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	<title>Movimentação - Revista Logística e Supply Chain</title>
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	<description>Noticias e atualizações sobre Logística e Supply Chain</description>
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	<title>Movimentação - Revista Logística e Supply Chain</title>
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		<title>A lógica da logística</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/a-logica-da-logistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentação]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; empilhadeira; port roll; sistema; logística reversa;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conosco ninguém pode. A reboque da malha viária em petição de miséria, o custo logístico incide em 12,37% sobre o faturamento líquido das indústrias brasileiras, mediu antes da greve dos caminhoneiros a Fundação Dom Cabral, arrematando tratar-se do dispêndio mais caro do mundo no gênero. Este fator de perda de competividade traduz para Mauro Kernkraut [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10526" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/11/portroll-uso-222.jpg" alt="portroll uso 222" width="331" height="242" style="margin-right: 10px; float: left;" />Conosco ninguém pode. A reboque da malha viária em petição de miséria, o custo logístico incide em 12,37% sobre o faturamento líquido das indústrias brasileiras, mediu antes da greve dos caminhoneiros a Fundação Dom Cabral, arrematando tratar-se do dispêndio mais caro do mundo no gênero.</p>
<p><span id="more-10527"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Este fator de perda de competividade traduz para Mauro Kernkraut e Elias Lima, principais controladores da Port Roll Locação de Bens Móveis, uma oportunidade de mão cheia a bordo de uma mudança de hábitos no transporte de bobinas de filmes: a adesão à patenteada embalagem reutilizável da empresa, com consequente escanteio dos descartáveis de madeira, tipo paletes e separadores. Como toda catequese digna do nome, a mudança não acontece da noite para o dia, mas os ganhos nos bastidores da logística tornam a sacada da Port Roll um respiradouro para transformadores de flexíveis, confiam os dois empreendedores.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema Port Roll começou a ser gestado em 1994, os processos de patentes tomaram vulto em 1998 e, para sumarizar a linha do tempo, o mix, modelo de negócio e sistema operacional foram delimitados em 2010 e, dois anos depois, pintou o primeiro contrato comercial. “Os últimos três anos foram dedicados a introduzir a solução na praça”, comenta Kernkraut. Daqui por diante, fica patente que a sorte do negócio resultará da sua gradativa aprovação no mercado combinada com obsessão dos clientes por decepar custos, sob pressão da recessão rediviva e do encarecimento das resinas no rabo de foguete da disparada do petróleo e dólar. Com fábrica em Guarulhos, Grande São Paulo, a Port Roll tem como atender o desenvolvimento do mercado, afiança Lima. “Uma vez que as embalagens são alugadas, nosso parque aumenta a cada novo cliente dessa solução para suas bobinas”, argumenta o dirigente, arisco a soltar números e pormenores do processo. Ele abre exceção para confirmar que a paranaense PLM, do legendário transformador Jacques Siekierski, fornece as placas termoformadas do sistema montado em Guarulhos. Entre os clientes conquistados, figura a convertedora paulista de laminados Converplast.</p>
<p style="text-align: justify;">“A nossa solução dispensa o emprego de paletes, pois as bobinas ficam suspensas por duas placas de polipropileno (PP), cada uma com 10 quilos, e quatro barrotes metálicos”, descreve Kernkraut. “Permitem a estocagem e manuseio pelos quatro lados, protegendo as bobinas e ampliando a eficiência logística”. No caso dos paletes de PP ou polietileno de alta densidade, emenda o empresário, “seu uso seria praticamente impossível por causa da grande variedade de dimensões necessárias e daí a fabricação customizada das diversas medidas no trabalho com paletes de madeira, cujo uso aliás tem sido posto em ocaso por regulamentações como a do palete padrão brasileiro intercambiável (PBR)”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Port Roll reza pelo breviário da logística integrada. Ou seja, expõem Lima e Kernkraut se incumbe da entrega, coleta, higienização e controle das suas embalagens durante a utilização (inclusa logística reversa), ou então, opera pelo chamado modelo de locação simples. Em suma, quando a realização da logística corre por conta do cliente. Os dois sócios ressaltam, a propósito, a disposição de investir em ferramentas de TI para monitorar o emprego de suas embalagens ao longo da cadeia logística.</p>
