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	<title>Embalagem - Revista Logística e Supply Chain</title>
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	<description>Noticias e atualizações sobre Logística e Supply Chain</description>
	<lastBuildDate>Wed, 28 Nov 2018 10:00:00 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Embalagem - Revista Logística e Supply Chain</title>
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		<title>O que é necessário saber sobre embalagens de agrotóxicos</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; empilhadeira; distribuição; embalagens; agrotóxicos;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil se tornou referência mundial em logística reversa de embalagens plásticas vazias de defensivos agrícolas, com o encaminhamento de 94% delas para a reciclagem ou incineração. Mas não é qualquer profissional que pode transportar essas embalagens. Existem algumas regras que devem ser respeitadas nesse transporte do campo à recicladora. Os cuidados para o retorno [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10532" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/11/1416221124150222.jpg" alt="1416221124150222" width="300" height="222" style="margin-right: 10px; float: left;" />O Brasil se tornou referência mundial em logística reversa de embalagens plásticas vazias de defensivos agrícolas, com o encaminhamento de 94% delas para a reciclagem ou incineração.</p>
<p><span id="more-10533"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas não é qualquer profissional que pode transportar essas embalagens. Existem algumas regras que devem ser respeitadas nesse transporte do campo à recicladora. Os cuidados para o retorno das embalagens vazias começam na propriedade rural.</p>
<p style="text-align: justify;">Consumido o defensivo, o produtor agrícola deve fazer uma limpeza na embalagem antes de devolvê-la. Neste processo, em 90% das embalagens usadas é possível que o produtor faça uma tríplice lavagem do recipiente, despejando a água residual no tanque de pulverização. Dessa forma, essas embalagens são consideradas descontaminadas, pois retornam sem nenhum traço de defensivo.</p>
<p style="text-align: justify;">“É uma embalagem que vai para a reciclagem normalmente sem nenhuma preocupação”, conta Luiz Alberto Moreira da Silva, diretor da Luft Logística, empresa especializada no transporte de defensivos e que também faz a gestão da operação de logística reversa do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev) em todo o país.</p>
<p><strong>Como funciona o transporte</strong></p>
<p style="text-align: justify;">– Assim que a adquire o defensivo, o produtor já fica sabendo onde terá que devolver a embalagem. Essa informação consta do corpo da nota fiscal de venda. O prazo para a devolução é de um ano após a data da compra. O sistema de devolução de embalagens vazias conta com 400 unidades de recebimento, distribuídas pelo Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">– O agricultor devolve a embalagem vazia na unidade de recebimento mais próxima de sua propriedade, que pode ser um posto ou uma central. Em geral, as centrais são maiores. Lá as embalagens são prensadas para facilitar o transporte. As prensas são feitas de acordo com o tipo de material da embalagem. “A prensa permite que o caminhão transporte mais carga numa mesma viagem. Um caminhão que transporta 1.500 quilos de embalagem sem estar prensada, por exemplo, consegue carregar 13 mil quilos de embalagem prensada”, conta Silva</p>
<p style="text-align: justify;">– Para fazer esse serviço, as transportadoras são previamente cadastradas no Inpev, preenchendo um formulário de acordo com a carga que vão transportar. Essas transportadoras atuam por região e são capacitadas para retornar os dois tipos de embalagens: lavadas e não lavadas. As empresas que transportam as embalagens não lavadas devem usar EPI e possui treinamento específico para o transporte de produtos perigosos</p>
<p style="text-align: justify;">– A ordem de coleta segue para empresas como a Luft Logística, que aciona as transportadoras cadastradas nas regiões onde a coleta deve ser feita</p>
<p style="text-align: justify;">– A devolução de embalagens lavadas deve ser feita em separado das embalagens não lavadas. Da propriedade até a unidade de recebimento o produtor transporta a embalagem lavada e a solta na carroceria do veículo. Já os recipientes contaminados devem ser colocados em um&nbsp;<i>big bag</i>&nbsp;(sacaria de alta resistência usada no campo) bem fechado, que também deve ser transportado na carroceria do veículo</p>
<p style="text-align: justify;">– Na recicladora a carga é separada de acordo com o material, sendo o polietileno de alta densidade o mais comum. Há ainda o coex (plástico em polietileno), as caixas de papelão e algumas poucas embalagens metálicas no campo</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/o-que-e-necessario-saber-sobre-embalagens-de-agrotoxicos/">O que é necessário saber sobre embalagens de agrotóxicos</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Onde SI&#038;OP e Otimização de Estoque se encontram</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/onde-si-op-e-otimizacao-de-estoque-se-encontram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 09:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; distribuição; orientações; planejamento; lucros;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Planejamento de Vendas de Operações (S&#38;OP – Sales and Operations Planning) é similar a investir em ouro: demanda muita atenção durante tempos difíceis da economia. Como esperado, a desaceleração da economia nos últimos anos tem feito ressurgirem iniciativas em S&#38;OP nas empresas. Empresas que investem em iniciativas de S&#38;OP estão buscando os benefícios de melhoria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10456" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/10/controledeestoques2.jpg" alt="controledeestoques2" width="285" height="199" style="margin-right: 10px; float: left;" />Planejamento de Vendas de Operações (S&amp;OP – <em>Sales and Operations Planning</em>) é similar a investir em ouro: demanda muita atenção durante tempos difíceis da economia.</p>
<p><span id="more-10459"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Como esperado, a desaceleração da economia nos últimos anos tem feito ressurgirem iniciativas em S&amp;OP nas empresas. Empresas que investem em iniciativas de S&amp;OP estão buscando os benefícios de melhoria em nível de serviço e baixos custos em Supply Chain. Pesquisas tem mostrado que empresas que aplicam S&amp;OP tem custos em Supply Chain menores em comparação com competidores. Porém, os processos de S&amp;OP atuais são os melhores que o planejamento de Supply Chain pode ter? Ou há métodos que podem melhorar o processo?</p>
