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	<title>Tecnologia da Informação - Revista Logística e Supply Chain</title>
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	<description>Noticias e atualizações sobre Logística e Supply Chain</description>
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	<title>Tecnologia da Informação - Revista Logística e Supply Chain</title>
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		<title>Totvs divulga novo Índice de Produtividade Tecnológica &#8211; Manufatura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 18:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Totvs divulga novo Índice de Produtividade Tecnológica &#8211; Manufatura Visite o site e conheça mais sobre a pesquisa. https://produtividadetecnologica.com.br</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Totvs divulga novo Índice de Produtividade Tecnológica &#8211; Manufatura</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2024/06/totvs_produtitividade-1-1024x1024.webp" alt="" class="wp-image-10831" style="width:423px;height:auto" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2024/06/totvs_produtitividade-1-1024x1024.webp 1024w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2024/06/totvs_produtitividade-1-300x300.webp 300w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2024/06/totvs_produtitividade-1-150x150.webp 150w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2024/06/totvs_produtitividade-1-768x768.webp 768w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2024/06/totvs_produtitividade-1-60x60.webp 60w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2024/06/totvs_produtitividade-1-360x360.webp 360w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2024/06/totvs_produtitividade-1-600x600.webp 600w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2024/06/totvs_produtitividade-1-100x100.webp 100w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2024/06/totvs_produtitividade-1-250x250.webp 250w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2024/06/totvs_produtitividade-1.webp 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Visite o site e conheça mais sobre a pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://produtividadetecnologica.com.br">https://produtividadetecnologica.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/totvs-divulga-novo-indice-de-produtividade-tecnologica-manufatura/">Totvs divulga novo Índice de Produtividade Tecnológica – Manufatura</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Inteligência artificial na busca da Excelência na Supply Chain</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/inteligencia-artificial-na-busca-da-excelencia-na-supply-chain/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 14:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Supply Chain]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Operações que funcionam na cadeia de suprimentos são bem diferentes de operações otimizadas, use a Inteligência artificial na busca da Excelência na Supply Chain.. Reduzir custos operacionais (ex.: mão de obra), eliminar erros e defeitos, acabar com perdas de tempo não planejadas, ser cada vez mais ágil e maximizar as entregas perfeitas são grandes desafios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Operações que funcionam na cadeia de suprimentos são bem diferentes de operações otimizadas, use a Inteligência artificial na busca da Excelência na Supply Chain..</p>



<span id="more-10632"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Reduzir custos operacionais (ex.: mão de obra), eliminar erros e defeitos, acabar com perdas de tempo não planejadas, ser cada vez mais ágil e maximizar as entregas perfeitas são grandes desafios para a Supply Chain competitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O discurso de começar pelo simples, eliminar as grandes perdas e desperdícios e focar nos resultados, investindo em pessoas continua sendo a base do desenvolvimento corporativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, o foco na simplicidade (“KISS – Keep It Simple, Stupid”), que teve grande sucesso na busca da excelência operacional a partir das práticas de operações enxutas (“lean”), não significa simplesmente descartar nossa capacidade intelectual de transformar modelos mais “complexos” e avançados em sistemas “simples” que asseguram maior competitividade no curto, médio e longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São inúmeras empresas no Brasil e ao redor do mundo, independente do porte, que já perceberam o poder da tecnologia no avanço dos sistemas “simples” de gestão da cadeia de suprimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flavio Montanari Boni, diretor da TECFIL e cliente da IMAM Consultoria, que acompanhamos há mais de 20 anos, mostra como o desenvolvimento e a iniciativa das pessoas podem transformar as operações por meio da tecnologia. Hoje são dezenas de iniciativas desenvolvidas pela equipe da TECFIL nos últimos anos que viabilizaram uma operação em toda a Supply Chain muito mais otimizada, a partir de soluções tecnológicas que se mostram simples, somente após as pessoas vencerem a complexidade de lidar com o “desconhecido” (ex.: kanban eletrônico, gestão de embalagens com RFID&#8230;).