<p style="text-align: justify;">Descartáveis convencionais para transporte e estocagem englobam paletes, separadores e barrotes de madeira, batoques plásticos, parafusos, travas metálicas, cinta de arquear, filme stretch e perfis de metal ou plástico, alinha Kernkraut. “O sistema de embalamento da Port Roll exige apenas placas termoformadas, barrotes metálicos, saco plástico e cinta de arquear”, ele confronta. Na esfera dos índices de perdas, ele atesta, os paletes de madeira sofrem muito com os esforços a que são submetidos durante o transporte das bobinas suspensas. “Daí resultam avarias como a quebra dos paletes ou dos separadores, além da queda da bobina e consequentes danos como choque lateral, blocagem (em especial em materiais metalizados) e amassamento do tubete”, aponta o dirigente. Em contraponto, frisa, mesmo quando recebe um impacto forte a ponto de pressupor estragos, a bobina embalada pela Port Roll permanece intacta. “Seus tempos de carga e descarga equivalem aos dos paletes, mas o acondicionamento da bobina na embalagem e sua retirada transcorrem bem mais rápido com a nossa tecnologia”.</p>
<p style="text-align: justify;">Lima e Kernkraut sustentam que os custos unitários de uso de suas embalagens são inferiores aos dos descartáveis de madeira. A logística reversa, eles distinguem, é o fator determinante do número mínimo de bobinas para validar o emprego do sistema Port Roll. “Não vale a pena executar a logística reversa para uma quantidade muito pequena de bobinas”, ponderam os dois sócios. “Em geral, nosso negócio é compatível com indústrias que utilizam mais de 20 bobinas por mês”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: <a href="http://plasticosemrevista.com.br/a-logica-da-logistica/">http://plasticosemrevista.com.br/a-logica-da-logistica/</a></em></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/a-logica-da-logistica/">A lógica da logística</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>ID Logistics adquire empilhadeiras de lítio da BYD</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/id-logistics-adquire-empilhadeiras-de-litio-da-byd/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2018 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentação]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; empilhadeira; lítio; byd; inovação;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Solução foi adotada após aprovação de ideia sugerida no Comitê de Inovação, Tecnologia e Tendências, da ID Logistics Brasil O Grupo ID Logistics acaba de adquirir empilhadeiras BYD modelo ECB 25, que são 100% elétricas e possuem com tecnologia lítio. Com capacidade de 2,5 toneladas, os equipamentos já estão em operação em uma das operações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10504" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/11/empilhareiras-BYD.jpg" alt="empilhareiras BYD" width="331" height="242" style="margin-right: 10px; float: left;" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/11/empilhareiras-BYD.jpg 521w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/11/empilhareiras-BYD-300x219.jpg 300w" sizes="(max-width: 331px) 100vw, 331px" />Solução foi adotada após aprovação de ideia sugerida no Comitê de Inovação, Tecnologia e Tendências, da ID Logistics Brasil</p>
<p><span id="more-10505"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Grupo ID Logistics acaba de adquirir empilhadeiras BYD modelo ECB 25, que são 100% elétricas e possuem com tecnologia lítio. Com capacidade de 2,5 toneladas, os equipamentos já estão em operação em uma das operações do Grupo ID Logistics, em São Bernardo do Campo (SP), que atende a lojas do varejo de material de construção.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução foi adotada a partir de apresentação em julho de 2017 da BYD no Comitê de Inovação – Tecnologia e Tendências, da ID Logistics Brasil, na sede administrativa, em Alphaville, Barueri (SP). Em seguida, a ideia passou a ser estudada pelos representantes do comitê, formado por cerca de 60 gestores de várias áreas da companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Rodrigo Bacelar, Diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios e Inovação, “o workshop teve soluções tecnológicas e de inovação, que foram apresentadas por integrantes do comitê ou fornecedores nas áreas de robótica, paletização, armazenagem, automação e controladoria, que atende a cadeia logística”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em maio desde ano, na segunda edição do evento, foram divulgadas quais ideias apresentadas nos estudos de viabilidade para as operações da empresa no Brasil seriam realmente viáveis. “Entre elas, teve êxito a utilização da solução BYD para implementação logística em alguns de nossos clientes no Brasil”, diz Bacelar. Ele destaca que esse tipo de iniciativa motiva a todos aqueles que participam de uma forma direta ou indiretamente nos comitês realizados pela companhia e mostra que é preciso multiplicar a cultura disruptiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Empilhadeiras BYD</p>