<p style="text-align: justify;">A recessão econômica não só levou a um aumento nas atividades de S&amp;OP como também forçou empresas a reduzirem drasticamente seus investimentos em capital de giro. A otimização de estoque se sobressai neste ponto através dos algoritmos dos softwares que devem atingir a meta de nível de serviço ao invés de deixar o planejador somente com o Modus Operandi padrão. Porém, a otimização de estoques vem sendo implementada como um processo auxiliar a sistemas de MRP (Material Requirements Planning) e de DRP (Distribution Requirements Planning) com foco no ciclo de planejamento de curto prazo, e não relacionado ao processo de S&amp;OP da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto S&amp;OP quanto otimização de estoques utilizam os mesmos dados e envolvem os mesmos stakeholders. É o casamento do S&amp;OP com a otimização de estoque que pode criar um poderoso processo de planejamento. Com capacidade adicional para planejar níveis de serviço e otimizar investimento em estoque, a nova evolução de SCM está em Planejamento de&nbsp; Vendas, estoques e operações(em inglês SI&amp;OP – <em>Sales, Inventory and Operations Planning)</em>. Este artigo discute como as empresas que buscam vantagem competitiva na cadeia de suprimentos podem integrar a otimização de estoque com S&amp;OP para criar um avançado processo de SI&amp;OP<em>.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De volta ao básico do S&amp;OP<br /></strong>Planejamento de vendas e operações vem sendo cada vez mais inserido nas agendas corporativas conforme os executivos percebem o poder de alinhar demanda e oferta.&nbsp;Empresas estão buscando S&amp;OP para benefícios de maior impacto. Os benefícios de um processo bem executado incluem redução de estoque, redução de custos com transporte ,aumento da projeção de receita de vendas e redução de custos de operação da cadeia de suprimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class=" size-full wp-image-10457" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/10/quatropassos.jpg" alt="quatropassos" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="279" height="517" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/10/quatropassos.jpg 279w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/10/quatropassos-162x300.jpg 162w" sizes="(max-width: 279px) 100vw, 279px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Desde quando o termo S&amp;OP ficou conhecido, seu processo tem consistentemente melhorado. Melhorias evolutivas incluem tanto a integração com aspectos financeiros quanto a ênfase em lançamentos de novos produtos. O modelo clássico começa com o planejamento de demanda seguido pelo planejamento de operações. Nestes 2 passos é que a maior parte do trabalho acontece. Os resultados são limitados pelo planejamento de operações e normalmente alguns problemas de oferta. Os passos 3 e 4 são reuniões para revisão de exceções, alinhamento com stakeholders e solucionar problemas em aberto. Como o modelo clássico serve para direcionamento, permite adaptação nos passos do planejamento da demanda e de suprimentos. Duas empresas distintas podem estar fazendo ambos passos, mas com diferenças de níveis de detalhe e proficiência. Por exemplo, algumas empresas ainda não usam softwares estatísticos ou para projeção de demanda.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, é em SCM que a maior parte das deficiências estão. Muitas empresas negligenciam o nível de serviço esperado quando fazem o planejamento de operações. Ao contrário, muitos processos de planejamento de estoque incluem o cálculo de estoque de segurança ou mesmo uma regra padrão (por exemplo, 4 semanas de estoque de segurança). Mesmo estas abordagens sendo as mais comuns, elas não são as melhores. A habilidade de calcular níveis de estoque baseados em objetivos de nível de serviço permite um investimento ideal em níveis de estoque.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma empresa que tem um nível mais baixo de maturidade, tanto para planejamento de demanda quanto planejamento de operações se encontrará em desvantagem em termos de S&amp;OP. A empresa irá somente produzir baseado no histórico de planejamento de demanda e encontrará objetivos desatualizados em planejamento de operações. Uma empresa nesta situação pode ter herdado sobras em sua cadeia de suprimentos por produzir e estocar baseado em incertezas. Tal empresa pode melhorar seus problemas de planejamento de demanda através da aplicação de softwares de previsões estatísticas e medir a acuracidade das previsões.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, melhorar o planejamento de operações para reduzir incertezas é mais difícil. Introduzir a dinâmica de cálculo de objetivos de estoque otimizado de acordo com o nível de serviço não é funcionalmente incluído em pacotes padrão de ERP. Porém, processos complementares e softwares de otimização de estoque resolvem estes problemas no planejamento de operações. Incluir otimização de estoque no planejamento de operações é uma oportunidade para melhorar o S&amp;OP. Considerando que poucas empresas hoje utilizam S&amp;OP e otimização de estoque juntos, esta é uma oportunidade esperando ser explorada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Otimizar o estoque<br /></strong>Otimização de estoque é uma ação que está crescendo em empresas focadas em reduzir capital de giro. É uma evolução para estabelecer objetivos de estoque. No passado, objetivos de estoque eram geralmente derivados de cálculos de fórmulas estatísticas. Muitos ERPs são dependentes dos usuários para especificar o estoque de segurança, pontos de pedidos, estoques mínimos e máximos.</p>
<p style="text-align: justify;">A otimização de estoque é um avanço nesta prática porque utiliza softwares com algoritmos para planejar os objetivos de nível de serviço por SKU. O software leva em consideração os objetivos de nível de serviço, volatilidade da demanda e de leadtime para cada SKU específica para otimizar os níveis de estoque. O resultado é um processo de planejamento de estoque que reduz excessos e melhora a performance do nível de serviço por SKU com redução ou eliminação de ocorrências de falta de estoque. Esta abordagem cientifica de planejamento de estoque tem produzido significativas benefícios. Empresas tem citado de 15 a 30% de redução em estoque com um aumento de 15 a 30% de melhora no nível de serviço dentro do primeiro ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a otimização de estoques e S&amp;OP utilizam o mesmo planejamento de demanda, a otimização de estoques tem geralmente sido implementado como um processo isolado. Na verdade, muitos softwares de otimização de estoques são criados para atender a &nbsp;capacidade de planejamento da demanda. Esta funcionalidade dupla com o S&amp;OP certifica a praticidade dos dois processos. Empresas tendem a implantar otimização de estoques com MRP ou DRP e focar seu uso no horizonte a curto prazo. Portanto, enquanto otimização de estoque tem trazido resultados para empresas que o usam,&nbsp; o processo não esta necessariamente integrado ao S&amp;OP da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O poder do SI&amp;OP<br /></strong>Conforme mostramos acima, um problema comum em S&amp;OP é o planejamento do nível de serviço. E se o planejamento do nível de serviço para a &nbsp;otimização de estoque pudesse ser incluído no processo de S&amp;OP? O resultado é um processo mais robusto para alinhar oferta e demanda com um planejamento de estoque melhorado. A integração de S&amp;OP e otimização de estoques pode criar um processo melhorado conhecido como Planejamento de Vendas, estoques e operações (em inglês <em>Sales, Inventory &amp; Operations Planning – SI&amp;OP</em>). Enquanto SI&amp;OP é comumente conhecido como um termo sinônimo de S&amp;OP, seu processo implica em utilizar técnicas de otimização de estoques ao invés dos tradicionais processos de planejamento de estoque.</p>
<p style="text-align: justify;">O poder do SI&amp;OP está em sua capacidade de otimizar estoques baseado em objetivos de nível de serviço. A acuracidade do planejamento de estoques pode ser aplicado por todos horizontes de tempo do S&amp;OP para melhorar decisões de operações. Decisões de operações podem ser feitas para atender a demanda tanto para produtos acabados quanto para a produção.</p>
