço, e 40% indicam a empresa como primeira escolha, o maior índice entre todas as marcas avaliadas.</p>



<p>Além do avanço no self storage, o estudo também analisou a percepção sobre os Galpões Urbanos, solução logística da GoodStorage voltada a operações de distribuição dentro da cidade. A pesquisa mostra que 58% dos entrevistados já ouviram falar do modelo, e 81% reconhecem a GoodStorage como uma opção de galpões logísticos.</p>



<p>Entre os principais benefícios percebidos da solução estão a eficiência logística (65%), a facilidade de logística reversa (41%) e vantagens associadas a cidades mais sustentáveis e inteligentes (31%). Para os entrevistados, os principais fatores considerados ao buscar esse tipo de espaço são segurança (72%), localização (67%), infraestrutura (61%) e valor do metro quadrado (54%).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a pesquisa</strong></h2>



<p>O estudo foi realizado pela MindMiners, a pedido da GoodStorage, entre os dias 2 e 8 de fevereiro de 2026. Foram entrevistados 530 moradores da cidade de São Paulo. Esta é a sexta onda do levantamento, iniciado para acompanhar a evolução do conhecimento da categoria de self storage e o posicionamento das marcas no setor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sobre a GoodStorage</strong></h2>



<p>Fundada em 2013 por Thiago Cordeiro, a empresa se propõe a revolucionar o mercado de armazenagem urbana em São Paulo, sendo atualmente a principal operadora do segmento no país. Atendendo pessoas físicas ou empresas e indústrias de diversos segmentos, com capilaridade, escala e flexibilidade, opera mais de 65 unidades de self storage e galpões urbanos. Com investimento da Evergreen Investment Advisors, gestora de fundos com aproximadamente US$ 6 bilhões sob gestão ao redor do globo, a&nbsp;<strong>GoodStorage</strong>&nbsp;atua principalmente na cidade de São Paulo, em soluções de armazenagem urbana distribuídas em mais de 400 mil m². &nbsp;</p>



<p></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/goodstorage-amplia-lideranca-em-self-storage-enquanto-categoria-se-consolida-em-sao-paulo/">GoodStorage amplia liderança em self storage enquanto categoria se consolida em São Paulo</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Logística brasileira em 2026: eficiência, sustentabilidade e inteligência territorial norteiam o crescimento do setor</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/logistica-brasileira-em-2026-eficiencia-sustentabilidade-e-inteligencia-territorial-norteiam-o-crescimento-do-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gilson Schilis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 19:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condomínios e Operadores Logísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor logístico vive um dos momentos mais desafiadores da logística brasileira e, ao mesmo tempo, promissores da sua história no Brasil. A combinação entre o crescimento do e-commerce, a interiorização do consumo e as transformações tecnológicas está redefinindo a forma como pensamos infraestrutura, eficiência e desenvolvimento urbano. Nesse contexto, a logística deixou de ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor logístico vive um dos momentos mais desafiadores da logística brasileira e, ao mesmo tempo, promissores da sua história no Brasil.</p>



<p>A combinação entre o crescimento do e-commerce, a interiorização do consumo e as transformações tecnológicas está redefinindo a forma como pensamos infraestrutura, eficiência e desenvolvimento urbano.</p>



<p>Nesse contexto, a logística deixou de ser vista apenas como custo e passou a ser um diferencial competitivo estratégico.</p>



<p>Acompanhamos uma mudança profunda na dinâmica de consumo nos últimos anos. Neste ano, estima-se que o comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 234,9 bilhões, com um volume estimado de 435 milhões de pedidos anuais e ticket médio de R$ 539. <br><br>Essa expansão exige operações mais ágeis, centros de distribuição tecnologicamente avançados e localizações cada vez mais próximas dos centros de consumo.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o mapa econômico do país reforça a importância do eixo Sudeste–Sul. Sete estados concentram 70% do PIB nacional e 56% da população, o que significa que as decisões de investimento em infraestrutura logística passam, necessariamente, por uma leitura inteligente desse território. </p>