<p style="text-align: justify;">Famosas pela bateria de ferro lítio, as empilhadeiras BYD garantem autonomia de até 16 horas, além de permitirem recarga parcial (sem efeito memória) e efetivarem a recarga total em até 2 horas, contra 8 horas da bateria tradicional de chumbo-ácido. Segundo Henrique Antunes, Diretor de Vendas América do Sul da BYD, a empresa é vanguardista nesse tipo de tecnologia. “Por termos o sistema completo, conseguimos deixar nossas empilhadeiras no topo quando se trata de produtividade. Permitimos agilidade, corte no custo de manutenção com sala de bateria e com um funcionário destacado apenas para essa função de recarga e troca, evitamos riscos de acidente e ainda reduzimos o custo de energia em 30% com maior eficiência energética.”</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/id-logistics-adquire-empilhadeiras-de-litio-da-byd/">ID Logistics adquire empilhadeiras de lítio da BYD</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Blickle cria roda para AGV com trava permanente</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/blickle-cria-roda-para-agv-com-trava-permanente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 09:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentação]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; distribuição Blickle; AGV; travão; rodas;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa alemã de rodas e rodízios, Blickle, criou uma roda para um autómato de características específicas a encomenda, pelo que os engenheiros da empresa desenvolveram uma roda com uma capacidade de carga de cerca de 500 kg, capaz de se movimentar a uma velocidade de 1m/s, bem como suportar o peso de levantar um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10414" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Blickle222.jpg" alt="Blickle222" width="300" height="222" style="margin-right: 10px; float: left;" />A empresa alemã de rodas e rodízios, Blickle, criou uma roda para um autómato de características específicas a encomenda, pelo que os engenheiros da empresa desenvolveram uma roda com uma capacidade de carga de cerca de 500 kg, capaz de se movimentar a uma velocidade de 1m/s, bem como suportar o peso de levantar um contentor a 80mm, com uma precisão de aproximadamente 2 mm.</p>
<p><span id="more-10415"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Seria um projeto mais simples, não fosse o fato de o aparelho ter apenas 30 cm de altura.</p>
<p style="text-align: justify;">Para suportar todas estas condições foi criada uma solução de roda dupla específica em ferro fundido e peças soldadas. O travão foi outro entrave na criação da roda, pois os convencionais não poderiam ser aplicados a este modelo, sendo que a solução consistiu num travão de tambor controlado de forma eletromecânica, visto ser um autómato. Deste modo, o travão destrava-se antes de se começar a mover, e atua como um travão normal.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/blickle-cria-roda-para-agv-com-trava-permanente/">Blickle cria roda para AGV com trava permanente</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>BYD fornece rebocadores elétricos à dnata, no aeroporto de Guarulhos</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/byd-fornece-rebocadores-eletricos-a-dnata-no-aeroporto-de-guarulhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 09:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentação]]></category>
		<category><![CDATA[BYD; rebocadores elétricos;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A BYD forneceu à dnata, empresa de ground handling que opera no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, 21 tratores 100% elétricos Green Tug. &#160; A substituição dos modelos a Diesel pelos elétricos foi iniciada em setembro do ano passado e, hoje, a dnata já conta com uma frota de tratores 100% elétricos.Os tratores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10370" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/09/byd-rebocador.jpg" alt="byd rebocador" width="288" height="192" style="margin-right: 10px; float: left;" />A BYD forneceu à dnata, empresa de ground handling que opera no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, 21 tratores 100% elétricos Green Tug.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-10371"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A substituição dos modelos a Diesel pelos elétricos foi iniciada em setembro do ano passado e, hoje, a dnata já conta com uma frota de tratores 100% elétricos.<br />Os tratores são usados para rebocar carretas de malas, carga e correio e foram selecionados após avaliações técnicas e ambientais. De acordo com Ricardo Morrison, CEO da dnata Brasil, “os tratores elétricos, além de não emitirem poluentes, são mais versáteis nas manobras e deslocamentos em solo, mais seguros e confortáveis e operam silenciosamente, o que contribui para a saúde dos operadores que sofrem diariamente com o ruído intenso dos tratores convencionais.”