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	<title>Condomínios e Operadores Logísticos - Revista Logística e Supply Chain</title>
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	<description>Noticias e atualizações sobre Logística e Supply Chain</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Mar 2026 15:39:37 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Condomínios e Operadores Logísticos - Revista Logística e Supply Chain</title>
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		<title>Logística brasileira em 2026: eficiência, sustentabilidade e inteligência territorial norteiam o crescimento do setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gilson Schilis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 19:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condomínios e Operadores Logísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[logistica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor logístico vive um dos momentos mais desafiadores da logística brasileira e, ao mesmo tempo, promissores da sua história no Brasil. A combinação entre o crescimento do e-commerce, a interiorização do consumo e as transformações tecnológicas está redefinindo a forma como pensamos infraestrutura, eficiência e desenvolvimento urbano. Nesse contexto, a logística deixou de ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor logístico vive um dos momentos mais desafiadores da logística brasileira e, ao mesmo tempo, promissores da sua história no Brasil.</p>



<p>A combinação entre o crescimento do e-commerce, a interiorização do consumo e as transformações tecnológicas está redefinindo a forma como pensamos infraestrutura, eficiência e desenvolvimento urbano.</p>



<p>Nesse contexto, a logística deixou de ser vista apenas como custo e passou a ser um diferencial competitivo estratégico.</p>



<p>Acompanhamos uma mudança profunda na dinâmica de consumo nos últimos anos. Neste ano, estima-se que o comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 234,9 bilhões, com um volume estimado de 435 milhões de pedidos anuais e ticket médio de R$ 539. <br><br>Essa expansão exige operações mais ágeis, centros de distribuição tecnologicamente avançados e localizações cada vez mais próximas dos centros de consumo.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o mapa econômico do país reforça a importância do eixo Sudeste–Sul. Sete estados concentram 70% do PIB nacional e 56% da população, o que significa que as decisões de investimento em infraestrutura logística passam, necessariamente, por uma leitura inteligente desse território. </p>



<p>São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul formam o coração da demanda logística intensiva no país e onde os gargalos de transporte e mobilidade ainda desafiam o crescimento.</p>



<p>É com base na alta demanda e onde está concentrado o PIB nacional que desenhamos nossa estratégia. Na Fulwood, acreditamos que o papel do desenvolvedor logístico vai além de construir galpões. É preciso criar ecossistemas de eficiência, conectando tecnologia, sustentabilidade e inteligência territorial. Hoje, somamos mais de 1,6 milhão de m² de área construída, 850 mil m² sob administração direta e um pipeline de mais de 1 milhão de m² em novos projetos. Essa trajetória é resultado de um modelo de negócio baseado em análise rigorosa de terrenos, engenharia própria e foco absoluto na qualidade e operação.</p>



<p>Mas o futuro da logística não se limita à expansão física. Ele passa, também, pela automação e sustentabilidade. Galpões inteligentes, sistemas de armazenagem automatizados, energia 100% renovável e certificações ambientais se tornaram o novo padrão. Como referência, neste ano,&nbsp; a Fulwood atingiu 77,69% de compensação de carbono, quatro anos antes da meta prevista, um avanço que reafirma nosso compromisso em liderar a transição para uma operação logística de baixo impacto.</p>



<p>Além do desempenho empresarial, é essencial discutir o papel do setor público. O desenvolvimento de polos logísticos depende de políticas integradas que envolvam infraestrutura viária, segurança, planejamento urbano e qualificação de mão de obra. Cidades preparadas para receber novos empreendimentos precisam investir em corredores logísticos, transporte multimodal e incentivos fiscais inteligentes. Sem isso, o avanço do setor será sempre limitado pela ausência de base estrutural.</p>



<p>A logística brasileira vive uma virada histórica. O futuro pertence a quem souber combinar visão de longo prazo, execução consistente e responsabilidade ambiental. Porque, no fim das contas, a logística não move apenas produtos, ela move a economia, as cidades e o desenvolvimento do país.</p>



<p>É nesse contexto, com confiança no mercado em 2026 e a entrega de mais 150 mil m² em ABL previstos, que a Fulwood Capital Partners abre uma nova frente de crescimento, conectando o mercado imobiliário logístico ao mercado de capitais. Com fundos estruturados entre R$ 200 e R$ 400 milhões, voltados a ativos de alta qualidade, inauguramos um novo ciclo de investimento e diversificação, baseada na demanda que o mercado apresenta, sobretudo considerando os condomínios logísticos AAA. Prova disso é a vacância zero de nossos empreendimentos, contra a média nacional, de 7,5%, segundo levantamento da Binswanger Brasil.</p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:26% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-1024x682.jpg" alt="Gilson Schilis e os desafios da logística brasileira" class="wp-image-12433 size-full" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-1024x682.jpg 1024w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-300x200.jpg 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-768x512.jpg 768w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-1536x1023.jpg 1536w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1-600x400.jpg 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Gilson-Schilis-fundador-e-CEO-da-Fulwood-1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Gilson Schilis é fundador e CEO da Fulwood, uma das principais empresas de condomínios logístico-industriais do Brasil. Com mais de 30 anos de atuação no setor, lidera a expansão da companhia em projetos classe AAA, unindo inovação, sustentabilidade e visão estratégica para o futuro da logística nacional.</strong></h5>
</div></div>