<p>São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul formam o coração da demanda logística intensiva no país e onde os gargalos de transporte e mobilidade ainda desafiam o crescimento.</p>



<p>É com base na alta demanda e onde está concentrado o PIB nacional que desenhamos nossa estratégia. Na Fulwood, acreditamos que o papel do desenvolvedor logístico vai além de construir galpões. É preciso criar ecossistemas de eficiência, conectando tecnologia, sustentabilidade e inteligência territorial. Hoje, somamos mais de 1,6 milhão de m² de área construída, 850 mil m² sob administração direta e um pipeline de mais de 1 milhão de m² em novos projetos. Essa trajetória é resultado de um modelo de negócio baseado em análise rigorosa de terrenos, engenharia própria e foco absoluto na qualidade e operação.</p>



<p>Mas o futuro da logística não se limita à expansão física. Ele passa, também, pela automação e sustentabilidade. Galpões inteligentes, sistemas de armazenagem automatizados, energia 100% renovável e certificações ambientais se tornaram o novo padrão. Como referência, neste ano,&nbsp; a Fulwood atingiu 77,69% de compensação de carbono, quatro anos antes da meta prevista, um avanço que reafirma nosso compromisso em liderar a transição para uma operação logística de baixo impacto.</p>



<p>Além do desempenho empresarial, é essencial discutir o papel do setor público. O desenvolvimento de polos logísticos depende de políticas integradas que envolvam infraestrutura viária, segurança, planejamento urbano e qualificação de mão de obra. Cidades preparadas para receber novos empreendimentos precisam investir em corredores logísticos, transporte multimodal e incentivos fiscais inteligentes. Sem isso, o avanço do setor será sempre limitado pela ausência de base estrutural.</p>



<p>A logística brasileira vive uma virada histórica. O futuro pertence a quem souber combinar visão de longo prazo, execução consistente e responsabilidade ambiental. Porque, no fim das contas, a logística não move apenas produtos, ela move a economia, as cidades e o desenvolvimento do país.</p>



<p>É nesse contexto, com confiança no mercado em 2026 e a entrega de mais 150 mil m² em ABL previstos, que a Fulwood Capital Partners abre uma nova frente de crescimento, conectando o mercado imobiliário logístico ao mercado de capitais. Com fundos estruturados entre R$ 200 e R$ 400 milhões, voltados a ativos de alta qualidade, inauguramos um novo ciclo de investimento e diversificação, baseada na demanda que o mercado apresenta, sobretudo considerando os condomínios logísticos AAA. Prova disso é a vacância zero de nossos empreendimentos, contra a média nacional, de 7,5%, segundo levantamento da Binswanger Brasil.</p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:26% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-1024x682.jpg" alt="Gilson Schilis e os desafios da logística brasileira" class="wp-image-12433 size-full" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-1024x682.jpg 1024w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-300x200.jpg 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-768x512.jpg 768w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-1536x1023.jpg 1536w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-600x400.jpg 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Gilson Schilis é fundador e CEO da Fulwood, uma das principais empresas de condomínios logístico-industriais do Brasil. Com mais de 30 anos de atuação no setor, lidera a expansão da companhia em projetos classe AAA, unindo inovação, sustentabilidade e visão estratégica para o futuro da logística nacional.</strong></h5>
</div></div>