<p style="text-align: justify;">A Figura 2 mostra os 5 passos do SI&amp;OP e quando a otimização de estoques é integrada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-10458" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/10/cincopassos.jpg" alt="cincopassos" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="279" height="517" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/10/cincopassos.jpg 279w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/10/cincopassos-162x300.jpg 162w" sizes="(max-width: 279px) 100vw, 279px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comece seu caminho de sucesso para o SI&amp;OP<br /></strong>Todas as empresas que tem como objetivo fazer uma mudança para o processo de SI&amp;OP terão diferentes pontos de partida. A duração da jornada e o tamanho da mudança dependem da maturidade dos processos atuais de S&amp;OP. Empresas com um processo robusto de S&amp;OP terão um caminho mais rápido para implantar o SI&amp;OP do que aquelas empresas que implantarão S&amp;OP pela primeira vez. Independentemente do ponto de partida de cada empresa, há 3 passos distintos que tem se mostrado efetivos para construir um processo de SI&amp;OP.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é melhorar o processo existente de S&amp;OP. Tanto se estiver começando do zero ou fazendo pequenos ajustes, o estabelecimento de um processo robusto de S&amp;OP é a base para o SI&amp;OP. Os aspectos de um bom processo de S&amp;OP são os mesmos que fazem um processo SI&amp;OP de sucesso. Integridade dos dados, planejamento por restrição, integração financeira, envolvimento executivo e disciplina de reuniões, todos são essenciais para criar uma plataforma robusta e de sucesso de SI&amp;OP.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo passo é implementar solução de otimização de estoques, que pode ser feito de duas formas. Uma empresa pode escolher implantar um software desenvolvido internamente ou usar um software de um fornecedor externo. Um fornecedor externo pode ajudar a implantar a solução mais rapidamente do que a desenvolves internamente. Uma solução feita internamente pode levar até 1 ano para ser implantada, enquanto um software de um fornecedor externo pode ser implantado em 3 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez que S&amp;OP e a solução otimização de estoques estejam funcionando bem, é muito mais fácil integrar os dois processos do que implantar SI&amp;OP do zero, sem um processo sólido de S&amp;OP. O último passo da jornada ao SI&amp;OP é unir os dois processos. Incorporá-la otimização de estoque como o Passo 2, requer integração tanto para o planejamento da demanda quanto para o planejamento de operações. Uma vez que a previsão já seja um input para a otimização de estoques, o trabalho para integrar com o planejamento da demanda consiste em expandir o horizonte da previsão igualmente é a utilizada para S&amp;OP.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, para unir o resultado da otimização de estoques com o planejamento de operações, os níveis recomendados de estoque devem alimentar o plano de suprimentos. A diferença chave entre S&amp;OP e SI&amp;OP são os pedidos de reabastecimento que alimentam o planejamento de operações. Os pedidos de reabastecimento no SI&amp;OP são calculados pelos parâmetros do estoque que são otimizados de acordo com os níveis de serviço. O planejamento da demanda se beneficia de um pedido de reabastecimento mais preciso para criar tantos requerimentos de produção quanto pedidos de compras. Ordens de reabastecimento mais precisas permitem redução de estoque e aumento dos níveis de serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma atenção especial deve ser dada as mudanças na organização. Mudanças em papeis e responsabilidades devem ser claramente definidas. Especialmente a responsabilidade da previsão final, já que a maioria dos softwares de otimização de estoque tem planejamento de demanda que é duplicada se a organização já tiver um sistema de previsão. A racionalização de sistemas de TI terá implicação ao responsável da previsão. Atenção também deve ser dada ao alinhamento de métricas e incentivos que levam a comportamentos desejados. Acima de tudo, a migração para um processo de SI&amp;OP é uma iniciativa complexa que requer não somente expertise em processo e sistemas, mas também foco em problemas de gestão de pessoas para garantir um lançamento de sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resumindo tudo<br /></strong>Como todas as práticas de negócios, S&amp;OP tem evoluído ao passar dos anos. Enquanto muitas empresas vão seguir todos os passos para implantar o melhor processo de S&amp;OP, podem haver algumas capacidades não sendo utilizadas, principalmente, o planejamento da otimização de estoques baseado em objetivos de nível de serviço, &nbsp;é que muitas vezes negligenciado em um processo normal de S&amp;OP. A evolução em S&amp;OP é a integração das capacidades de otimização de estoques, que fornecem às empresas uma abordagem cientifica para planejar estoque dinamicamente para atingir os níveis de serviço desejados. É a inclusão deste planejamento de nível de serviço que faz do SI&amp;OP um processo de planejamento mais efetivo do que o tradicional S&amp;OP.</p>
<p style="text-align: justify;">Um processo robusto de S&amp;OP é a fundação para construir um processo de SI&amp;OP integrado. A empresa que estende suas capacidades além do S&amp;OP ou SI&amp;OP irá colher os benefícios de um menor investimento em capital de giro, melhores níveis de serviço e aumento de vendas.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/onde-si-op-e-otimizacao-de-estoque-se-encontram/">Onde SI&OP e Otimização de Estoque se encontram</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 orientações para uma logística eficiente</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/5-orientacoes-para-uma-logistica-eficiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 09:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; distribuição; orientações; planejamento; lucros;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um planejamento assertivo e que contemple todas as etapas da cadeia logística de uma empresa é fator determinante para a maximização dos lucros. “A gestão eficaz da logística é fundamental para a sustentabilidade dos negócios e influencia diretamente na satisfação dos parceiros e clientes e nos resultados finais. Empresas que dão atenção a esse aspecto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10454" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/10/cinco-orientacao.jpg" alt="cinco orientacao" width="285" height="199" style="margin-right: 10px; float: left;" />Um planejamento assertivo e que contemple todas as etapas da cadeia logística de uma empresa é fator determinante para a maximização dos lucros.</p>
<p><span id="more-10455"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“A gestão eficaz da logística é fundamental para a sustentabilidade dos negócios e influencia diretamente na satisfação dos parceiros e clientes e nos resultados finais. Empresas que dão atenção a esse aspecto só têm a ganhar”, afirma Marcelo Florio, diretor comercial e de negócios da Intecom Logística.</p>
<p style="text-align: justify;">A Intecom Logística é um integrador logístico com mais de 15 anos de expertise em distribuição, armazenagem e estratégia em toda a cadeia de suprimentos, que trabalha com a metodologia de otimização da rede logística, para levar eficiência aos clientes, a um custo competitivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, para ajudar a sua empresa a dar os passos certos e a conquistar resultados significativos, Florio elencou as principais premissas para o sucesso desta área. Confira:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Trabalhe para ter um nível de serviço elevado<br /></strong>Uma das principais métricas que mensuram e atestam a eficiência da operação logística é o nível de serviço, ou seja, a capacidade de cumprir prazos e entregar exatamente no momento acordado. Empresas que possuem esse índice elevado têm a capacidade de satisfazer e até mesmo fidelizar os clientes. Neste sentido, o nível de serviço prestado pela Intecom Logística está em patamares superiores à média do mercado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Detenha um time de profissionais qualificados<br /></strong>Ter uma equipe de logística capacitada, com expertise na área, é fundamental para alcançar resultados significativos. Se você atua com uma equipe despreparada, chegou a hora de proporcionar o treinamento adequado aos profissionais da equipe logística para que atuem com qualidade e se atualizem sobre os principais processos, inovações e tendências deste segmento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Utilize tecnologia de ponta</strong><br />O uso de recursos tecnológicos é fundamental em logística, área que trabalha sempre pautada em eficiência. Por isso, muitos processos manuais se mostram ineficientes. A tecnologia possibilita o acompanhamento em tempo real de todas as etapas da cadeia envolvida, desde o produto estocado até a entrega ao cliente final.