<br />A ideia da dnata é substituir toda a frota a Diesel por veículos elétricos nos 26 aeroportos que opera no país. “Estamos muito contentes com a frota 100% elétrica e o movimento agora se espalha pelo país, a exemplo do que a dnata vem fazendo em todo o mundo. Fico feliz por estarmos contribuindo para a reduzir a emissão de poluentes em nossas operações em solo”, completa Morrison. A dnata atende mensalmente a 3.180 voos de clientes regulares só no Aeroporto Internacional de Guarulhos e mais de 16 mil voos em todo o país.<br />Os 21 tratores elétricos BYD em operação deixam de lançar na atmosfera 647 toneladas de CO2 ao ano, além de 294 toneladas de material particulado, reduzindo drasticamente a poluição.<br />Segundo o presidente da BYD Brasil, Tyler Li, “hoje, trocar um veículo movido a combustíveis fósseis por um elétrico é um gesto amigo do planeta, das cidades e da população. Quase meio milhão de pessoas morre anualmente em consequência de doenças respiratórias e cardiovasculares provocadas pela má qualidade do ar e a BYD, juntamente com seus parceiros de negócios, estão fazendo sua parte em busca de uma sociedade de mínimo impacto ambiental, para garantir o equilíbrio do nosso planeta.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O trator 100% elétrico Green Tug</strong><br />Oferecendo duas opções de capacidade de reboque: 5 toneladas e 25 toneladas, a linha Green Tug possui um sofisticado sistema de gerenciamento de energia, uma expertise da BYD de mais de 20 anos em diversos tipos de equipamentos, o que confere mais produtividade por kWh. O sistema one pedal drive permite a condução com apenas com um pedal, o do acelerador. Cada vez que o motorista desacelera, o sistema de freios regenerativos entra em ação, recuperando 35% da energia envolvida.<br />O Green Tug vem equipado com a tecnologia de ponta da BYD, as baterias de fosfato de ferro lítio, garantindo uma autonomia de até 16 horas com uma única recarga.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A BYD</strong><br />“Pioneira em soluções de energia limpa”<br />Gigante global pioneira em energia limpa, a BYD foi fundada em 1995 e rapidamente se tornou a maior fabricante mundial de baterias recarregáveis, sistemas de armazenamento de energia, ônibus e caminhões 100% elétricos. Desde 2015, a BYD também vem surpreendendo o mundo como a maior fabricante de automóveis elétricos e híbridos plug-in do mundo (2015, 2016 e 2017).<br />A empresa está presente em cinco continentes, mais de 50 países e em cerca de 200 cidades e têm entre seus sócios o americano Warren Buffet. Com mais de 220 mil funcionários distribuídos em 40 fábricas ao redor do globo (sendo 20 mil engenheiros pesquisadores), a chinesa BYD é, ainda, a segunda maior fornecedora de componentes para celulares, tablets e laptops no mundo para outras marcas globais, e considerada uma das 15 empresas que estão mudando o mundo para melhor, “Change The World”, da Revista Fortune.<br />Em 2016, a BYD ganhou o prêmio Zero Emission Eco system da ONU, na categoria grandes corporações. Em 2016, a empilhadeira elétrica da BYD ganhou o prêmio IFOY de melhor empilhadeira elétrica do mundo. A primeira vez que uma marca não europeia ganha o principal prêmio do setor de logística na Europa.<br />No Brasil, a BYD abriu sua primeira fábrica em 2015 para produção de ônibus elétricos e comercialização de veículos e empilhadeiras em Campinas, interior de São Paulo. Em abril de 2017, neste mesmo local, inaugurou sua planta de produção de módulos fotovoltaicos. A BYD Brasil já emprega cerca de 460 funcionários nas cidades de Campinas e São Paulo.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/byd-fornece-rebocadores-eletricos-a-dnata-no-aeroporto-de-guarulhos/">BYD fornece rebocadores elétricos à dnata, no aeroporto de Guarulhos</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As vantagens da blockchain nas áreas alimentícias</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/as-vantagens-da-blockchain-nas-areas-alimentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 09:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia; blockchain; cadeia de abastecimento;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia blockchain tem sido alvo de grandes apostas por parte das empresas, e promete ir&#160;mais longe. Grande parte das empresas de topo já apostou nesta, de modo a criar uma transparência na cadeia de abastecimento, que é exatamente o que se pretende em áreas que envolvam saúde pública, como é o caso das áreas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10355" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/08/bol2.jpg" alt="bol2" width="271" height="203" style="margin-right: 10px; float: left;" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/08/bol2.jpg 684w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/08/bol2-600x450.jpg 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/08/bol2-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 271px) 100vw, 271px" />A tecnologia blockchain tem sido alvo de grandes apostas por parte das empresas, e promete ir&nbsp;</span>mais longe. Grande parte das empresas de topo já apostou nesta, de modo a criar uma transparência na cadeia de abastecimento,</p>