<p></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/logistica-brasileira-em-2026-eficiencia-sustentabilidade-e-inteligencia-territorial-norteiam-o-crescimento-do-setor/">Logística brasileira em 2026: eficiência, sustentabilidade e inteligência territorial norteiam o crescimento do setor</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Como estratégias de içamento de cargas contribuem para a sustentabilidade na construção civil</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/como-estrategias-de-icamento-de-cargas-contribuem-para-a-sustentabilidade-na-construcao-civil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Fuertes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 19:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cargas]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[empreendimento]]></category>
		<category><![CDATA[içamento]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A sustentabilidade na construção civil deixou de ser um diferencial para se tornar um requisito em projetos, investimentos e políticas públicas. Durante muito tempo, esse tema esteve concentrado quase que exclusivamente no desempenho do edifício em operação, com destaque principalmente em eficiência energética e uso racional da água. Nos últimos anos, no entanto, esse olhar passou a se ampliar, incorporando os impactos gerados na fase construtiva, quando decisões técnicas e operacionais se refletem em aspectos como pegada de carbono e descarte de materiais.<br><br>Esse movimento é visível tanto no mercado quanto na esfera institucional. O Brasil figura entre os dez países com maior área certificada pelo sistema LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), com mais de dois milhões de metros quadrados certificados, segundo o U.S. Green Building Council. Em paralelo, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou recentemente o projeto EDinova, que propõe a promoção de edifícios com emissões líquidas zero ao longo de todo o ciclo de vida, incluindo explicitamente a etapa de obra.<br><br>Esse conjunto de iniciativas reforça uma mudança relevante de paradigma, na qual o canteiro de obras passa a ser entendido como parte integrante da agenda de sustentabilidade, e não apenas como uma etapa transitória até a entrega do empreendimento. Com esse novo contexto, atividades tradicionalmente avaliadas apenas sob a ótica da produtividade e da segurança passam a ser analisadas também pelo seu impacto ambiental.<br><br>A movimentação e o içamento de cargas se inserem exatamente nesse ponto. Embora raramente apareçam como protagonistas nos debates sobre construção sustentável, essas operações atravessam toda a dinâmica do canteiro e influenciam diretamente no consumo de energia, na geração de resíduos, no tempo de obra e impactam até mesmo o entorno urbano.<br><br><strong>Logística de içamentos influencia no impacto ambiental<br></strong><br>O canteiro de obras concentra uma série de fatores que ampliam emissões indiretas e desperdícios quando mal gerenciados. Equipamentos pesados em operação contínua, retrabalho decorrente de falhas logísticas, danos a componentes estruturais e atrasos no cronograma formam um ciclo que eleva o impacto ambiental da obra como um todo. A movimentação de cargas está no centro desse processo, especialmente se pensarmos que cada içamento adicional, ou reposicionamento desnecessário, ou falha de planejamento se traduzem em mais tempo de equipamento ligado, maior consumo de combustível ou de energia elétrica e maior desgaste de materiais.<br><br>Por outro lado, quando o içamento é tratado de forma estruturada, com planejamento adequado e integração à logística geral da obra, o efeito é inverso. Movimentos redundantes são reduzidos, o retrabalho é minimizado e o uso dos recursos disponíveis passa a ser otimizado. Em termos ambientais, isso significa menos emissões associadas à execução, menor geração de resíduos e menor interferência urbana. Este exemplo mostra que o içamento não é um elemento neutro na equação da sustentabilidade. Ele pode atuar como amplificador de impacto ou como aliado silencioso na redução da pegada ambiental do empreendimento.<br><br>Mas como fazer isso na prática? A resposta começa no planejamento. Quando o plano de içamento vai além de uma abordagem de segurança e passa a ser encarado também como ferramenta de eficiência operacional, ele orienta decisões que reduzem desperdícios ao longo de toda a obra.<br>Podemos listar como exemplos a definição correta de sequências, a escolha de equipamentos compatíveis com as cargas e o sincronismo entre entrega de materiais e capacidade de içamento. São práticas que contribuem para encurtar prazos e diminuir o tempo de operação. Essa racionalização se reflete diretamente na redução do consumo energético e das emissões associadas.