<p></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/logistica-brasileira-em-2026-eficiencia-sustentabilidade-e-inteligencia-territorial-norteiam-o-crescimento-do-setor/">Logística brasileira em 2026: eficiência, sustentabilidade e inteligência territorial norteiam o crescimento do setor</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lojas virtuais expandem centros logísticos numa corrida para entregar mais rápido</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/lojas-virtuais-expandem-centros-logisticos-numa-corrida-para-entregar-mais-rapido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condomínios e Operadores Logísticos]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação distribuição; centros logísticos; corrida; lojas virtuais;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tendo como meta a entrega de produtos no mesmo dia ou no dia seguinte, as principais empresas de comércio eletrônico do mercado brasileiro vêm promovendo uma forte expansão de seus centros de distribuição. Segundo dados da empresa de pesquisa do mercado imobiliário Buildings, Amazon, Mercado Livre, Magazine Luiza e B2W ampliaram em 42% a área [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10556" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/12/lojasvirtuais.jpg" alt="lojasvirtuais" width="300" height="222" style="margin-right: 10px; float: left;" />Tendo como meta a entrega de produtos no mesmo dia ou no dia seguinte, as principais empresas de comércio eletrônico do mercado brasileiro vêm promovendo uma forte expansão de seus centros de distribuição.</p>
<p><span id="more-10557"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados da empresa de pesquisa do mercado imobiliário Buildings, Amazon, Mercado Livre, Magazine Luiza e B2W ampliaram em 42% a área que operam em condomínios logísticos para apoiar a distribuição de produtos vendidos no e-commerce.</p>
<p style="text-align: justify;">A Amazon ocupava 12 mil m² de condomínio na idade de Barueri. Partiu desse para uma área para 48,5 mil m² na cidade de Cajamar.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o Mercado Livre partiu de área de 17 mil m² na cidade de Santana de Parnaíba (SP) para 51 m² na cidade de&nbsp;Louveira, no mesmo estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Movimentos do tipo também foram registrados em empresas como Magazine Luiza, que passou de 190 mil m² para 225 mil m² neste ano, segundo a Buildings, e na B2W (dona de Submarino e Americanas.com), que foi de 89 mil m² para 112 mil m².</p>
<p style="text-align: justify;">Sem informar o crescimento anual, a Via Varejo também apontou avanço na área dedicada à logística para comércio eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Fernando Didiziakas, sócio da Buildings, há em comum entre os investimentos o fato de serem feitos em espaços de alto padrão, com características como 12 metros de pé direito e capacidade de receber até cinco toneladas por metro quadrado (o que permite o empilhamento de grandes volumes) e perto de grandes centros comerciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua avaliação, as companhias estão aproveitando momento de preços baixos no mercado imobiliário para se instalarem em locais que as permita melhorar o sistema de entregas de produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele lembra que o estudo observou apenas condomínios logísticos, mas é possível que as empresas avaliadas tenham outros centros de distribuição menores e dentro das grandes cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">O plano das companhias do setor é mudar a lógica de como são feitas boa parte das entregas dos produtos vendidos no site das grandes varejistas da internet.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos itens expostos em seus sites vem de outras lojas ou de indústrias, no modelo conhecido como marketplace, em que o site mais visitado serve como vitrine para outras empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, uma loja de instrumentos musicais pode expor seus produtos em um site desses, em troca de uma comissão de cerca de 10% por venda.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando uma compra é fechada em um site desses, o responsável pelo frete, via de regra, é a empresa dona dos instrumentos, não a loja virtual onde a compra foi fechada.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia é mudar isso e adotar modelo no qual a loja virtual passa a armazenar os itens de terceiros e cuidar de toda a logística para a entrega deles, no caso os violões ou pandeiros, até a casa do consumidor.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Pedro Guasti, consultor de negócios especialista em comércio eletrônico da Ebit|Nielsen, diz que a adoção desse modelo, conhecido internacionalmente como Fullfilment e tendo a Amazon como pioneira nos Estados Unidos, indica uma evolução no mercado brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Leandro Bassoi, diretor do Mercado Envios (unidade de logística do Mercado Livre), diz que a colocação de produtos no centro de distribuição da empresa permitiu a redução do tempo de entrega para um terço do que tinha sendo obtido no modelo tradicional. A companhia passou a oferecer o modelo em setembro do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Paulo Madureira, diretor de marketplace da Via Varejodiz, diz que a empresa deve fechar o ano com dezenas de companhias que vendem em seus sites usando centro de distribuição. Espera que sejam centenas no próximo ano e milhares no seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, a empresa tem mais de 100 mil m² reservados para estocagem de itens do comércio eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa vem expandindo sua área dedicada ao segmento aproveitando áreas disponíveis em sete centros de distribuição que já existiam para atender o varejo físico.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/lojas-virtuais-expandem-centros-logisticos-numa-corrida-para-entregar-mais-rapido/">Lojas virtuais expandem centros logísticos numa corrida para entregar mais rápido</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Gigantes do e-commerce investem em terminais logísticos para melhorar ritmo de entregas</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/gigantes-do-e-commerce-investem-em-terminais-logisticos-para-melhorar-ritmo-de-entregas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condomínios e Operadores Logísticos]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação distribuição; mercado livre; cajamar; construção;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Mercado Livre fechou um contrato para construção de um novo centro logístico em Cajamar (SP), de 111,7 mil m². O empreendimento vai ficar na infraestrutura da GLP, empresa de instalações logísticas, que atende a varejista em mais dois empreendimentos em Louveira (17 mil m²) e Campinas (6,7 mil m²), localizados no mesmo Estado. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10558" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/12/e-commerce_ritmoentregas.png" alt="e commerce ritmoentregas" width="300" height="222" style="margin-right: 10px; float: left;" />O Mercado Livre fechou um contrato para construção de um novo centro logístico em Cajamar (SP), de 111,7 mil m².</p>