&nbsp;Por meio de suportes tecnológicos de última geração, cada etapa da armazenagem e distribuição da carga pode ser acompanhada pela Intecom Logística. Desta forma, as mais modernas ferramentas suprem os clientes de informações estratégicas para a tomada de decisão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Estime o estoque certo<br /></strong>Dimensionar o estoque adequado é um ponto importante para não ter custos logísticos desnecessários, que podem impactar no preço dos produtos. Um acervo muito pequeno pode deixar clientes na mão, no entanto, um estoque amplo parado em seu armazém pode gerar gastos desnecessários. Pesquise o mercado, verifique a demanda de clientes e faça uma previsão sobre a quantidade ideal de itens para o seu estoque, controlando-o de forma eficiente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Planeje cada uma das etapas<br /></strong>De que adianta ter um planejamento se o mesmo possui falhas? Um plano logístico&nbsp; deve contemplar e mapear todas as etapas do processo, desde a armazenagem, até a entrega da carga ao lojista ou consumidor final. Esse planejamento, segundo Florio, deve estar focado, acima de tudo, em eficiência (dimensionando o estoque e apontando rotas eficazes para a entrega) e controle de custos.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/5-orientacoes-para-uma-logistica-eficiente/">5 orientações para uma logística eficiente</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Logística reversa na prática de um fabricante de embalagens</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/logistica-reversa-na-pratica-de-um-fabricante-de-embalagens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 09:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; distribuição; logística reversa; embalagem;]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistalogistica.com.br/2018/10/18/logistica-reversa-na-pratica-de-um-fabricante-de-embalagens/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O termo é pomposo, mas um tanto complicado. “Logística reversa” quer dizer que as fabricantes devem se preocupar com o caminho inverso do que colocam no mercado. Desde que a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólido entrou em vigor, em 2014, as empresas que fabricam qualquer produto no Brasil têm a responsabilidade compartilhada com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10452" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/10/embalagenseficientes.jpg" alt="embalagenseficientes" width="285" height="199" style="margin-right: 10px; float: left;" />O termo é pomposo, mas um tanto complicado. “Logística reversa” quer dizer que as fabricantes devem se preocupar com o caminho inverso do que colocam no mercado.</p>
<p><span id="more-10453"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Desde que a Lei da Política Nacional de Resíduos Sólido entrou em vigor, em 2014, as empresas que fabricam qualquer produto no Brasil têm a responsabilidade compartilhada com cidadãos e governos de evitar que os materiais utilizados terminem desperdiçados, contaminando o meio ambiente. Um belo estímulo para que sejam reaproveitados, voltando ao ciclo produtivo e evitando também que mais matéria-prima precise ser extraída da natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">A fabricante de embalagens Tetra Pak faz um trabalho exemplar nesse sentido muito antes do surgimento da lei. Para dar conta do recado, a empresa atua em todos os elos da cadeia – consumidor, poder público, vendedor, reciclador e quem desenvolve produtos à base dos materiais das suas caixinhas. O trabalho não é pouco, afinal, apenas no último ano (2017), a empresa produziu 11,7 bilhões de embalagens somente no Brasil. Mesmo com tanto empenho, hoje a taxa de reciclagem das embalagens Tetra Pak ainda não chega a 25%. “A meta de 2018 é chegar a 24,1%, mas nossa expectativa é de que vamos superar essa meta e crescer a cada ano”, afirma Valeria Michel, diretora de Meio Ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caixinhas 100% recicláveis<br /></strong>O cuidado vem desde a escolha das matérias primas. Lá da árvore que se transforma no papel cartão, lá no material usado no plástico das tampas e também lá nos processos de fabricação, inclusive nos componentes químicos envolvidos. A proposta é reduzir ao mínimo o impacto negativo e multiplicar os impactos positivos no meio ambiente e nas pessoas. “Nosso compromisso é proteger alimentos, pessoas e o futuro”, enfatiza Valeria Michel, diretora de Meio Ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">As seis diferentes camadas das caixinhas da Tetra Pak, conhecidas como “longa vida”, permitem que o alimento seja preservado por um bom tempo apesar de estarem fora da geladeira. A camada de alumínio aliada às de polietileno garantem esse diferencial porque impedem a passagem de oxigênio, luz e ar, principais fatores que estragam as comidas. Mas o plástico alumínio conforma uma pequena parte da embalagem, enquanto o papel representa 75% da composição da embalagem. Por se comprometer com um produto 100% reciclável, a fabricante de origem sueca trabalha aqui no país exclusivamente com uma fornecedora desse material, a Klabin. Isso porque ela foi a primeira – e por algum tempo a única – empresa de papel e celulose certificada FSC, que garante o manejo sustentável das florestas.</p>
<p style="text-align: justify;">Já as tampas de 82% dos seus produtos não são feitas mais do petróleo, foram substituídas por materiais renováveis, o polietileno da cana-de-açúcar. A empresa também eliminou da sua linha de produção o solvente clorado, que afetava a saúde dos funcionários e a natureza, e passou a usar desde 1998 somente tinta à base de água. Além disso, 100% dos resíduos retirados da fábrica vão para reciclagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rota de reciclagem<br /></strong>Na prática, depois de usadas pelos consumidores, as embalagens descartadas adequadamente são recolhidas pelos catadores que vendem o material para as papeleiras. Ao ficarem imersas em água em movimento, as camadas de papel se soltam facilmente da camada de plástico alumínio – que oferece assepsia e equilíbrio térmico ao conteúdo. As papeleiras ficam com a pasta de celulose para fabricar novos produtos de papel. E o plástico alumínio segue outros caminhos, e cada vez vai encontrando novos usos. “Começamos fabricando uma canetinha a partir desse material. Hoje já temos telhas e paletes de alta resistência, assim como produtos de design, fabricados com esse material por diferentes empresas”, conta Valéria.</p>