<br><br><strong>Modernização do içamento contribui para obras mais sustentáveis</strong><br><br>A tecnologia também desempenha papel relevante nesse processo. O setor de guindastes e gruas vem incorporando soluções mais eficientes do ponto de vista energético, como equipamentos elétricos, sistemas híbridos e controles inteligentes que ajustam o consumo à carga efetiva. Além da redução de emissões diretas, esses equipamentos oferecem ganhos importantes na diminuição do ruído, fator cada vez mais relevante em obras localizadas em áreas urbanas densas. Certificações ambientais e legislações municipais tendem a valorizar cada vez mais esse aspecto, reforçando a importância de escolhas tecnológicas alinhadas à sustentabilidade.<br><br>Outro ponto frequentemente subestimado está nos produtos e acessórios que viabilizam as operações de içamento. Cabos de aço, lingas, manilhas e sistemas de amarração fazem parte de um conjunto crítico que, quando mal especificado, gera substituições frequentes, descarte prematuro e aumento do consumo de matéria-prima. A escolha de produtos com maior durabilidade e desempenho adequado à aplicação reduz a necessidade de reposições ao longo da obra, diminuindo resíduos e a demanda por novos insumos.<br><br>Nesse sentido, a especificação técnica correta passa a ser referência ambiental, tendo seu escopo ampliado para além da segurança e do desempenho. Produtos mais duráveis e corretamente dimensionados reduzem o impacto ao longo do ciclo de vida da obra e contribuem para uma lógica mais eficiente de uso de recursos.<br><br>Ao observar esse conjunto de fatores, fica evidente que o setor de içamento e movimentação de cargas pode assumir um papel mais estratégico na transição para uma construção civil mais sustentável. Isso não significa deslocar o foco para um único elo da cadeia, mas reconhecer que decisões relacionadas ao içamento influenciam diretamente indicadores ambientais relevantes. Empresas especializadas em soluções de elevação têm a oportunidade de contribuir desde as fases iniciais do projeto, apoiando escolhas técnicas que reduzam impactos ao longo de toda a execução.<br><br>Diante de iniciativas públicas e privadas que passam a exigir edificações com menor pegada de carbono ao longo de todo o ciclo de vida, ignorar a fase construtiva deixa de ser uma opção. O canteiro passa a ser avaliado com o mesmo rigor aplicado ao edifício em operação. Assim, elevar o padrão técnico e operacional do içamento é uma forma concreta de reduzir emissões, desperdícios e impactos urbanos, sem comprometer a produtividade ou a segurança.<br><br>A sustentabilidade na construção civil não será alcançada apenas com novos materiais ou sistemas mais eficientes de climatização. Ela exige uma visão sistêmica, capaz de integrar planejamento, tecnologia, execução e responsabilidade ambiental. O setor de içamento, ao aprimorar seus processos, produtos e práticas, contribui diretamente para esse avanço. Tornar o içamento mais eficiente é, também, uma maneira de tornar a construção civil mais responsável, resiliente e alinhada às exigências de um futuro de baixo impacto ambiental.<br><br><strong>Sobre a Acro Cabos</strong><br><br>Especialista em soluções para elevação, amarração e movimentação de cargas, a Acro Cabos de Aço atua no mercado há mais de 25 anos. A empresa é reconhecida pela excelência de seus produtos e serviços, que atendem às mais rígidas exigências do mercado com certificações que atestam seu compromisso com a segurança e a qualidade. Saiba mais: <a href="https://www.acrocabo.com.br/">https://www.acrocabo.com.br/</a></p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:24% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fernando-1024x683.jpg" alt="Fernando" class="wp-image-12438 size-full" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fernando-1024x683.jpg 1024w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fernando-300x200.jpg 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fernando-768x512.jpg 768w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fernando-1536x1025.jpg 1536w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fernando-600x400.jpg 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fernando.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<h5 class="wp-block-heading">Fernando Fuertes, Engenheiro e Desenvolvedor de Novos Negócios da Acro Cabos de Aço</h5>
</div></div>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.acrocabo.com.br
</div></figure>