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Metalsa, por meio de sua experiente equipe, também nos apresentou seu projeto de aplicação da tecnologia na Supply Chain. Paulo Hoffmann Cardoso, Process Engineering and Quality Coordinator, destacou os ganhos obtidos com a coleta de dados em tempo real (ferramentas de medição com wi-fi) que possibilita o uso da inteligência artificial e machine learning no diagnóstico e prescrição. A tecnologia da Inteligência Artificial identifica, aprende e reconhece tendências (processo estatístico) e padrões de dados. A partir daí, a tecnologia de machine learning reavalia continuamente os padrões e oferece uma previsão muito mais precisa do que pode acontecer.</p>



<h2 class="wp-block-heading">10 APLICAÇÕES DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA SUPPLY CHAIN</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todas as pessoas ainda conseguem visualizar as aplicações da IA na cadeia de suprimentos. A maioria observa robôs autônomos em armazéns, RPA – Robotic Process Automation, entre outras situações de automação, mas muitas vezes não conseguem visualizar onde a IA está atuando&#8230; Seguem, portanto, 10 aplicações da IA que podem gerar bons “insights” de projetos de otimização na Supply Chain:</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. VISÃO COMPUTACIONAL PARA QUALIDADE</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Automatizar a verificação da qualidade de produto, da quantidade por embalagem e do fluxo de materiais pode ser feito por meio da visão computacional que, por meio de algoritimos de IA e Machine Learning, aprender padrões e alertam sobre desvios, funcionando como um método poka-yoke, digital, a prova de erros/falhas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. ALGORITMOS DE PREVISÃO DE DEMANDA</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais desafios da cadeia de suprimentos é aumentar a acuracidade da previsão da demanda e as tendências de mercado. Obviamente ninguém possui “bola de cristal” para saber o que vai acontecer, mas aproveitar a tecnologia da IA / Machine Learning e analisar diferentes variáveis pode ajudar a Supply Chain com projeções muito mais precisas e uma gestão de estoques bem mais eficiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. AUTOMAÇÃO DA INTRALOGÍSTICA</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de armazenagem envolve uma enorme quantidade de operações e a gestão integrada de recursos, envolvendo AGV´s, AMR´s, recursos humanos, sistemas automáticos pode ser potencializada por meio de IA embarcada, possibilitando que os recursos operem como um verdadeiro “time” operacional, maximizando a produtividade operacional ou qualquer outro indicador objetivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. GESTÃO AUTOMATIZADA DE INVENTÁRIO</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de rotinas de inventário cíclico ainda nem terem sido muito bem implementadas em muitas empresas, a tecnologia pode, por meio da Inteligência Artificial e Machine Learning, integrada à Visão Computacional, automatizar tarefas repetitivas no controle de estoque. Robôs ou drones podem realizar varreduras de estoque em tempo real e monitorar a qualidade da informação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. AUTOMAÇÃO DE TAREFAS DE BACK-OFFICE</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, tarefas repetitivas, como por exemplo: o processamento de documentos, podem ser automatizadas com Inteligência artificial e RPA (Robotic Process Automation). Este tipo de automação inteligente obviamente libera profissionais de trabalhos mais operacionais e disponibilizam os mesmos para trabalhos mais nobres (criatividade, intuição, change manegement etc.) relacionados com análises na busca da excelência operacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. LOGÍSTICA DE TRANSPORTES AUTOMATIZADA</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem precisa destacar que a excelência nos transportes é fundamental para uma Supply Chain competitiva e neste universo existem muitas aplicações de IA, desde sistemas de planejamento, simulação e roteirização, passando até por projetos de veículos autônomos em vários locais do mundo. O transporte representa uma parcela elevada dos custos de uma cadeia de suprimentos e sua otimização é garantia de competitividade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7. COMUNICAÇÃO EM TEMPO REAL COM CLIENTES E FORNECEDORES</h2>