<p><span id="more-10559"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O empreendimento vai ficar na infraestrutura da GLP, empresa de instalações logísticas, que atende a varejista em mais dois empreendimentos em Louveira (17 mil m²) e Campinas (6,7 mil m²), localizados no mesmo Estado. A Amazon também expandiu sua área logística com a contratação de 48,6 mil m² no condomínio logístico Prologis Cajamar III, que soma-se a sua infraestrutura de 12 mil m² em Barueri (SP).</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhando o movimento, a BW2 Marketplace, que agrupa as empresas Submarino, FastShop e Lojas Americanas, expandiu ainda no primeiro trimestre sua área ocupada para 23 mil m² no Rio de Janeiro (RJ). Já a Magazine Luiza ampliou sua área para 20 mil m² na cidade de Alhandra (PB).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a empresa de pesquisa imobiliária Buildings, para as líderes de e-commerce, um condomínio logístico mais amplo apresenta benefícios como ampliação da capacidade de armazenagem devido ao maior número de docas e, especialmente, proximidade com as empresas que realizam as distribuições.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Ebit/Nielsen, o comércio eletrônico deve encerrar 2018 com alta de 12%, atingindo R$ 53,4 bilhões em vendas, o que justifica o investimento em logística. Além disso, promessas de entrega em menor tempo, chegando até 24 horas, leva a desafios logísticos que novos centros podem resolver.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/gigantes-do-e-commerce-investem-em-terminais-logisticos-para-melhorar-ritmo-de-entregas/">Gigantes do e-commerce investem em terminais logísticos para melhorar ritmo de entregas</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Condomínio logístico é novo tempo do just-in-time</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/condominio-logistico-e-novo-tempo-do-just-in-time/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 09:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condomínios e Operadores Logísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Condomínio logístico; just-in-time; supply chain;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evolução do conceito de Centro de Distribuição (Physical Distribution) da década de 1960 adotado nos Estados Unidos para organizar conjuntamente a armazenagem, movimentação e manuseio de materiais e transporte de cargas, o moderno condomínio logístico é um elo estratégico das cadeias de suprimento (supply chain) para tornar mais ágil as logísticas, principalmente as dos portos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/condominio-logistico-e-novo-tempo-do-just-in-time/">Condomínio logístico é novo tempo do just-in-time</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10376" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/09/condominio_logistico.jpg" alt="condominio logistico" width="278" height="132" style="margin-right: 10px; float: left;" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/09/condominio_logistico.jpg 324w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/09/condominio_logistico-300x143.jpg 300w" sizes="(max-width: 278px) 100vw, 278px" />Evolução do conceito de Centro de Distribuição (Physical Distribution) da década de 1960 adotado nos Estados Unidos para organizar conjuntamente a armazenagem, movimentação e manuseio de materiais e transporte de cargas, o moderno condomínio logístico</p>
<p><span id="more-10377"></span></p>
<p style="text-align: justify;">é um elo estratégico das cadeias de suprimento (supply chain) para tornar mais ágil as logísticas, principalmente as dos portos brasileiros. Nos casos em que incorpora simultaneamente atributos produtivos de Porto Seco ou Estação Aduaneira Interior (Eadi) aos de condomínios logístico e industrial, otimiza a competitividade para atender às demandas e tirar partido de oportunidades em mercados globais.<br />Tais atributos caracterizam bem o Porto Seco Sul de Minas, a primeira Eadi a entrar em funcionamento no Brasil. Localizado em área anexa ao aeroporto de Varginha, ele integra a produção industrial e o agronegócio locais aos portos do Rio de Janeiro (RJ) e de Santos (SP), bem como ao paulista Aeroporto de Viracopos, em Campinas. Centro de um raio de aproximadamente 350km desses portos e aeroporto, situados em uma região que representa mais de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Dados esses que destacam a competência nacional para participar desse novo, complexo e exigente cenário do comércio planetário.<br />Na opinião da engenharia Maria Jackeline Chavarria Mora, em sua dissertação de mestrado apresentada na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), de modo geral, os usuários desta tipologia de empreendimento procuram, além da eficiência de armazenagem, outros serviços e atributos: localização privilegiada, moderna infraestrutura de sistemas prediais, forte segurança patrimonial, incentivos fiscais da região, flexibilidade do projeto para ajustar as instalações existentes a requisitos operacionais específicos, entre outros. Intitulada Sistema de Certificação da Qualidade de Condomínios Logísticos no Brasil, sua pesquisa é uma contribuição valiosa para o aprimoramento e progresso dessa estratégica atividade logística.<br />Um novo tempo informacional dos condomínios logísticos é anunciado com a aplicação da tecnologia blockchain (também conhecida como “o protocolo da confiança”). ”Ela funciona como um livro-razão”, e já é utilizada no rastreamento da carga na navegação. Ao conectar bases de registros e dados distribuídos e compartilhados, vai permitir maior agilidade e segurança nas operações desses equipamentos, no seu papel de nó da rede multimodal de transportes. Principalmente reduzindo o tempo de permanência, por espera, documentação ou transferência, da carga nos pontos de transição entre modais. Importante destacar que tais peculiaridades são fatores de rivalidade e concorrenciais.<br />Convém aduzir que o dinamismo do mercado interno depende também da capacidade das nossas empresas competir na rede global e isto exige informação de qualidade extremada. Como nó dessa sofisticada rede de produção e distribuição, os condomínios logísticos aproximam os centros de produção regionais dos portos e aeroportos, que conectam o mercado mundial. Assim, reduzem tempos e custos, na otimização da produtividade para fazer mais ágil a logística. Por tudo isso e mais, dizemos que são os novos tempos do just-in-time.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/condominio-logistico-e-novo-tempo-do-just-in-time/">Condomínio logístico é novo tempo do just-in-time</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Velocidade e disponibilidade na distribuição</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/velocidade-e-disponibilidade-na-distribuicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2018 09:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condomínios e Operadores Logísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogítica; movimentação; distribuição; centros; distribuição; varejo; velocidade;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os centros de distribuição de hoje estão sob enorme pressão para acompanhar a velocidade do varejo. A popularidade das compras omnichannel e o aumento das expectativas em torno da disponibilidade do produto e da velocidade de entrega têm aumentado a pressão para esses estabelecimentos entregarem mercadorias rapidamente. Para atender à demanda do mercado ultracompetitivo de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/velocidade-e-disponibilidade-na-distribuicao/">Velocidade e disponibilidade na distribuição</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10329" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/08/warehouse-distribuicao.png" alt="warehouse distribuicao" style="margin-right: 15px; float: left;" width="300" height="222" />Os centros de distribuição de hoje estão sob enorme pressão para acompanhar a velocidade do varejo.</p>