<p style="text-align: justify;">Para apoiar esses parceiros que devolvem os materiais das caixinhas para a cadeia de produção, a Tetra Pak começou oferecendo comodato de equipamentos para agilizar a separação e o transporte dos componentes das embalagens. Com o tempo, a empresa observou outro instrumento poderoso para melhorar os processos e conquistar mais adeptos: a capacitação em gestão e liderança. E há cerca de cinco anos mantém dois programas com esses objetivos para as cooperativas de catadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas esse ciclo de reaproveitamento também depende em grande parte da sociedade em geral enxergar a importância da reciclagem e destinar seus resíduos adequadamente. Por isso, desde 1997, a Tetra Pak faz um trabalho de educação ambiental para conscientizar a população sobre coleta seletiva. Um dos públicos-alvo desse trabalho estão nas escolas: as crianças influenciam os pais e toda a comunidade. Em 2007, os programas de conscientização foram atrelados a iniciativas culturais – cinema e teatro -, que rodam o país para passar essa mensagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ajudar as pessoas a entregar os materiais separados, a fabricante criou em 2008 a “Rota da Reciclagem”, uma plataforma – que depois se tornou também aplicativo – reunindo quase 5 mil pontos de coleta de material reciclável em todos os cantos do Brasil. Basta o interessado digitar seu endereço no campo de busca que o site encontra o local mais próximo onde levar o material reciclável. “Isso já foi uma planilha que consultávamos cada vez que alguém ligava pedindo indicação de local para entrega de material reciclável. A internet facilitou em muito a divulgação desses pontos”, conta Valéria.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, complementando esse esforço de conscientização nacional, a Tetra Pak produziu uma websérie com um enfoque humano da reciclagem. “Gente que recicla” tem sete episódios mostrando como as pessoas fazem diferença no funcionamento da cadeia recicladora de embalagens longa vida, desde a simples ação de separar o material reciclável do material orgânico até a fabricação de novos produtos reaproveitando os recursos. “Queremos mostrar essa ‘gente invisível’ que trabalha com algo tão importante. Sempre acreditamos que essas pessoas precisavam ser conhecidas”, diz. Confira abaixo o primeiro episódio desta campanha.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Renata Valério de Mesquita viajou a convite da Tetra Pak para conhecer as fábricas e os modos de produção da empresa e da parceira Klabin.</em></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/logistica-reversa-na-pratica-de-um-fabricante-de-embalagens/">Logística reversa na prática de um fabricante de embalagens</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Embalagens inteligentes abrem novas oportunidades</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/embalagens-inteligentes-abrem-novas-oportunidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 09:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem inteligente; Tetra Pak; supermercado online; varejistas;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante dos avanços do supermercado online em diferentes regiões do mundo, a Tetra Pak projeta que as embalagens terão papel cada vez mais&#160;importante em resposta às tendências que estão moldando o setor.“A expansão do supermercado online representa uma grande oportunidade para as marcas. Neste cenário, a embalagem inteligente será uma ferramenta importante ao ajudar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10374" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/09/supermercado-online.jpg" alt="supermercado online" width="288" height="192" style="margin-right: 10px; float: left;" />Diante dos avanços do supermercado online em diferentes regiões do mundo, a Tetra Pak projeta que as embalagens terão papel cada vez mais<span style="text-align: justify;">&nbsp;importante em resposta </span></p>
<p><span id="more-10375"></span></p>
<p><span style="text-align: justify;">às tendências que estão moldando o setor.<br /></span>“A expansão do supermercado online representa uma grande oportunidade para as marcas. Neste cenário, a embalagem inteligente será uma ferramenta importante ao ajudar a promover uma maior transparência e eficiência na cadeia de suprimentos, ao mesmo tempo em que abre novas possibilidades de interação e comunicação com o consumidor”, explica Carvalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde 2016, a Tetra Pak tem investido em testes e no desenvolvimento de códigos únicos para embalagens inteligentes. Na Europa, alguns dos clientes da marca já estão implementando com sucesso a inovação – caso da fabricante espanhola Puleva, que instalou códigos únicos em embalagens de suco como modo de proporcionar novo formato de interação com os consumidores.<br />As embalagens inteligentes baseadas em códigos digitais únicos permitem que cada produto receba um identificador próprio. Esses códigos podem ser lidos por dispositivos de escaneamento de dados ou por smartphones comuns, dando acesso a uma imensa quantidade de informações e abrindo todos os tipos de possibilidades.<br />O novo formato cria espaço para um canal interativo e individual de comunicação em tempo real entre as marcas e os consumidores, oferecendo detalhes sobre o fornecimento de matérias-primas, fatos nutricionais, bem como entretenimento, promoções e informações ambientais.<br />Ao mesmo tempo, com insights capturados por meio desses códigos digitais únicos, as marcas podem melhorar continuamente a experiência de compra e torná-la cada vez mais personalizada para cada consumidor.<br />Por outro lado, os varejistas online também têm pedido códigos de identificação compatíveis com as tecnologias utilizadas em seus depósitos e centros de distribuição, uma vez que isso é entendido como a chave para o sucesso no comércio eletrônico. Os dados e a rastreabilidade de toda a cadeia os ajudam a navegar por uma logística complexa e a melhorar a sua eficiência, aproximando-os da entrega de pedidos em tempo real.<br />Quatro tendências<br />O Tetra Pak Index 2018 destaca as quatro principais tendências que moldam o crescimento na compra de alimentos e bebidas em supermercados online:<br />Conveniência: Este é o principal fator impulsionando a aceitação do consumo online, à medida que os consumidores procuram novas maneiras de tornar sua vida mais simples. Entre as principais oportunidades estão o fácil reabastecimento do produto, recursos de voz e a embalagem conveniente.<br />Sustentabilidade: A pressão sobre o plástico e a conscientização da economia circular continuarão a crescer, e a reciclagem se tornará cada vez mais importante. Os consumidores querem saber se as marcas estão “agindo corretamente”.<br />Personalização e exclusividade: Daqui para frente, a customização de produtos e a personalização da jornada do consumidor serão diferenciais. Isso tem acelerado a tendência do direto-ao-consumidor, e cerca de 80% das empresas de bens de consumo embalados globais deverão migrar para esse modelo até 2025.<br />Tecnologia e desempenho: Espera-se que até 2025 a entrega super-rápida (em apenas 10 minutos) mudará o comportamento do consumidor no sentido de comprar com maior frequência e em menores quantidades, acrescentando mais complexidade à logística. As cadeias de suprimentos continuarão a ser transformadas por uma série de tecnologias, especialmente a identificação por radiofrequência (RFID) e a robótica, aumentando a eficiência e a transparência dos processos.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/embalagens-inteligentes-abrem-novas-oportunidades/">Embalagens inteligentes abrem novas oportunidades</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Novas regras para o transporte de cargas no país</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/novas-regras-para-o-transporte-de-cargas-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 09:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogítica; movimentação; distribuição; transporte; cargas; Brasil;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A logística do transporte no território brasileiro apresenta predominância de rodovias, concentradas principalmente no Centro-Sul do país, em especial no Estado de São Paulo, segundo o Mapa da Logística dos Transportes no Brasil, divulgado pelo IBGE. Para esse segmento, segundo resolução publicada no dia 21 de junho pela SUSEP ( Superintendência de Seguros Privados), no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10266" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/07/Novas-regras-para-o-transporte-de-cargas-no-pais.jpg" alt="Novas regras para o transporte de cargas no pais" style="margin-right: 15px; float: left;" width="300" height="222" />A logística do transporte no território brasileiro apresenta predominância de rodovias, concentradas principalmente no Centro-Sul do país, em especial no Estado de São Paulo, segundo o Mapa da Logística dos Transportes no Brasil, divulgado pelo IBGE.</p>