<p class="wp-block-paragraph">RPA, sistemas de automação de processos alimentados por IA também podem contribuir na automação das comunicações rotineiras com clientes e fornecedores. Automatizar esses processos pode impactar em uma gestão</p>



<p class="wp-block-paragraph">em tempo real, eliminando as esperas, reduzindo o impacto do “efeito chicote” e aumentando significativamente o desempenho da cadeia de suprimentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">8. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO AUTOMÁTICA DE FORNECEDORES</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sistemas de SRM – Supplier Relationship Management habilitados com IA podem ajudar no monitoramento e avaliação de desempenho e seleção de fornecedores, considerando variáveis de preço, prazos, confiabilidade, sustentabilidade etc.</p>



<h2 class="wp-block-heading">9. PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DA SUPPLY CHAIN</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A base de bons projetos de otimização da cadeia de suprimentos são os DADOS. A falta de dados relevantes para o desenvolvimento de projetos é muitas vezes a lacuna que precisa ser preenchida e neste contexto que a IA pode contribuir. Por meio de análise das bases de dados existentes, diferentes padrões podem ser identificados e a IA com Machine Learning pode gerar dados faltantes muitos consistentes com a realidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">10. SUSTENTABILIDADE COM IA</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se reunirmos o impacto dos transportes e da armazenagem na Cadeia de Suprimentos, identificaremos que toda a aplicação de IA e Machine Learning na cadeia de suprimentos impacta positivamente, direta ou indiretamente, nestes 2 (dois) componentes. Assim, toda a aplicação da IA na cadeia de suprimentos tem um benefício direto na redução das emissões de carbono das organizações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">CONSIDERAÇÕES FINAIS</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algoritmos de Inteligência Artificial, apesar de terem muitas aplicações na Supply Chain, não são tão simples de se implementar, pois passam também por desafios comportamentais que nem sempre a alta gestão está preparada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por trás da inteligência humana e não artificial, muitas vezes, se escondem critérios de decisão que não são lógicos e racionais, pois estão relacionados muito mais com a manutenção de interesses pessoais e/ou de disputa de poder do que com o ideal de otimização da cadeia de suprimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, esteja sempre atento aos desafios e oportunidades da tecnologia aplicada à Supply Chain e vamos em frente.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="100" height="100" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2015/02/foto-edu.png" alt="foto-edu" class="wp-image-3747"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Eduardo Banzato</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diretor do IMAM</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/inteligencia-artificial-na-busca-da-excelencia-na-supply-chain/">Inteligência artificial na busca da Excelência na Supply Chain</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Última Milha” &#8211; ponto crítico na logística das empresas agora conta com solução que alia tecnológica e localização estratégica</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/ultima-milha-ponto-critico-na-logistica-das-empresas-agora-conta-com-solucao-que-alia-tecnologica-e-localizacao-estrategica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[IMAM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 19:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inovação no setor de e-commerce, empresas distantes do consumidor final utilizam os boxes digitais alocados no centro comercial da cidade para estocar, viabilizar retiradas e até mesmo devolução de produtos Com a ajuda da internet, existem atualmente mais de 4 milhões de pessoas operando no formato de vendas diretas. Além dos inúmeros negócios que já [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-10613" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ultima_milha_artigo.webp" alt="ultima milha artigo" width="567" height="378" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ultima_milha_artigo.webp 567w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2021/01/ultima_milha_artigo-300x200.webp 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></p>
<p style="text-align: center;"><i>Inovação no setor de e-commerce, empresas distantes do consumidor final utilizam os boxes digitais alocados no centro comercial da cidade para estocar, viabilizar retiradas e até mesmo devolução de produtos</i></p>
<p><span id="more-10615"></span></p>