<p><span id="more-10330"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A popularidade das compras omnichannel e o aumento das expectativas em torno da disponibilidade do produto e da velocidade de entrega têm aumentado a pressão para esses estabelecimentos entregarem mercadorias rapidamente. Para atender à demanda do mercado ultracompetitivo de hoje, os gerentes de centros de distribuição devem ter visibilidade sobre as informações de atendimento de pedidos, a capacidade de treinar funcionários rapidamente e equipá-los com ferramentas intuitivas, os meios para acompanhar o progresso de um produto em tempo real e as ferramentas certas para abordar quaisquer obstáculos que surjam durante o processo de atendimento. Fazer tudo isso com eficiência requer um conjunto de soluções flexíveis que permita que funcionários e gerentes acessem informações pertinentes e atualizadas em qualquer lugar – quando e onde precisarem. Em outras palavras, para ter sucesso no competitivo cenário atual, os gerentes de armazéns devem adotar soluções móveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trabalhando no armazém<br /></strong>O sucesso de um armazém depende da capacidade e produtividade de seus funcionários e do equipamento de suporte. Em um grande armazém, os separadores recebem milhares de pedidos por dia, todos exigindo coleta, embalagem e envio precisos. Se esses processos forem executados incorretamente, a encomenda pode acabar sendo atrasada ou errada, o que afeta negativamente a experiência do consumidor e, portanto, sua satisfação e fidelidade à marca. Outro desafio complexo é que os armazéns frequentemente utilizam mão de obra temporárias para ajudar a atender às demandas sazonais. Isso acontece especialmente em datas de pico, como Natal, quando os armazéns aumentam a equipe com funcionários sazonais para ajudar a atender o grande aumento de pedidos. Em situações como essas, é muito importante que os funcionários atinjam rapidamente uma certa velocidade de trabalho, ou podem acabar atrapalhando a operação mais do que ajudando.</p>
<p style="text-align: justify;">Para garantir o sucesso desses trabalhadores de linha – tanto os temporários quanto os que trabalham em tempo integral – os gerentes de armazéns devem equipá-los com ferramentas intuitivas que permitem que informações pertinentes estejam facilmente acessíveis na palma de suas mãos. Essas ferramentas devem espelhar a aparência dos aplicativos de consumo que muitos de nós – especialmente os millennials – acessamos diariamente de nossos smartphones, fazendo com que sejam fáceis de entender e usar, sem a necessidade de um treinamento. Colocando todos os processos de armazenagem – incluindo a entrada de estoque, inspeção de produtos, atividades de embalagem e conferencias, consolidação de produtos e mais – em um formato móvel fácil de usar, os gerentes podem garantir o sucesso de seus funcionários e de seus armazéns.</p>
<p style="text-align: justify;">A motivação e o engajamento dos funcionários também pode ser drasticamente aprimorado com os aplicativos móveis de armazém que existem hoje. Essas ferramentas oferecem aos funcionários uma visão mais ampla de seu desempenho individual, de como esse se compara ao desempenho da equipe maior e de como isso contribui para o sucesso do armazém como um todo. Os aplicativos também introduzem um aspecto de gamificação no gerenciamento de desempenho da equipe de trabalho, usando as técnicas de design e interação de videogames para ajudar a promover a competição entre funcionários e possibilitar um melhor treinamento e coaching para os funcionários conforme necessário. Uma equipe de trabalho engajada é uma equipe de trabalho mais produtiva, e os avanços dos aplicativos móveis de armazenagem de hoje são fundamentais para promover esse envolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Supervisionando Operações no Armazém</strong><br />Os funcionários de linha não são os únicos funcionários que se beneficiam das soluções móveis no armazém – os supervisores também têm muito a ganhar com a adoção dessa tecnologia. No passado, os supervisores geralmente ficavam confinados em seus escritórios, separados de seus funcionários, de seus estoques e de todos os processos de atendimento que aconteciam no armazém. Isso causou uma falta geral de visibilidade nas operações do armazém.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um armazém orientado para dispositivos móveis, os supervisores têm acesso a todos os aplicativos essenciais por meio de um tablet ou um outro dispositivo portátil, o que permite que eles se movimentem facilmente pelo armazém, engajem-se com funcionários e supervisionem o trabalho e o inventário em tempo real. Esses insights úteis significam que os supervisores podem ajustar facilmente as prioridades de atendimento ou mover o pessoal para adaptar-se a quaisquer mudanças nos requisitos de pedidos, inventário, mão-de-obra ou recursos de equipamentos, reduzindo assim o atraso ou tempo de inatividade que poderia afetar negativamente as métricas principais do estabelecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A capacidade de sair do escritório e estar com os funcionários ajuda os supervisores a promover relacionamentos mais fortes e a motivar seus funcionários. Os aplicativos móveis fornecem aos supervisores as informações de gerenciamento de desempenho necessárias para interação em tempo real com os funcionários e a capacidade de recompensar os funcionários de alto desempenho, o que pode aumentar a motivação, melhorar o engajamento dos funcionários e aprimorar o rendimento do armazém.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entregando as mercadorias<br /></strong>As tecnologias móveis revolucionaram os processos de armazenagem, mas seus impactos no supply chain não param por aí. Essas tecnologias também têm implicações tremendas na área de gerenciamento de transporte. A entrega do produto é obviamente uma parte crucial do atendimento de pedidos, mas está longe de ser um processo simples. As redes de entrega podem ser extensas e complexas, muitas vezes dependendo de fornecedores terceirizados e sujeitas a forças externas que podem facilmente alterar os cronogramas de entrega. Para se manter atento à localização do produto e garantir entregas no prazo, os gerentes precisam do rastreamento de pacotes em tempo real, gerenciamento de frete, atualizações de status dos pacotes e monitoramento de operações de rede. As tecnologias móveis de gerenciamento de transporte cumprem essas necessidades de uma forma muito prática e acessível.</p>