<p><span id="more-10267"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para esse segmento, segundo resolução publicada no dia 21 de junho pela SUSEP ( Superintendência de Seguros Privados), no inciso IV do artigo 32, do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, empresas de transporte de cargas e embarcadores, assumem a obrigação de averbar, junto à seguradora, todos os embarques citados na&nbsp; apólice, antes da saída do veículo transportador, com base nos conhecimentos emitidos, em rigorosa sequência numérica, mediante a transmissão eletrônica do arquivo do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe), no padrão estabelecido na legislação, ou documento fiscal equivalente.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a averbação do seguro da carga, nos casos em que for obrigatória a emissão do Manifesto Eletrônico do Documentos Fiscais (MDF-e), no caso de viagens interestaduais, deve o segurado, mediante transmissão eletrônica, efetuar a entrega do arquivo completo desse documento, no padrão estabelecido na legislação, também em rigorosa sequência numérica e antes do início da viagem.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa emissora do MDF-e deve gerar arquivo eletrônico contendo as informações do veículo de carga, condutor, previsão de itinerário, valor e peso da carga, documentos fiscais, seguro, comprovante de pagamento de autônomo ou equiparado (CIOT), bem como as informações do vale-pedágio, quanto for o caso, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Flademir Lausino de Almeida, sócio diretor da AT&amp;M Tecnologia, líder no mercado de averbação eletrônica com mais de 20 mil empresas atendidas atualmente, explica que os sistemas da empresa e aplicações estão prontos para recepção e transmissão do arquivo MDF-e 3.0 desde a sua obrigatoriedade de emissão em outubro/2017.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de averbação eletrônica para o transporte de cargas coleta todas essas informações disponibilizadas pelo CT-e e em questão de menos de um segundo, checa se os dados da carga estão coerentes com o registro das condições básicas apólice do seguro cadastrada pela seguradora ou corretora no sistema de averbação eletrônica “Quando as transportadoras emitem o Conhecimento Eletrônico de transporte, este fica registrado no sistema a Secretaria da Fazenda (SEFAZ) de cada estado. De forma, o SEFAZ responde positivamente através de um protocolo que significa a liberação fiscal da mercadoria em relação aos impostos”, relata Flademir Lausino de Almeida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SAIBA MAIS SOBRE O MDF-e&nbsp;</strong><br /> O Projeto do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) tem como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico para substituir a emissão do documento em papel, com validade jurídica garantida pela assinatura digital do emitente, simplificando as obrigações acessórias dos contribuintes e permitindo, ao mesmo tempo, o acompanhamento em tempo real das prestações e operações comerciais pelo Fisco, explica a advogada Requel Aparecida de Jesus. Em vigor desde outubro de 2014, a implantação do MDF-e integra o projeto Federal Brasil-ID – Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias, que se baseia em tecnologias que tem como objetivo a construção de um padrão eletrônico único para acelerar o processo de produção, logística e fiscalização evitando sonegação de impostos de mercadorias em circulação por todo o país.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/novas-regras-para-o-transporte-de-cargas-no-pais/">Novas regras para o transporte de cargas no país</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Contêineres conectados: a CMA CGM lança sua solução inovadora</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/conteineres-conectados-a-cma-cgm-lanca-sua-solucao-inovadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 09:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogítica; movimentação; distribuição; contêineres; transporte internacional; TRAXENS;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como parte de sua estratégia de Customer Centricity, o Grupo CMA CGM, um líder mundial no transporte internacional, tem o prazer de anunciar a comercialização de um novo produto: TRAXENS by CMA CGM. Sendo a primeira companhia a investir em TRAXENS, participando de seu desenvolvimento, a CMA CGM liderou inúmeros testes desta solução sem igual. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10262" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/07/CMACGM_BOUGAINVILLE2.jpg" alt="CMACGM BOUGAINVILLE2" style="margin-right: 15px; float: left;" width="300" height="222" />Como parte de sua estratégia de Customer Centricity, o Grupo CMA CGM, um líder mundial no transporte internacional, tem o prazer de anunciar a comercialização de um novo produto: TRAXENS by CMA CGM.</p>
<p><span id="more-10263"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Sendo a primeira companhia a investir em TRAXENS, participando de seu desenvolvimento, a CMA CGM liderou inúmeros testes desta solução sem igual. Hoje, o Grupo decidiu lançar o produto em larga escala e tornar o equipamento disponível para todos os clientes CMA CGM.</p>
<ul>
<li>A solução é oficialmente lançada após conclusão da fase de testes;</li>
<li>Um aparelho conectado oferecendo rastreamento único: local, temperatura, choques e abertura de porta;</li>
<li>Uma ferramenta para otimizar a cadeia logística de seus clientes;</li>
<li>TRAXENS by CMA CGM: uma cooperação de sucesso entre um grupo internacional e uma start-up francesa;</li>
</ul>
<p><strong>Um gerenciamento otimizado de cada etapa do transporte<br /></strong>TRAXENS by CMA CGM é um equipamento fixado ao contêiner que permite registrar:</p>
<ul>
<li>A posição do contêiner, em qualquer lugar, sendo no mar ou em terra</li>
<li>A intensidade de choques potenciais</li>
<li>Variação da temperature externa – e, em breve, umidade e temperatura dentro do contêiner</li>
<li>Abertura e fechamento de portas</li>
</ul>
<p>Graças a este sistema de alerta em tempo real, os clientes do Grupo podem, eficientemente, rastrear suas mercadorias e, com isso, serem mais reativos em cada etapa do transporte. Assim, o gerenciamento da cadeia logística é facilitado através de uma interface online intuitiva e simples de utilizar.</p>
<p><strong>Um serviço de suporte adaptado às necessidades dos clientes<br /></strong>Com o objetivo de otimizar a cadeia logística, TRAXENS by CMA CGM pode vir com um completo diagnóstico. Além da transferência de dados, uma equipe poderá acompanhar e auxiliar os clientes na análise das informações. Ao optar pelo TRAXENS by CMA CGM será possível identificar dificuldades logísticas e implementar soluções concretas para reduzir custos e melhorar a segurança do transporte.</p>
<p>Através desta solução sem igual, a CMA CGM reafirma a importância de colocar o cliente no centro de sua estratégia, traduzindo seu desejo em construir soluções inovadoras.</p>