<p>Com a ajuda da internet, existem atualmente mais de 4 milhões de pessoas operando no formato de vendas diretas. Além dos inúmeros negócios que já utilizavam as plataformas online para as vendas, e os que migraram para lá com o início da pandemia, o desemprego no último trimestre atingiu número record e, sem muitas oportunidades no mercado convencional, mais pessoas viram neste formato de vendas uma oportunidade promissora, dando ainda mais forças ao setor.</p>
<p>Só no primeiro semestre de 2020,&nbsp;o e-commerce brasileiro cresceu aproximadamente 145% a mais em relação ao mesmo período do ano anterior, quanto registrou também o faturamento de R$ 75 bilhões durante o ano. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), só no período de Natal em 2020, as vendas apresentaram um aumento de 77% em relação ao ano de 2019. Mas, na contramão desta ascensão do segmento, o Procon divulgou que as reclamações referentes às compras online em 2020 aumentaram&nbsp;285% se comparadas ao ano anterior.</p>
<p>A pandemia, que ajudou a impulsionar o comércio eletrônico, evidenciou também as inúmeras dificuldades das empresas em atenderem tal demanda. “Oproblema foi que um número significativo dos varejistas, até mesmo por conta da crise instaurada pelo novo coronavírus, focou apenas em vender, e quesitos como entrega e atendimento acabaram ficando em segundo plano”, explica Erik Penna, que é consultor de negócios e especialista em vendas.&nbsp;</p>
<p>De acordo com o especialista, estes pontos representaram um dos principais erros cometidos no ambiente de vendas online. “Se o cliente não vai até a loja, a loja deve ir até o cliente, não resolve apenas vender, é preciso atender e entregar produtos com excelência, seguindo a necessidade de cada consumidor, utilizando-se de soluções inovadoras”, completa Erik.</p>
<p>Para Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP, o comércio estava preparado para vender, mas não estava preparado para entregar. Ele afirmou que, em um momento de pandemia onde as compras online eram fundamentais para a população, as empresas não deram conta do recado. A mesma pesquisa mostrou que, os principais problemas apontados pelos consumidores foram: atraso ou não entrega do item adquirido, somando 70.279 queixas em 2020 contra 19.124 em 2019.</p>
<p>A “última milha”, que se refere à rota final de uma entrega, costuma ter papel crítico na logística, e a demora na entrega ainda é apontada como um dos principais problemas enfrentados pelo e-commerce.&nbsp;Durante o caos instaurado pela pandemia, o problema piorou, mas, foi possível também evoluir e descobrir serviços e soluções tecnológicas que chegavam para somar às necessidades do “novo normal”, e o&nbsp;M3storage chega justamente como uma solução para este desafio.</p>
<p>Você já ouviu falar em boxes digitais de autoarmazenamento? Como uma solução tecnológica, inovadora, prática e, o melhor, investimento acessível, este tipo de serviço vem atraindo novos perfis de consumidores. Esqueça a ideia de depósitos escuros que serviam apenas para estocar objetos grandes ou de pouco uso. O consumidor mudou, o mercado mudou, as empresas amadureceram e as exigências atualmente são completamente diferentes. Com novo conceito, os boxes do M3storage, que são alocados em pontos estratégicos da cidade, como Shoppings, Supermercados, Hotéis, e até mesmo Condomínios Residenciais, recebem diariamente grande movimentação de pessoas para diferentes utilizações.</p>
<p>Quando se fala em galpões de armazenamento, é preciso estratégia para, da melhor forma, escolher um local que facilite a movimentação dos produtos, já que, esta etapa influencia diretamente nos negócios e vai, inclusive, afetar os valores e a experiência de compra oferecida ao consumidor. Claro que, dependendo da quantidade de artigos que precisarão ser estocados, será preciso locar um espaço grande, mas, atualmente, já é possível contar com as soluções oferecidas pelos boxes digitais da M3storage que, alocados dentro do grande centro, possibilitam a estocagem ou sua redistribuição estratégica e conseguem otimizar a logística de entrega. E tudo isso à preços acessíveis!</p>
<p>Quantas vezes uma pessoa não deixa de comprar quando é informado de que seu pedido demorará a chegar? Mas, já pensou em vender pelas plataformas digitais e poder entregar o produto no mesmo dia? Sem demora, complicações ou adição de valores exorbitantes? Pois é, esta realidade já existe e com certeza ajudará a fidelizar o cliente, que atualmente tem perfil antenado e anseia por soluções práticas e rápidas.&nbsp;</p>
<p>Por meio de&nbsp;&#8220;um clique&#8221; através do&nbsp;App, WhatsApp, link e até mesmo SMS,&nbsp;é possível realizar a abertura de um box digital nas diversas localidades onde estão disponíveis a operação. Tudo é monitorado 24h, oferecendo aos clientes total segurança.</p>