<p style="text-align: justify;">Historicamente, os gerentes não conseguiam monitorar efetivamente os caminhoneiros em todas as suas unidades – eles se baseavam em check-ins periódicos para atualizar suas informações de status de entrega. Isso resulta em um atraso significativo na identificação e no tratamento de problemas de transporte, o que afeta os prazos de entrega. Com os aplicativos móveis de transporte disponíveis na palma da mão do motorista, os gerentes podem monitorar com mais precisão o progresso em tempo real e se adaptar rapidamente a problemas que podem causar atrasos. Os aplicativos móveis de transporte que existem hoje também contam com a confirmação de entrega e a captação de assinatura, ajudando na etapa final do supply chain e garantindo transparência e responsabilidade pela entrega do produto.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o crescimento exponencial do e-commerce, os centros de distribuição e o supply chain de hoje enfrentam muitos novos desafios. Para lidar com as realidades do novo mercado, os estabelecimentos devem ser produtivos e extremamente ágeis, e os gerentes devem ter visibilidade completa de ponta a ponta dos processos do armazém e de transporte. A única maneira para os centros de distribuição terem sucesso no ambiente atual é adotar tecnologias móveis e abandonar as ferramentas e os sistemas datados do passado. Aqueles que não evoluírem acabarão perdendo para seus concorrentes mais ágeis e mais informados.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Eric Lamphier</em></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/velocidade-e-disponibilidade-na-distribuicao/">Velocidade e disponibilidade na distribuição</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A importância de soluções móveis para centros de distribuição</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/a-importancia-de-solucoes-moveis-para-centros-de-distribuicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2018 09:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condomínios e Operadores Logísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogítica; movimentação; distribuição; omnichannel; centros de distribuição; soluções; varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os centros de distribuição de hoje estão sob enorme pressão para acompanhar a velocidade do varejo. A popularidade das compras omnichannel e o aumento das expectativas em torno da disponibilidade do produto e da velocidade de entrega têm aumentado a pressão para esses estabelecimentos entregarem mercadorias rapidamente. Para atender à demanda do mercado ultracompetitivo de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/a-importancia-de-solucoes-moveis-para-centros-de-distribuicao/">A importância de soluções móveis para centros de distribuição</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10321" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/08/warehouse-2.png" alt="warehouse 2" style="margin-right: 15px; float: left;" width="300" height="222" />Os centros de distribuição de hoje estão sob enorme pressão para acompanhar a velocidade do varejo. A popularidade das compras omnichannel e o aumento das expectativas em torno da disponibilidade do produto e da velocidade de entrega têm aumentado a pressão para esses estabelecimentos entregarem mercadorias rapidamente.</p>
<p><span id="more-10322"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para atender à demanda do mercado ultracompetitivo de hoje, os gerentes de centros de distribuição devem ter visibilidade sobre as informações de atendimento de pedidos, a capacidade de treinar funcionários rapidamente e equipá-los com ferramentas intuitivas, os meios para acompanhar o progresso de um produto em tempo real e as ferramentas certas para abordar quaisquer obstáculos que surjam durante o processo de atendimento. Fazer tudo isso com eficiência requer um conjunto de soluções flexíveis que permita que funcionários e gerentes acessem informações pertinentes e atualizadas em qualquer lugar – quando e onde precisarem. Em outras palavras, para ter sucesso no competitivo cenário atual, os gerentes de armazéns devem adotar soluções móveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trabalhando no armazém<br /></strong>O sucesso de um armazém depende da capacidade e produtividade de seus associados e do equipamento de suporte. Em um grande armazém, os trabalhadores recebem milhares de pedidos por dia, todos exigindo coleta, embalagem e envio precisos. Se esses processos forem executados incorretamente, a encomenda pode acabar sendo atrasada ou errada, o que afeta negativamente a experiência do consumidor e, portanto, sua satisfação e fidelidade à marca. Outro desafio complexo é que os armazéns frequentemente utilizam trabalhadores temporários para ajudar a atender às demandas sazonais. Isso acontece especialmente em datas de pico, como feriados, quando os armazéns aumentam a equipe com funcionários sazonais para ajudar a atender o grande aumento de pedidos. Em situações como essas, é muito importante que os funcionários atinjam rapidamente uma certa velocidade de trabalho, ou podem acabar atrapalhando a operação mais do que ajudando.</p>
<p style="text-align: justify;">Para garantir o sucesso desses trabalhadores de linha – tanto os temporários quanto os que trabalham em tempo integral – os gerentes de armazéns devem equipá-los com ferramentas intuitivas que permitem que informações pertinentes estejam facilmente acessíveis na palma de suas mãos. Essas ferramentas devem espelhar a aparência dos aplicativos de consumo que muitos de nós – especialmente millennials – acessamos diariamente de nossos smartphones, fazendo com que sejam fáceis de entender e usar, sem a necessidade de um treinamento. Colocando todos os processos de armazenamento – incluindo a entrada de estoque, inspeção de produtos, atividades de embalagem e verificação, consolidação de produtos e mais – em um formato móvel fácil de usar, os gerentes podem garantir o sucesso de seus funcionários e de seus armazéns.</p>
<p style="text-align: justify;">A motivação e o engajamento dos trabalhadores também pode ser drasticamente aprimorado com os aplicativos móveis de armazém que existem hoje. Essas ferramentas oferecem aos funcionários uma visão mais ampla de seu desempenho individual, de como esse se compara ao desempenho da equipe maior e de como isso contribui para o sucesso do armazém como um todo. Os aplicativos também introduzem um aspecto de gamificação no gerenciamento de desempenho da equipe de trabalho, usando as técnicas de design e interação de videogames para ajudar a promover a competição entre funcionários e possibilitar um melhor treinamento e coaching para os funcionários conforme necessário. Uma equipe de trabalho engajada é uma equipe de trabalho mais produtiva, e os avanços dos aplicativos móveis de armazenamento de hoje são fundamentais para promover esse envolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Supervisionando Operações no Armazém<br /></strong>Os funcionários de linha não são os únicos funcionários que se beneficiam das soluções móveis no armazém – os supervisores também têm muito a ganhar com a adoção dessa tecnologia. No passado, os supervisores geralmente ficavam confinados em seus escritórios, separados de seus funcionários, de seus estoques e de todos os processos de atendimento que aconteciam no armazém. Isso causou uma falta geral de visibilidade nas operações do armazém.