<p><span id="more-10356"></span></p>
<p>que é exatamente o que se pretende em áreas que envolvam saúde pública, como é o caso das áreas dos alimentos sólidos e líquidos. Nestes casos, é de conhecimento geral que se existir algum erro de produção que comprometa a saúde pública, é necessária a retirada imediata do mercado de toda a remessa afetada, e graças a esta tecnologia, isso é possível de acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparentemente, todos ficam a ganhar, mas como funciona exatamente tudo isto e porque é tão importante nestas áreas específicas?<br />Claro que vai muito para além destas áreas, a área farmacêutica também é uma das afetadas, tal como foi debatido no Pharma Supply Chain, evento dinamizado pela Supply Chain Magazine para as áreas da saúde e healthcare, mas para além das vantagens já referidas, poderemos encontrar muitas outras, tanto em termos de reforço positivo como de combate a problemas existentes, que deste modo não se verificam.<br />Uma das particularidades desta tecnologia é que nenhuma informação nela contida poderá ser removida ou alterada, pelo que ao mesmo tempo não só diminui o risco de contrafacção, cria uma facilidade no rastreamento no caso de ocorrer algum tipo de problema com uma remessa específica, bem como um maior controlo em toda a cadeia, desde a origem ao destino dos produtos, mas também leva a que existe uma confiança entre empresa, fornecedores e consumidores, que cada vez mais se preocupam com a origem e destino dos produtos que vendem e consomem, e é importante que as pessoas vejam o interesse e a preocupação das marcas em obter um maior rigor e uma determinada qualidade dos seus produtos.<br />Ao mesmo tempo que criamos uma maior transparência na cadeia de abastecimento estamos a criar segurança para todos, nomeadamente através da facilidade na rastreabilidade dos produtos, evitando surtos de intoxicações alimentares. A vice-presidente de blockchain da IBM, Brigid McDermott, recorda um surto de salmonela que ocorreu no verão do ano passado e afetou mais de 100 pessoas nos Estados Unidos. Conta que sem a tecnologia blockchain fora muito difícil de rastrear todos os produtos e levou cerca de dois meses até terem conseguido encontrar a sua origem, uma bactéria encontrada nas papaias provenientes de uma fábrica no México.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/as-vantagens-da-blockchain-nas-areas-alimentares/">As vantagens da blockchain nas áreas alimentícias</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aeroportos: muito na frente de nosso tempo!</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/aeroportos-muito-na-frente-de-nosso-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2018 08:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogítica; movimentação; distribuição;tempo; trem; metrô; ctpm; modernidade;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É sabido que muitas coisas foram criadas e desenvolvidas num mundo “velho” e que, portanto, Brasil, não teria porque alcança-los. Mas tem coisas que não dá para engolir. É o caso do “moderníssimo” monotrilho inaugurado às pressas com a saída de Geraldo Alckmin, no aeroporto de Guarulhos. Engenheiros de pontes, aeroportos, estradas e ferrovias, não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10132" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/05/slider122.jpg" alt="slider122" style="margin-right: 15px; float: left;" width="300" height="222" />É sabido que muitas coisas foram criadas e desenvolvidas num mundo “velho” e que, portanto, Brasil, não teria porque alcança-los.</p>
<p><span id="more-10133"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas tem coisas que não dá para engolir. É o caso do “moderníssimo” monotrilho inaugurado às pressas com a saída de Geraldo Alckmin, no aeroporto de Guarulhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Engenheiros de pontes, aeroportos, estradas e ferrovias, não fizeram o benchmarking com os trens expressos que ligam terminais desses aeroportos (subterrâneos) com o centro da cidade, como o Heathrow, na capital inglesa, inaugurado há dois anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Que me perdoem os engenheiros civis, pois também sou engenheiro, só que de produção. Mas qual dificuldade teria os trens em deixar os passageiros idosos com deficiência, crianças e com no mínimo uma mala, dentro dos terminais um, dois ou três de forma subterrânea? Nem seria necessário cruzar a pista de forma subterrânea. A culpa seria do prazo político do ex-governador (que por acaso é médico)? Não.</p>