<p>Nesta ocasião, Mathieu Friedberg, Senior Vice-President Commercial and Agency Network, declara: “A CMA CGM reafirma sua estratégia de Customer Centricity ao oferecer esta solução inovadora. Com aproximadamente 19 milhões de contêineres transportados em 2017, a disponibilização de contêineres inteligentes na frota do Grupo permitirá coletar e analisar muitas informações necessárias para melhorar, ainda mais, a oferta de serviços aos clientes e os auxiliará a otimizar suas cadeias logísticas.”</p>
<p>Você pode descobrir mais sobre TRAXENS by CMA CGM neste vídeo: <a href="https://youtu.be/QO9f1z8Bv8k">https://youtu.be/QO9f1z8Bv8k</a></p>
<p><em>Por cma-cgm.com</em></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/conteineres-conectados-a-cma-cgm-lanca-sua-solucao-inovadora/">Contêineres conectados: a CMA CGM lança sua solução inovadora</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>A criativa logística reversa do Brasil</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/a-criativa-logistica-reversa-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 09:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogítica; movimentação; distribuição; reversa; embalagens; reciclagem; Brasil;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um arranjo informal e criativo destina mais de 60% das embalagens produzidas no Brasil para as fábricas após entregar seu conteúdo aos consumidores de todo o país. A produção de embalagens é um componente importante na economia das nações desenvolvidas. Isto se deve ao fato dos produtos necessitarem de embalagens para serem distribuídos. Hoje, mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10260" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/07/RESIDUOELETRICO.jpeg" alt="RESIDUOELETRICO" style="margin-right: 15px; float: left;" width="300" height="222" />Um arranjo informal e criativo destina mais de 60% das embalagens produzidas no Brasil para as fábricas após entregar seu conteúdo aos consumidores de todo o país.</p>
<p><span id="more-10261"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A produção de embalagens é um componente importante na economia das nações desenvolvidas. Isto se deve ao fato dos produtos necessitarem de embalagens para serem distribuídos. Hoje, mais de 80% do que é produzido nas fábricas acaba sendo encaminhado ao mercado dentro de algum tipo de embalagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O fornecimento de embalagens é tão crítico que, na eventualidade da falta deste insumo na produção, a maioria dos produtos não conseguiria deixar as fábricas e as empresas parariam de emitir notas fiscais. A indústria brasileira de embalagem está alinhada tecnologicamente e em capacidade de produção com suas congêneres dos países desenvolvidos e aqui estão presentes com suas fábricas, 18 das 20 maiores industrias mundiais deste segmento. O Brasil produz e exporta muitos tipos de embalagens e o setor gerou, em 2014, o faturamento de R$ 48 bilhões, o que representa uma parcela significativa do PIB nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazer com que todas estas embalagens recebam um encaminhamento adequado após entregarem no destino não é tarefa fácil. O destino destas embalagens pós consumo se torna um problema para as prefeituras municipais, a quem cabe providenciar a coleta de lixo, pois este é o destino dos assim chamados “Resíduos Sólidos Urbanos” nos quais as embalagens figuram como um dos componentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se trata deste tema, a questão ambiental tem dominado de tal forma os debates sobre o que fazer com o lixo urbano que vem sobrepujando, inclusive a questão do saneamento público, a ponto de merecer a promulgação de uma lei federal específica para tratar do destino dos tais resíduos. Esta legislação prevê a ação integrada e a responsabilidade compartilhada entre estado, empresas e sociedade e objetiva reduzir os problemas decorrentes do impacto ambiental causado pelo lixo urbano.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos seus principais objetivos é ampliar os índices de reciclagem por meio de compromissos com metas a serem alcançadas progressivamente. Sem dúvida, a adoção da Lei de Resíduos Sólidos vai trazer no futuro benefícios para os três agentes comprometidos com sua aplicação, ou seja, o poder público, as empresas e a sociedade em geral. Vale a pena dar uma olhada no panorama atual da reciclagem de embalagem no Brasil e a logística reversa empregada em sua operação para avaliarmos o estágio em que nos encontramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas antes vale lembrar que não é de hoje que a reciclagem de embalagem está presente na vida cotidiana dos brasileiros. Desde os tempos do Brasil colonial, escravos com seus cestos na cabeça percorriam as ruas apregoando seu característico “garrafeeeeeiro”. O garrafeiro com seu pregão faz parte das nossas tradições aparecendo no cancioneiro popular, na poesia e na iconografia de época. Quando menino no interior, meus amigos e eu coletávamos garrafas, papel, papelão e outros materiais para vender no “depósito de ferro velho” e com o dinheiro arrecadado com esta venda, comprávamos a bola e o jogo de camisas do nosso time.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes depósitos formam, desde o início do século, uma rede de sucateiros que se propõe comprar o que as pessoas levam até eles e o que os catadores por eles estimulados ou empregados recolhem nas ruas e nas casas.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, a coleta e a reciclagem de embalagens no Brasil funciona com a organização informal de milhões de pessoas que se mobilizam por dinheiro, necessidade ou por idealismo militante para encaminhar embalagens para os centros recicladores e os sucateiros fazendo com que a partir deles elas cheguem às fábricas para serem reprocessadas.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante frisar que o grande promotor desta atividade é a própria indústria de embalagem que tem forte interesse econômico na reciclagem e procura adquirir tudo o que consegue encontrar, pois produzir a partir de material reciclado é, na maioria das vezes, bem melhor e mais lucrativo do que produzir a partir da matéria prima virgem. Podemos citar como exemplo a produção de papel produzido com aparas e material recolhido do lixo de escritórios e residências oriundos da reciclagem, pois o custo de produção de uma tonelada de produto acabado cai pela metade em relação ao fabricado com celulose virgem originária das florestas plantadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas e a sociedade o que ganha com isso? E que interesse tem em participar desta atividade? A sociedade tem tanto a ganhar quanto a indústria pois, além dos ganhos ambientais que a reciclagem promove, ela é fonte de trabalho e renda para quase um milhão de brasileiros excluídos que, com esta atividade, conseguem ganhar seu sustento e empreender no caminho de volta a sociedade da qual a maioria deles já se encontrava a margem. Portanto, um enorme ganho ambiental e social.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Fabio Mestriner, Consultor da Ibema, Professor Coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem ESPM, Professor do MBA de Marketing da Fundace USP e autor dos livros Design de Embalagem Curso Avançado e Gestão Estratégica de Embalagem.</em></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/a-criativa-logistica-reversa-do-brasil/">A criativa logística reversa do Brasil</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Palete plástico da Termotécnica</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/palete-plastico-da-termotecnica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2017 15:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogística; laçamento; palete; termotécnica; plástico;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lançado para operações logísticas internas da Termotécnica &#8211; maior indústria transformadora de EPS (isopor®) da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento. O projeto de Bases de Movimentação (BM) produzidas em EPS se destacou como um diferencial para o mercado e, em pouco tempo, tornou-se uma nova linha de produtos da empresa, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-9439" style="margin-right: 15px; float: left;" alt="paleteplastico2" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2017/05/paleteplastico2.jpg" width="300" height="222" /></p>