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um armazém orientado para dispositivos móveis, os supervisores têm acesso a todos os aplicativos essenciais por meio de um tablet ou um outro dispositivo portátil, o que permite que eles se movimentem facilmente pelo armazém, engajem-se com funcionários e supervisionem o trabalho e o inventário em tempo real. Esses insights úteis significam que os supervisores podem ajustar facilmente as prioridades de atendimento ou mover o pessoal para adaptar-se a quaisquer mudanças nos requisitos de pedidos, inventário, mão-de-obra ou recursos de equipamentos, reduzindo assim o atraso ou tempo de inatividade que poderia afetar negativamente as métricas principais do estabelecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A capacidade de sair do escritório e estar com os funcionários ajuda os supervisores a promover relacionamentos mais fortes e a motivar seus funcionários. Os aplicativos móveis fornecem aos supervisores as informações de gerenciamento de desempenho necessárias para interação em tempo real com os funcionários e a capacidade de recompensar os funcionários de alto desempenho, o que pode aumentar a motivação, melhorar o engajamento dos funcionários e aprimorar o rendimento do armazém.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entregando as mercadorias<br /></strong>As tecnologias móveis revolucionaram os processos de armazenamento, mas seus impactos no supply chain não param por aí. Essas tecnologias também têm implicações tremendas na área de gerenciamento de transporte. A entrega do produto é obviamente uma parte crucial do atendimento de pedidos, mas está longe de ser um processo simples. As redes de entrega podem ser extensas e complexas, muitas vezes dependendo de fornecedores terceirizados e sujeitas a forças externas que podem facilmente alterar os cronogramas de entrega. Para se manter atento à localização do produto e garantir entregas no prazo, os gerentes precisam do rastreamento de encomendas em tempo real, gerenciamento de frete, atualizações de status dos encomendas e monitoramento de operações de rede. As tecnologias móveis de gerenciamento de transporte cumprem essas necessidades de uma forma muito prática e acessível.</p>
<p style="text-align: justify;">Historicamente, os gerentes não conseguiam monitorar efetivamente os caminhoneiros em todas as suas unidades – eles se baseavam em check-ins periódicos para atualizar suas informações de status de entrega. Isso resulta em um atraso significativo na identificação e no tratamento de problemas de transporte, o que afeta os prazos de entrega. Com os aplicativos móveis de transporte disponíveis na palma da mão do motorista, os gerentes podem monitorar com mais precisão o progresso em tempo real e se adaptar rapidamente a problemas que podem causar atrasos. Os aplicativos móveis de transporte que existem hoje também contam com a confirmação de entrega e a captação de assinatura, ajudando na etapa final do supply chain e garantindo transparência e responsabilidade pela entrega do produto.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o crescimento exponencial do e-commerce, os centros de distribuição e o supply chain de hoje enfrentam muitos novos desafios. Para lidar com as realidades do novo mercado, os estabelecimentos devem ser produtivos e extremamente ágeis, e os gerentes devem ter visibilidade completa de ponta a ponta dos processos do armazém e de transporte. A única maneira para os centros de distribuição terem sucesso no ambiente atual é adotar tecnologias móveis e abandonar as ferramentas e os sistemas datados do passado. Aqueles que não evoluírem acabarão perdendo para seus concorrentes mais ágeis e mais informados.</p>
<p><em>Por Eric Lamphier, Diretor de Produtos da Manhattan Associates.</em></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/a-importancia-de-solucoes-moveis-para-centros-de-distribuicao/">A importância de soluções móveis para centros de distribuição</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>CD da Wilson Sons aumenta capacidade para armazenagem</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/cd-da-wilson-sons-aumenta-capacidade-para-armazenagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2018 09:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condomínios e Operadores Logísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogítica; movimentação; distribuição; Wilson Sons; ampliação; centro de distribuição; plataforma;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro de Distribuição localizado na Plataforma Sudeste da Wilson Sons Logística, empresa do Grupo Wilson Sons, ampliou em 40% sua capacidade de armazenagem de produtos químicos com a verticalização da área dedicada ao segmento. Localizada em Santo André, São Paulo, além do centro de distribuição, a plataforma é formada por área alfandegada, considerada o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10295" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/07/wilson-sons2.jpg" alt="wilson sons2" style="margin-right: 15px; float: left;" width="300" height="222" />O Centro de Distribuição localizado na Plataforma Sudeste da Wilson Sons Logística, empresa do Grupo Wilson Sons, ampliou em 40% sua capacidade de armazenagem de produtos químicos com a verticalização da área dedicada ao segmento.</p>
<p><span id="more-10296"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Localizada em Santo André, São Paulo, além do centro de distribuição, a plataforma é formada por área alfandegada, considerada o maior porto seco do estado.</p>
<p style="text-align: justify;">A movimentação de produtos químicos, como medicamentos, cosméticos e resinas, vem expandindo nos últimos anos. Em 2017, o aumento foi de 80% em relação ao ano anterior. No primeiro semestre de 2018, já foram movimentadas mais de 5.000 toneladas de cargas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Fizemos uma série de investimentos em infraestrutura para receber esse tipo de carga. São produtos cujo armazenamento exige cuidados especiais e segue normas de segurança muito rígidas”, explica Patrícia Iglesias, diretora comercial da Wilson Sons Logística e do Tecon Salvador. As cargas são armazenadas em ambientes segregados por classe de risco e possuem sistema de vedação.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da plataforma em Santo André, a Wilson Sons Logística opera a Plataforma Nordeste, localizada a um quilômetro do Porto de Suape, no município de Ipojuca. A unidade é composta por Estação Aduaneira e Centro de Distribuição, além de serviços de transporte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o Grupo Wilson Sons<br /></strong>O Grupo Wilson Sons é um dos maiores operadores integrados de logística portuária e marítima no mercado brasileiro e oferece soluções da cadeia de suprimento, com mais de 180 anos de experiência. A Companhia presta uma gama completa de serviços para as empresas que atuam na indústria de óleo e gás, no comércio internacional e na economia doméstica, conectando as melhores soluções aos resultados esperados pelos seus clientes. Com presença nacional, atua de forma inovadora, acompanhando as tendências do mercado.