<p style="text-align: justify;">É de tirar o chapéu para a arquiteta brasileira Lina Bo Bardi responsável pelo projeto do MASP – Museu de Arte de São Paulo, como também ao engenheiro José Carlos de Figueiredo Ferraz por sua construção.</p>
<p style="text-align: justify;">O edifício é considerado um importante exemplar da arquitetura brasileira, sendo ele localizado na Avenida Paulista sobre o viaduto 9 de Julho.&nbsp; O mesmo já foi considerado o maior vão de concreto do mundo, e até hoje não precisou de retrofiting.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nada posso afirmar dos efeitos corruptos da época, mas se é para fazer e funcionar bem feito, que se faça na primeira vez no CAD (ou papel vegetal na época).</p>
<p style="text-align: justify;">É ridículo nossa pátria ouvir lamentações de estrangeiros, que saem com malas, cruzando o pátio do estacionamento, subindo escadas para acessar o trem. Isto não é tudo, pois na estação do metrô e CTPM Engenheiro Goulart terá que fazer baldeação para um trem normalmente lotado.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos torcer para que se ache uma solução mais digna para este projeto.</p>
<p><em>Por Reinaldo A. Moura, direitor do Grupo IMAM</em></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/aeroportos-muito-na-frente-de-nosso-tempo/">Aeroportos: muito na frente de nosso tempo!</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Terminais de contêineres da Wilson Sons lançam nova plataforma online de atendimento</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/terminais-de-conteineres-da-wilson-sons-lancam-nova-plataforma-online-de-atendimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 08:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogítica; movimentação; plataforma; online; atendimento; contêineres;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os terminais de contêineres do Grupo Wilson Sons, Tecon Rio Grande e Tecon Salvador, lançam novas funcionalidades na plataforma de atendimento online. O novo portal já está disponível ao público e possibilita agilizar o contato dos clientes com as equipes de atendimento. A solução foi desenvolvida em parceria com a empresa Zendesk. A nova ferramenta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-9964" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/02/wilson-sons222.jpg" alt="wilson sons222" style="margin-right: 15px; float: left;" width="300" height="222" />Os terminais de contêineres do Grupo Wilson Sons, Tecon Rio Grande e Tecon Salvador, lançam novas funcionalidades na plataforma de atendimento online.</p>
<p><span id="more-9965"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O novo portal já está disponível ao público e possibilita agilizar o contato dos clientes com as equipes de atendimento. A solução foi desenvolvida em parceria com a empresa Zendesk.</p>
<p>A nova ferramenta garante um melhor fluxo das informações entre as áreas, reduzindo o prazo de resolução das demandas. O cliente pode consultar o histórico dos eventos e status, por meio de diversas opções de filtro e pesquisa. Entre as novidades está ainda a ferramenta chat com atendimento em tempo real das 8h às 18h. Tudo pode ser acessado pelo celular.</p>
<p>A partir do Portal de Atendimento é possível solicitar todos os serviços realizados pelos terminais, além de acompanhar o status da execução de cada atividade com opção de definição de prazos e agendamento. Também estão disponíveis tutoriais para que a navegação seja de modo simples e ágil.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/terminais-de-conteineres-da-wilson-sons-lancam-nova-plataforma-online-de-atendimento/">Terminais de contêineres da Wilson Sons lançam nova plataforma online de atendimento</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Kion integra Egemin e NDC sob a marca Dematic</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/kion-integra-egemin-e-ndc-sob-a-marca-dematic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 08:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogística; movimentação; IMAM; Dematic; Grupo Kion;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa agora cria uma marca única e global para produtos e serviços de automação de movimentação de materiais, diz Kion.O gigante de movimentação de materiais Kion Group AG integra suas marcas de automação Dematic, Egemin Automação e NDC sob um único nome e começará a vender todas as suas soluções de automação de armazém [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-9811" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2017/11/egemin-kion-group.jpg" alt="egemin kion group" style="margin-right: 15px; float: left;" width="284" height="153" />A empresa agora cria uma marca única e global para produtos e serviços de automação de movimentação de materiais, diz Kion.<br />O gigante de movimentação de materiais Kion Group AG integra suas marcas de automação Dematic, Egemin Automação e NDC sob um único nome e começará a vender todas as suas soluções de automação de armazém sob o nome Dematic a partir de 2018, informou a empresa nesta sexta-feira.</p>