<p style="text-align: justify;">Lançado para operações logísticas internas da Termotécnica &#8211; maior indústria transformadora de EPS (isopor®) da América Latina e líder no mercado brasileiro deste segmento.</p>
<p><span id="more-9440"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O projeto de Bases de Movimentação (BM) produzidas em EPS se destacou como um diferencial para o mercado e, em pouco tempo, tornou-se uma nova linha de produtos da empresa, o Upally.<br />A estreia aconteceu com um de seus principais clientes da linha branca e, logo, um fluxo logístico foi implementado com sucesso nas operações de frutas do Vale do São Francisco (PE). A operação envolve a armazenagem em câmeras frias e o abastecimento dos mercados sul e sudeste.<br />Wanderley Venancio, Gerente de Operações e Projeto Logístico na Termotécnica, valoriza que a atuação da Linha Upally é bastante ampla e o atendimento é realizado de forma customizada, de acordo com a necessidade logística do cliente. <br />Ele argumenta que a Termotécnica entrou no mercado de armazenagem e movimentação de cargas buscando diversificar sua gama de atuação e proporcionando ao mercado vantagens que as soluções atuais não permitem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Proteção antimicrobiana</strong><br />O Gerente complementa que um importante avanço recente ofertado pela Termotécnica é a possibilidade de produção da BM com tecnologia antimicrobiana (Safe Pack). Com o Safe Pack, a empresa inovou rumo à biossegurança relativa a fungos e bactérias, conferindo a redução em 99,9% da ação e presença de micro-organismos, tornando as superfícies de contato e produtos livres das ameaças invisíveis do cotidiano. <br />A eficiência do Safe Pack é comprovada pela Norma Internacionalmente reconhecida para avaliar a atividade JIS Z 2801, por ensaios realizados em micro-organismos gram+ e gram-.</p>
<p style="text-align: justify;">Vantagens da BM de isopor® em relação às de madeira e plástico:<br />&#8211; Redução dos Custos Logísticos.<br />&#8211; Dispensa Fumigação.<br />&#8211; Não se enquadra a Portaria da Receita Federal de “Mercadoria IPPC”.<br />&#8211; Facilidade de higienização, não prolifera pragas.<br />&#8211; Solução one-way com recolhimento e reciclagem no destino e redução da emissão de CO2.<br />&#8211; Nos casos de quebra não produzem farpas e consequentemente não agride os produtos.<br />&#8211; Capacidade de carga dinâmica e estática variados conforme a necessidade logística.<br />&#8211; Resistente a variação de temperaturas e a umidade.<br />&#8211; Dispensa o uso de empilhadeiras no manuseio quando vazio, proporcionando excelente desempenho ergonômico para os colaboradores.<br />&#8211; Possibilidade de customização em cores, logotipos e outras informações.<br />&#8211; Padrão PBR e possibilidade de customização de medidas.<br />&#8211; Peso entre 1,5kg e 4,0kg.<br />&#8211; Sustentabilidade. EPS 100% Reciclável, temos uma cadeia de reciclagem envolvendo cooperativas que recebem produtos de EPS descartados, espalhadas por todo Brasil. No site www.reciclareps.com.br você pode localizar os PEVS (pontos de entrega voluntária) mais próximos do seu endereço.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Força-tarefa da equipe comercial</strong><br />A área Comercial da Termotécnica avalia a necessidade do cliente em conjunto com uma equipe Técnica da empresa e adequa o produto ou serviço para cada segmento ou necessidade do mercado.<br />Em alguns casos, são necessárias pequenas mudanças no processo logístico, mas reduções de custos podem ser percebidas em diferentes estágios da operação.<br />Alguns exemplos de utilização e diferenciais do Upally:<br />• Como Upally pesa cerca de 3,5kg e 01 carreta leva 28 paletes em média. Substituindo os paletes de madeira de 35kg ou mais, nossos clientes conseguem aumentar a carga de produtos em quase 1 tonelada por frete, ou seja, a cada 30 fretes ele economiza 01 frete.<br />• Outros clientes usam o Upally na linha de produção para movimentações internas, pois o manuseio e empilhamento dos das bases vazias são realizadas manualmente pelos colaboradores, sem a necessidade de empilhadeiras, reduzindo os custos de hora/homem/empilhadeira, entre outros.<br />• Dentro de câmaras frias o Upally possui uma carga térmica menor que o palete de madeira, por exemplo, que consome inúmeras vezes menos frio (tecnicamente falando, libera menos calor ou calorias de energia/pallet) e consequentemente gera uma considerável redução de consumo de energia elétrica nas câmaras frias, despesa relevante em todas as operações.<br />• A indústria têxtil aprovou a linha Upally porque o peso das BM não sofre variações, possibilitando precisão nos processos onde os controles de peso são fundamentais. Além de não existirem riscos de danificar o produto transportado com as farpas ou fiapos de madeira ou plástico ou mesmo no caso de quebra dos paletes.<br />“Temos uma excelente perspectiva de vendas para o Upally. O número de pallets novos em circulação no mercado brasileiro gira em torno de 6 a 8 milhões ao ano, porém, sabe-se que é um número baixo, considerando o volume de cargas movimentadas, a circulação de pallets fora do padrão e o comércio de pallets usados”, finaliza Venancio.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/palete-plastico-da-termotecnica/">Palete plástico da Termotécnica</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Big bag especial para líquidos</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/bag-transporte-liquidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2016 19:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[bag; transporte; liquidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fluid Bag lançou uma solução inédita para o acondicionamento e transporte de produtos líquidos e pastosos. Trata-se de um contêiner flexível apoiado em palete de madeira ou metálico, que reduz o desperdício de produto, garante mais qualidade e proteção, permite uma taxa de produção maior e mais consistente e ajuda a obter redução de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-9052" style="margin-right: 15px; float: left;" alt="big-bag-transporte-liquido" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2016/11/big-bag-transporte-liquido.jpg" width="300" height="334" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2016/11/big-bag-transporte-liquido.jpg 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2016/11/big-bag-transporte-liquido-269x300.jpg 269w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />A Fluid Bag lançou uma solução inédita para o acondicionamento e transporte de produtos líquidos e pastosos.</p>
<p><span id="more-9053"></span></p>
<p>Trata-se de um contêiner flexível apoiado em palete de madeira ou metálico, que reduz o desperdício de produto, garante mais qualidade e proteção, permite uma taxa de produção maior e mais consistente e ajuda a obter redução de custos.</p>
<p>São duas configurações: a versão de madeira é ideal para todas as distâncias, enquanto a metálica é mais utilizada em transportes frequentes. Porém, ambas têm fácil manuseio e não precisam retornar.</p>
<p>No Brasil, o equipamento é comercializado pela <a href="http://www.solvingdobrasil.com.br/fluid-bag/">Solving</a>.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/bag-transporte-liquidos/">Big bag especial para líquidos</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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