&nbsp;</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/cd-da-wilson-sons-aumenta-capacidade-para-armazenagem/">CD da Wilson Sons aumenta capacidade para armazenagem</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Renner investe em CD com 150 mil metros quadrados</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/renner-investe-em-cd-com-150-mil-metros-quadrados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jul 2018 09:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condomínios e Operadores Logísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogítica; movimentação; distribuição; sp; centro de distribuição; negócios; renner;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo centro permitirá à Renner universalizar sua logística, em que o abastecimento às lojas é feito de maneira mais inteligente.&#160; Sem alarde, a Lojas Renner abriu concorrência para um grande centro de distribuição em São Paulo, uma peça fundamental de um amplo plano para automatizar sua logística, centralizar estoques e abastecer as lojas de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/renner-investe-em-cd-com-150-mil-metros-quadrados/">Renner investe em CD com 150 mil metros quadrados</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10284" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/07/renner.jpg" alt="renner" style="margin-right: 15px; float: left;" width="300" height="222" />O novo centro permitirá à Renner universalizar sua logística, em que o abastecimento às lojas é feito de maneira mais inteligente.&nbsp;</p>
<p><span id="more-10285"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Sem alarde, a Lojas Renner abriu concorrência para um grande centro de distribuição em São Paulo, uma peça fundamental de um amplo plano para automatizar sua logística, centralizar estoques e abastecer as lojas de forma mais rápida e assertiva.</span></p>
<p style="text-align: justify;">O projeto – um dos maiores do setor de galpões nos últimos anos – tem atraído todos os grandes desenvolvedores de galpões. Entre os interessados estão GLP, Prologis, HSI, Hines, Goodman, VBI e Brookfield. A JHSF também está no páreo com um terreno anexo ao Catarina Outlet, em São Roque, no interior paulista.</p>
<p style="text-align: justify;">O centro de distribuição terá área de armazenagem de 150 mil metros quadrados – o triplo dos outros dois CDs automatizados que a companhia já tem – e ainda poderá ser expandido futuramente. Para ficar bem próximo do maior mercado do Brasil, a Renner está buscando um terreno em um raio de 30 quilômetros da capital paulista, no eixo das rodovias Anhanguera/Castelo Branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inteligência<br /></strong>O novo CD permitirá à Renner universalizar sua logística ‘push and pull’, em que o abastecimento às lojas é feito de maneira mais inteligente, despachando apenas os itens que saem mais em cada unidade. Antes, o CD enviava uma ‘arara-padrão’ para as lojas, gerando duplicidades e não suprindo especificamente os itens em falta.</p>
<p style="text-align: justify;">O ‘push and pull’ evita a chamada ‘ruptura’ – jargão do varejo para a falta de peças – e previne o risco de encalhe da mercadoria, o que muitas vezes só é resolvido com desconto no preço final para o consumidor. O modelo é inspirado na Inditex, dona da Zara, benchmark em execução de ‘fast fashion’.</p>
<p style="text-align: justify;">A Renner iniciou a racionalização da sua malha logística em 2012, com a abertura de um CD automatizado no Rio de Janeiro. Outro foi inaugurado em Santa Catarina, em 2015. Nesses centros, quase toda a separação de peças é feita de forma automatizada, por grandes máquinas que substituem os funcionários que antes faziam a separação manualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, a Renner já usa o ‘push and pull’ para despachar parte de sua oferta de itens básicos. No Investor Day realizado no fim de setembro, a companhia sinalizou que o modelo deveria ser estendido para toda a oferta de básicos este ano e para as demais linhas até o final de 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo evento, a empresa informou que a ‘ruptura’ caiu 50% para os itens abastecidos pelo ‘push and pull’, e o faturamento com essas mercadorias cresceu sete pontos percentuais a mais do que o daquelas que ainda operam no modelo anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">A Renner já tinha sinalizado a construção de um terceiro centro, mas os planos vinham sendo postergados. Recentemente, saíram da gaveta. Empresas do ramo imobiliário foram convidadas a fazer propostas há cerca de dois meses. O prazo, que se encerraria nas últimas semanas, foi estendido, segundo fontes da indústria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recursos<br /></strong>Nesta primeira fase, a localização do terreno é o diferencial. Com o contrato de aluguel – tipicamente de 10 a 15 anos – em mãos, os investidores interessados em construir o CD e alugá-lo à Renner podem ir ao mercado buscar financiamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, a locação de galpões logísticos nesta modalidade – conhecida como ‘build to suit’ (BTS) – gira em torno de R$ 18 a R$ 19 o metro quadrado/mês, mas, segundo fontes, neste caso há ofertas que giram na casa dos R$ 15.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é de que o processo se arraste até o próximo ano e que o CD comece a ser construído na segunda metade de 2019. A obra demora cerca de um ano.</p>
<p style="text-align: justify;">“Essas concorrências de BTS demoram, porque as especificações vão mudando ao longo do tempo”, diz uma fonte do setor imobiliário. “A Dafiti, por exemplo, queria um galpão em Jundiaí (SP), depois aceitou ir para Cajamar (SP) e acabou fechando em Extrema (MG)”.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/renner-investe-em-cd-com-150-mil-metros-quadrados/">Renner investe em CD com 150 mil metros quadrados</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>3 dicas para evitar incêndios em CD</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/3-dicas-para-evitar-incendios-em-cd/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jun 2018 09:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condomínios e Operadores Logísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogítica; movimentação; distribuição; incêncidos; centro de distribuição; galpões;]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistalogistica.com.br/2018/06/20/3-dicas-para-evitar-incendios-em-cd/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nas últimas semanas grandes incêndios afetaram galpões logísticos pelo País. Os recentes casos levantam uma importante questão a este assunto: por qual motivo esses locais, que normalmente atendem a legislação de incêndio têm sofrido com incêndios de grandes proporções? O especialista Marcelo Lima, diretor geral do ISB (Instituto Sprinkler Brasil) aponta três pontos essenciais para [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/3-dicas-para-evitar-incendios-em-cd/">3 dicas para evitar incêndios em CD</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10216" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/06/incendio222.jpeg" alt="incendio222" style="margin-right: 15px; float: left;" width="300" height="222" />Nas últimas semanas grandes incêndios afetaram galpões logísticos pelo País.</p>