<p><span id="more-9812"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O plano é o último passo na integração da Dematic, localizada em Grand Rapids, Michigan, com as outras duas marcas, que foi originalmente anunciada em março. Em um comunicado, a Dematic disse que vender produtos sob um único nome criará uma &#8220;estratégia de marca única&#8221; que possibilitará um portfólio de produtos maiores para o mercado global de movimentação de materiais.<br />O grupo Kion, adquiriu a Dematic em 2016 por US$ 2,1 bilhões, dizendo que a aquisição permitiria que Kion se estendesse além de seu principal negócio (empilhadeira e tecnologia de armazenagem) e entrasse nos lucrativos segmentos de integração de sistemas de automação e logística de armazenagem.<br />A Dematic, a Egemin e a NDC agora compreendem o segmento de Soluções de Supply Chain da Kion, que oferece produtos de automação de ponta a ponta, incluindo automação; soluções de armazenagem, picking e movimentação; Veículos automaticamente guiados (AGV) entre outros.<br />A Dematic também já havia comprado o fornecedor de software NDC em 2016 por um valor não revelado.<br />A Dematic continuará a fabricar e apoiar os produtos NDC e AGVs da Egemin, com o objetivo de criar a próxima geração de AGVs e investir na liderança do mercado de soluções de movimentação de materiais.<br />&#8220;Estamos entusiasmados em aproveitar os talentos de nossos colegas da Egemin e NDC e estamos ansiosos para aplicar seus conhecimentos à medida que continuamos criando soluções altamente bem avaliadas pelos clientes&#8221;, disse Jim Stollberg, vice-presidente executivo da Dematic para produtos e soluções de automação e gestão. &#8220;Continuar a desenvolver a tecnologia para melhorar o desempenho operacional será parte integrante da oferta completa de automação da marca Dematic&#8221;.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/kion-integra-egemin-e-ndc-sob-a-marca-dematic/">Kion integra Egemin e NDC sob a marca Dematic</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Paletrans inova e lança empilhadeira elétrica com bateria de lítio</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/paletrans-inova-e-lanca-empilhadeira-eletrica-com-bateria-de-litio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2017 08:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogística; movimentação; IMAM; Paletrans; Transpalete manual; MOVIMAT;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Paletrans Empilhadeiras, fabricante brasileira de equipamentos para movimentação e armazenagem de materiais com sede em Cravinhos, São Paulo, apresentou na MOVIMAT– Salão Internacional da Logística Integrada um lançamento no portfólio de empilhadeiras: a empilhadeira elétrica modelo PT16 Fast Free Lift. O equipamento traz mais uma inovação tecnológica na fonte de alimentação: a bateria de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/paletrans-inova-e-lanca-empilhadeira-eletrica-com-bateria-de-litio/">Paletrans inova e lança empilhadeira elétrica com bateria de lítio</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-9785" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Paletrans-PT1645-interna.jpg" alt="Paletrans PT1645 interna" style="margin-right: 15px; float: left;" width="200" height="302" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Paletrans-PT1645-interna.jpg 200w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Paletrans-PT1645-interna-199x300.jpg 199w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p>A Paletrans Empilhadeiras, fabricante brasileira de equipamentos para movimentação e armazenagem de materiais com sede em Cravinhos, São Paulo, apresentou na MOVIMAT– Salão Internacional da Logística Integrada um lançamento no portfólio de empilhadeiras: a empilhadeira elétrica modelo PT16 Fast Free Lift. O equipamento traz mais uma inovação tecnológica na fonte de alimentação: a bateria de lítio.</p>
<p><span id="more-9786"></span></p>