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		<title>Edição 343 março de 2026</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/edicao-343-marco-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 12:41:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Revista Logística &#38; Supply ChainEdição Especial da IMAM Onde a tecnologia e a Excelência Operacional se encontram na busca da competitividade. Edição 343 de Março 2026Clique na imagem ao lado para baixar ou aqui no PDF</p>
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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Revista Logística &amp; Supply Chain<br>Edição Especial da IMAM</h2>



<p>Onde a tecnologia e a Excelência Operacional se encontram na busca da competitividade.</p>



<p>Edição 343 de Março 2026<br>Clique na imagem ao lado para baixar ou aqui no <a href="https://revistalogistica.com.br/edicoes/343.pdf" title="">PDF</a> </p>
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		<item>
		<title>Edição 342 março de 2025</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/edicao-342-marco-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 18:37:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Supply Chain]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[intralogística]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Revista Logística &amp; Supply Chain<br>Edição Especial da IMAM</h2>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">Onde a tecnologia e a Excelência Operacional se encontram na busca da competitividade.</h3>



<p class="has-text-align-center"><br>Edição 342 de Março 2025<br>Clique na imagem ao lado para baixar o <a href="https://revistalogistica.com.br/edicoes/342.pdf" title="">PDF</a></p>
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		<item>
		<title>Os Grandes Números das Olimpíadas</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/os-grandes-numeros-das-olimpiadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Reinaldo Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 18:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reinaldo A. Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[logistica nas olimpiadas]]></category>
		<category><![CDATA[olimpiadas]]></category>
		<category><![CDATA[olimpiadas2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes da inauguração das olimpíadas, alguns números do fluxo de insumos começaram a ser divulgados na mídia e até mesmo pelas grandes empresas de transporte globais, tais como a CMA/CGM e sua subsidiária Ceva: Até a brasileira Azul Cargo já contabiliza seus macros números de 9 mil toneladas de uniformes e acessórios da delegação brasileira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes da inauguração das olimpíadas, alguns números do fluxo de insumos começaram a ser divulgados na mídia e até mesmo pelas grandes empresas de transporte globais, tais como a CMA/CGM e sua subsidiária Ceva:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>entregar, montar e desmontar 17.000 camas para os atletas e suas equipes na Vila Olímpica;</li>



<li>entregar cerca de 1.300.000 itens móveis, equipamentos e painéis de merchandising;</li>



<li>movimentar e montar cerca de 900.000 aparelhos esportivos, incluindo trampolins, pranchas, barcos etc.</li>



<li>estocar, transportar e montar cerca de 600 veículos avançados de mobilidade e 2.345 veículos elétricos para circulação;</li>



<li>movimentar cerca de 170.000 paletes;</li>



<li>transportar cerca de 250 contêineres com cadeiras e bancos;</li>



<li>realizar cerca de 7000 viagens de &#8220;last Mile&#8221; para entregar os equipamentos necessários as competições, com uma frota de mais de 300 veículos, entre vans e caminhões.</li>
</ul>



<p>Até a brasileira Azul Cargo já contabiliza seus macros números de 9 mil toneladas de uniformes e acessórios da delegação brasileira, incluindo equipamentos médicos e fisioterapêuticos além de mascotes de pelúcia.</p>



<p>Tudo isto é realizado neste ano, após a última Olimpíada sob efeito da pandemia e numa era de extraordinária digitalização.</p>



<p>São números de fazer inveja a qualquer operador logístico e tudo sendo feito para evitar qualquer falha que pode ser fatal a um atleta olímpico!</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/os-grandes-numeros-das-olimpiadas/">Os Grandes Números das Olimpíadas</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Totvs divulga novo Índice de Produtividade Tecnológica &#8211; Manufatura</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/totvs-divulga-novo-indice-de-produtividade-tecnologica-manufatura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 18:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[manufatura]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistalogistica.com.br/2024/06/18/totvs-divulga-novo-indice-de-produtividade-tecnologica-manufatura/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Totvs divulga novo Índice de Produtividade Tecnológica &#8211; Manufatura Visite o site e conheça mais sobre a pesquisa. https://produtividadetecnologica.com.br</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Totvs divulga novo Índice de Produtividade Tecnológica &#8211; Manufatura</p>



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