<p><span id="more-10217"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os recentes casos levantam uma importante questão a este assunto: por qual motivo esses locais, que normalmente atendem a legislação de incêndio têm sofrido com incêndios de grandes proporções?</p>
<p style="text-align: justify;">O especialista Marcelo Lima, diretor geral do ISB (Instituto Sprinkler Brasil) aponta três pontos essenciais para que a preservação de galpões de logística seja mais efetiva em eventuais focos de incêndio:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Instalação de sprinklers (chuveiros automáticos)<br /></strong>Em casos de princípios de incêndio, a utilização adequada de sprinklers pode garantir mais segurança física, patrimonial e financeira. Por ser acionado de forma automática em um incêndio, evita ou minimiza os prejuízos e diminui de forma significativa o risco de morte.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estudos internacionais revelam que a taxa de mortalidade em eventos deste tipo é 87% inferior quando as instalações afetadas contam com sistemas de sprinklers”, revela Marcelo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Realizar inspeção e manutenção periódica<br /></strong>A inspeção e a manutenção periódica são necessárias porque indicam as condições reais de funcionamento do sistema de proteção contra incêndio e podem apontar, em tempo, eventuais falhas existentes, evitando a “falsa sensação de segurança” de quem pode vir a precisar dele.</p>
<p style="text-align: justify;">“É muito comum o proprietário ou a administradora instalar o Sistema de Proteção Contra Incêndio nos galpões e depois não cuidar dele. O principal problema nos grandes incêndios vem da falta de manutenção e isso é um desperdício de investimento”, explica Lima.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3) Ficar atento às mudanças que acontecem nos depósitos<br /></strong>O Sistema de Prevenção Contra Incêndio em um galpão é determinado por meio da carga de incêndio, ou seja, com base em tudo o que tem potencial de queimar no local. Portanto, sempre que acontecerem alterações como, por exemplo, diversificação do tipo de produto, quantidade estocada, assim como o aumento da altura das estruturas para estocagem, entre outras questões, é necessário que o sistema seja readequado.</p>
<p style="text-align: justify;">“O correto é que locais que armazenam produtos de diversas categorias devem ter seu Sistema de Prevenção Contra Incêndio projetado para a maior carga de incêndio”, conclui o especialista.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/3-dicas-para-evitar-incendios-em-cd/">3 dicas para evitar incêndios em CD</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cooxupé investe R$ 11,9 milhões em novo Centro de Distribuição</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/cooxupe-investe-r-11-9-milhoes-em-novo-centro-de-distribuicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2018 08:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Condomínios e Operadores Logísticos]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogítica; movimentação; distribuição; investimento; Cooxupé; centro de distribuição;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos principais desafios das cooperativas é oferecer uma forma eficaz de logística para atender as demandas do mercado e de seus cooperados. A Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé) investiu R$ 11,9 milhões nas novas instalações do Centro de Distribuição e Insumo em Guaxupé/MG, sede da cooperativa. Após 10 meses de obras, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10144" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Cooxupenveste.jpg" alt="Cooxupenveste" style="margin-right: 15px; float: left;" width="300" height="222" />Um dos principais desafios das cooperativas é oferecer uma forma eficaz de logística para atender as demandas do mercado e de seus cooperados.</p>
<p><span id="more-10145"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé) investiu R$ 11,9 milhões nas novas instalações do Centro de Distribuição e Insumo em Guaxupé/MG, sede da cooperativa. Após 10 meses de obras, a nova estrutura já está em funcionamento e se destaca pelo aumento de espaço para armazenamento (sete vezes maior que o antigo CDI), controle de estoque inteligente, estrutura mais ecológica e segura e a localização próximo ao Complexo Japy e de rodovias que permitem fácil acesso para os caminhões.</p>
<p style="text-align: justify;">O novo CDI tem 6,3 mil metros quadrados de área, contra 1,2 mil metros quadrados do armazém do antigo que ficava no centro da cidade e foi desativado em abril. O Centro é responsável por armazenar e distribuir insumos agrícolas, material de uso e consumo, para todas as 41 unidades da cooperativa e lojas, UAs (Unidades Avançadas), Departamentos e aos cooperados.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao todo, a capacidade é de 8 mil paletes e a estrutura permite uma armazenagem vertical, utilizando menos área em metros quadrados, segundo explica Edson Moraes, coordenador de Logística de Insumos da Cooxupé. &#8220;Já estávamos no antigo CD há mais de 20 anos e projetamos esse novo CD para atender às necessidades da cooperativa que vem crescendo ao longo dos anos. O projeto inclusive contempla uma expansão da estrutura até 2021 com o acréscimo de 3 mil paletes&#8221;, explica ele.</p>
<p style="text-align: justify;">A estrutura também segue um dos principais pilares da Cooxupé: a sustentabilidade. O espaço possui soluções que contribuem para a redução do consumo de energia, como claraboias, aberturas para ventilação natural, iluminação complementar com LED e as quatro empilhadeiras são elétricas sistema de Sprinkler, para o combate a incêndios, sensores de fumaça, câmeras de segurança e processos e sistema completo de segurança patrimonial. A divisão de defensivos agrícolas tem toda estrutura dentro da legislação, com porta selada, travas e sistema de contenção além de apresentar ainda um controle inteligente com três sistemas de automação que permite maior controle aos colaboradores para saber, por exemplo, o momento certo que cada produto deve ser enviado para às lojas e aos cooperados.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do CDI em Guaxupé, a Cooxupé possui centros de distribuição em São José do Rio Pardo (SP), que faz o abastecimento das lojas e UA do Estado de São Paulo, e em Coromandel, que abastece as lojas e UAs do Cerrado Mineiro.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/cooxupe-investe-r-11-9-milhoes-em-novo-centro-de-distribuicao/">Cooxupé investe R$ 11,9 milhões em novo Centro de Distribuição</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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