<p>A bateria de lítio, que vai equipar todos os modelos da Linha PT16, proporciona um alto desempenho nas aplicações de tração e elevação de cargas, e pode trabalhar até três turnos consecutivos sem precisar ser substituída. É uma solução mais barata, limpa e segura pois não exige equipamentos de manipulação para sua troca e nem salas de bateria, reduzindo a zero o custo de manutenção. Pode ser carregada em apenas duas horas no próprio equipamento, com consumo 30% menor de energia durante o processo se comparada à bateria de chumbo ácido.<br />Com capacidade de carga de 1.600 kg, a PT16 Fast Free Lift vai a uma altura de elevação livre de até 1,89 metros, o que permite operações em condições de pé direito baixo, como mezaninos e estruturas drive-in &#8211; a altura máxima de elevação pode ir até 5,4 m. O motor de tração tem 1,2 Kw, com corrente alternada (AC) 24V e motor elevação de 3 kw (DC). <br />A PT16 Fast Free Lift está equipada com o Controlador Curtis combinado corrente alternada (AC), concentrando tração e elevação em um único controlador que oferece um sistema de regeneração de energia, pois aproveita parte da energia dissipada na frenagem do motor de tração e a transforma em carga de bateria. De fácil manutenção e conectividade com Handset ou computador, o controlador Curtis é de simples manutenção e é flexível em ajustes de parâmetros de velocidades de elevação e translação do equipamento.<br />Desenvolvida para operar em armazéns, indústrias de manufatura e instalações de varejo com operações em corredores estreitos e espaços limitados de até 2,28m, a empilhadeira elétrica PT16 Fast Free Lift é ideal para o transporte e empilhamento de paletes. Está disponível como opcional a plataforma para operador, necessária em alguns casos para o transporte de longa distância.</p>
<p><strong>ESPECIFICAÇÕES TÉCNCAS DA PT16 FAST FREE LIFT</strong><br />Composição principal: aço carbono<br />Tipo da roda: roda de tração poliuretano Ø 247 mm, rodas de carga tandem em poliuretano Ø 80mm.<br />Posição do operador: a pé / a bordo com opcional plataforma.<br />Garantia: 6 meses ou 1.000 horas<br />Capacidade de carga: 1.600kg<br />Elevação livre: 1.890mm.<br />Elevação máxima: 5.400mm<br />Largura externa do garfo: Ajustável até 680mm<br />Corredor operacional: 2.280mm</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/paletrans-inova-e-lanca-empilhadeira-eletrica-com-bateria-de-litio/">Paletrans inova e lança empilhadeira elétrica com bateria de lítio</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>RETRAK apresenta novo modelo de trocador de baterias</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/retrak-apresenta-novo-modelo-de-trocador-de-baterias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2017 08:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Logística; Intralogística; movimentação; IMAM; Retrak; Trocador automático de baterias TAB 1200;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A RETRAK Empilhadeiras, empresa que loca e vende equipamentos das marcas Still Linde para a movimentação e armazenagem de materiais, apresentou durante a MOVIMAT – Salão Internacional da Logística Integrada a versão aperfeiçoada do Trocador Automático de Baterias TAB 1200. Lançado em 2014, o acessório é um desenvolvimento da própria RETRAK e integra seu portfólio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-9799" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2017/11/tab1200.png" alt="tab1200" width="281" height="245" style="margin-right: 15px; float: left;" />A RETRAK Empilhadeiras, empresa que loca e vende equipamentos das marcas Still Linde para a movimentação e armazenagem de materiais, apresentou durante a MOVIMAT – Salão Internacional da Logística Integrada a versão aperfeiçoada do Trocador Automático de Baterias TAB 1200. Lançado em 2014, o acessório é um desenvolvimento da própria RETRAK e integra seu portfólio de projetos especiais voltados a ampliar a segurança, eliminar o esforço e o tempo gasto na troca de baterias tracionárias.&nbsp;</p>
<p><span id="more-9800"></span></p>
<p>Sérgio Guimarães, diretor técnico da RETRAK, explicou que os visitantes da exposição viram uma versão do TAB 1200 com conjunto condicionador de água. No trocador de bateria, a água não tratada é armazenada em tanque plástico com capacidade de 45 litros, alojado sobre os garfos da transpaleteira que faz parte do conjunto. Na hora da utilização, a água é bombeada através do filtro e do deionizador em alta vazão e vai até a pistola de enchimento, que pode ser engatada ao conjunto de válvulas da bateria. <br />“A nova versão do TAB 1200 completa o nível de uma bateria de 608 Ah 48 V em apenas 5 segundos”, explica o diretor. “Com este equipamento, trocar a bateria de uma empilhadeira elétrica leva em torno de 3 minutos, incluindo abastecimento de água para completar seu nível. Para clientes com muitas baterias, isto representa uma redução significativa nos custos de mão de obra”.<br />O TAB 1200 está montado sobre uma transpaleteira elétrica e transporta facilmente a bateria entre a máquina e a estação de carga, sendo equipado com motor independente para realizar os movimentos de puxar e empurrar a bateria com controle preciso de movimentos.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/retrak-apresenta-novo-modelo-de-trocador-de-baterias/">RETRAK apresenta novo modelo de trocador de baterias</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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