<p>A solução pode ser configurada de acordo com cada necessidade, por exemplo, uma empresa que utiliza o box como última milha, para a retirada de inúmeros produtos, pode contratar um serviço que integre vários pequenos boxes, ou uma estação toda, e utilizá-la como ponto de retirada de mercadorias. Um vendedor que precisa viabilizar algumas entregas específicas, pode locar apenas um box e intercalar as retiradas. Ou, um empreendedor do e-commerce pode utilizar o espaço para estocar e viabilizar a entrega dos produtos, que inclusive, poderão ser enviados por meio da “entrega verde” já que a operação conta com pontos estratégicos e são alocadas onde está o cliente final. Tudo é estudado e desenvolvido para que a melhor experiência seja ofertada.</p>
<p>A M3storage já conta com a operação de 20 pontos em todo o Brasil, e traçou um plano de expansão que inclui a abertura de mais 50 unidades distribuídas entre a Grande São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia e Curitiba.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-10614" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2021/01/agencia_ultima_milha.webp" alt="agencia ultima milha" width="589" height="192" srcset="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2021/01/agencia_ultima_milha.webp 589w, https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2021/01/agencia_ultima_milha-300x98.webp 300w" sizes="(max-width: 589px) 100vw, 589px" /></p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/ultima-milha-ponto-critico-na-logistica-das-empresas-agora-conta-com-solucao-que-alia-tecnologica-e-localizacao-estrategica/">“Última Milha” – ponto crítico na logística das empresas agora conta com solução que alia tecnológica e localização estratégica</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Infor cria Supply Chain orientado por dados com uso de IA</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/infor-cria-supply-chain-orientado-por-dados-com-uso-de-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; empilhadeira; distribuição; infor; supply chain; dados; centro de controle;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Infor, provedora líder de aplicações desenvolvidas para a nuvem para grandes companhias e de pequeno e médio porte de todo o mundo, anuncia o lançamento de um Centro de Controle, uma ferramenta avançada e inteligente que permite que a Supply Chain seja orientado por dados. O objetivo é melhorar a visibilidade para o setor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10546" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/12/best-practices-in-supply-chain2.jpg" alt="best practices in supply chain2" width="300" height="222" style="margin-right: 10px; float: left;" />A Infor, provedora líder de aplicações desenvolvidas para a nuvem para grandes companhias e de pequeno e médio porte de todo o mundo, anuncia o lançamento de um Centro de Controle, uma ferramenta avançada e inteligente que permite que a Supply Chain seja orientado por dados.</p>
<p><span id="more-10547"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo é melhorar a visibilidade para o setor logístico.</p>
<p style="text-align: justify;">O Centro de Controle combina dados da Infor GT Nexus Commerce Network, uma rede global para gerenciamento de Sypply Chain baseada em nuvem, com os recursos de Inteligência Artificial (AI) da Infor para capacitar os líderes da cadeia de fornecimento para alavancar os negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução oferece visibilidade completa para ajudar os líderes da cadeia de suprimentos a filtrar os desafios do dia-a-dia, contextualizar as informações certas para decisões mais precisas e executar processos de forma rápida, usando inteligência preditiva e prescritiva. A visibilidade de ponta a ponta do Centro de Controle, juntamente com seus recursos de Machine Learning, podem prever adversidades em toda a cadeia logística e auxiliar as empresas a reagir aos problemas antecipadamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o Centro de Controle permite que as empresas avancem rumo à independência do Supply Chain, capacitando usuários, automatizando tarefas comuns e fornecendo inteligência de rede.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os líderes da cadeia de suprimentos estão pedindo, urgentemente, mais inteligência e insights para mitigar riscos e garantir confiabilidade aos clientes”, disse Rod Johnson, vice-presidente executivo de Manufatura e Supply Chain da Infor. “O Centro de Controle traz confiabilidade e certeza para um mundo instável e repleto de riscos. Pela primeira vez, as organizações logísticas têm o poder de fornecer um serviço consistente e confiável, o que é um diferencial competitivo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez mais, os clientes exigem que as empresas do setor logístico operem de maneira proativa e veloz. A taxa média de mudança nessa cadeia é 50 vezes por segundo na Infor GT Nexus. No entanto, as soluções atuais estão mal equipadas para fornecer insights oportunos, devido à extensão, falta de conectividade na rede e incapacidade de obter as informações certas para fornecer em tempo hábil aos líderes da cadeia. Como resultado, os gestores enfrentam sobrecarga de trabalho e lutam para acessar e processar dados com rapidez suficiente para atuar.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Ann Grackin, CEO da ChainLink Research, líder em pesquisa de Supply Chain, maior controle de estoque combinado com visibilidade logística e ciência de dados, ideal para identificar e prever problemas precocemente, são fundamentais para uma execução proativa da cadeia de suprimentos. “Com a evolução do Supply Chain, já não é mais suficiente saber onde o estoque está localizado. É necessário ter informações para tomar decisões e mitigar possíveis problemas no início do ciclo, evitando prejuízos de receitas e maximizando as margens de vendas”, afirma Grackin.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como funciona?<br /></strong>O Centro de Controle monitora continuamente o fluxo de produtos, materiais, pedidos, demanda e capital em toda a rede de suprimentos, além de identificar possíveis riscos. Aplicação de AI e aprendizado de máquina ajuda a entender o contexto de cada oportunidade e prescrever a melhor resolução.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução mede o pulso do Supply Chain. Essa é a diferença entre um aplicativo na rede e um sistema conectado por fio que fornece visibilidade desatualizada. O Centro de Controle oferece inteligência de dados nativa, que é a base de uma cadeia de suprimentos orientada a dados.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a maioria dos sistemas de cadeia de suprimentos é configurada para reconhecer possíveis problemas em apenas uma transação, o Centro de Controle é executado em observação dinâmica. Pode calcular e observar, constantemente, a movimentação do fluxo de trabalho para reconhecer mudanças de padrões. Mesmo antes de um problema aparecer, o sistema sabe que algo não está certo e determina se a ação é necessária. Em caso afirmativo, o Centro de Controle prescreve a medida a ser tomada e mede os resultados para aprender e melhorar ao longo do tempo.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/infor-cria-supply-chain-orientado-por-dados-com-uso-de-ia/">Infor cria Supply Chain orientado por dados com uso de IA</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Kroger testa carro sem motorista em entregas</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/kroger-testa-carro-sem-motorista-em-entregas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; empilhadeira; Arizona; Kroger; entrega; sem motorista;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A norte-americana Kroger iniciou um teste para entrega de pedidos aos seus consumidores em carros sem motorista. Por enquanto, o serviço de delivery será feito apenas em uma loja da bandeira Fry’s Food Stores, no Arizona. A primeira fase do teste utilizará uma frota de carros Toyota Prius equipada com tecnologia Nuro, empresa de veículos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10508" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/11/entregasemmotorista.jpg" alt="entregasemmotorista" width="331" height="242" style="margin-right: 10px; float: left;" />A norte-americana Kroger iniciou um teste para entrega de pedidos aos seus consumidores em carros sem motorista.</p>
<p><span id="more-10509"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto, o serviço de delivery será feito apenas em uma loja da bandeira Fry’s Food Stores, no Arizona. A primeira fase do teste utilizará uma frota de carros Toyota Prius equipada com tecnologia Nuro, empresa de veículos autônomos. O preço da entrega, em agosto, era de cerca de 6 dólares (algo como 24 reais). </p>
<p>E a ideia, segundo notícia divulgada pela Reuters, é evidentemente reduzir custos.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/kroger-testa-carro-sem-motorista-em-entregas/">Kroger testa carro sem motorista em entregas</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Via Varejo lança lockers em postos de combustível</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/via-varejo-lanca-lockers-em-postos-de-combustivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; empilhadeira; lockers; Rio de Janeiro; postos; Via Varejo;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Via Varejo lançou lockers no Rio de Janeiro, localizados em postos de combustível. Os armários são operados em parceria com a InPost e a rede Ipiranga, e estão nos bairros de São Cristóvão, Jacarepaguá, Jardim Botânico, Botafogo e em dois locais na Barra da Tijuca. Os clientes das redes Pontofrio, Casas Bahia e Extra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10510" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/11/lockersviavarejo.jpg" alt="lockersviavarejo" width="331" height="242" style="margin-right: 10px; float: left;" />A Via Varejo lançou lockers no Rio de Janeiro, localizados em postos de combustível.</p>
<p><span id="more-10511"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os armários são operados em parceria com a InPost e a rede Ipiranga, e estão nos bairros de São Cristóvão, Jacarepaguá, Jardim Botânico, Botafogo e em dois locais na Barra da Tijuca.</p>
<p>Os clientes das redes Pontofrio, Casas Bahia e Extra podem comprar online e escolher a opção de retirar as compras nos lockers, em um modelo que já havia sido lançado pela Via Varejo em São Paulo, em janeiro deste ano.</p>
<p>Os seis pontos de retirada funcionam 24 horas e contemplam a retirada de produtos de pequeno porte ou eletroportáteis. Para abrir o locker, é necessário informar um código no terminal de autoatendimento. “Queremos estar onde nosso cliente está, ser relevante e trazer conveniência e agilidade para ele, além disso, o serviço é uma solução aos consumidores que possuem restrições de entrega”, afirmou Marcos Perim, diretor de omnicanalidade da Via Varejo.</p>
<p>A opção ‘Retira Rápido’ vem crescendo e representou 31,3% das vendas online nas principais categorias das bandeiras Casas Bahia e Pontofrio no 3º trimestre de 2018. A retirada dos produtos também pode ser feita nas agências dos Correios. Concomitante à chegada dos Lockers no Rio de Janeiro, atingimos 100% dos Estados brasileiros e 92% dos municípios, num total de mais de 7.000 pontos de retirada de produtos para facilitar ainda mais a vida de todos os nossos clientes, do jeito que eles gostam, querem e precisam”, explicou Perim.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/via-varejo-lanca-lockers-em-postos-de-combustivel/">Via Varejo lança lockers em postos de combustível</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Startup cria rede de blockchain para logística no e-commerce</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/startup-cria-rede-de-blockchain-para-logistica-no-e-commerce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; empilhadeira; Startup; Brasil; blockchain;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Intelipost, startup brasileira que desenvolve soluções para gestão da cadeia logística no e-commerce, está trabalhando em um projeto baseado em blockchain para otimizar seu modelo de atuação e criar um novo conceito para o mercado de logística em torno do comércio eletrônico. A companhia, que conta com mais de 300 clientes no País, ajuda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10514" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Stefan-Rehm-Intelipost2.jpg" alt="Stefan Rehm Intelipost2" width="331" height="242" style="margin-right: 10px; float: left;" />A Intelipost, startup brasileira que desenvolve soluções para gestão da cadeia logística no e-commerce, está trabalhando em um projeto baseado em blockchain para otimizar seu modelo de atuação e criar um novo conceito para o mercado de logística em torno do comércio eletrônico.</p>
<p><span id="more-10515"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A companhia, que conta com mais de 300 clientes no País, ajuda varejistas (entre eles, grandes nomes como Magazine Luiza, Via Varejo e Lojas Cem) a selecionar a melhor transportadora para entrega e, feito esse processo, assume o rastreamento das entregas. “Somos nós com o logo do varejista que manda e-mails de atualização sobre a entrega.”, explicou Stefan Rehm (foto), CEO e cofundador da Intelipost.</p>
<p style="text-align: justify;">Há cerca de um ano, a empresa foi selecionada para o programa de aceleração da Oracle, quando a empresa, avaliando as tecnologias disponíveis da fabricante norte-americana, identificou o blockchain como potencial para otimizar os processos. “Quando percebemos que o blockchain poderá destruir nosso modelo de negócios, tínhamos duas possibilidades: descartar o blockchain (e apostar na plataforma da própria companhia) ou virar o líder dessa tecnologia”, apontou Rehm, que escolheu a segunda opção.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele destaca que o principal poder do blockchain, para trazer impactos positivos a este mercado, é a capacidade de inserir dados, integrar empresas e consumir todos os dados de forma segura e confiável. “Se a transportadora disser que entregou, está entregue e registrado. Depois o cliente não pode contestar e apontar fraude. É importante ter essa segurança de dados.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na prática<br /></strong>Em julho deste ano, a Intelipost, em parceria com a Oracle, organizou um evento que contou com participação de dez empresas do setor &#8211; entre varejistas, armazéns e transportadoras &#8211; para testar o formato do blockchain. “Desenvolvemos a primeira versão de blockchain da logística do brasil. Isso foi muito impactante”, contou.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/startup-cria-rede-de-blockchain-para-logistica-no-e-commerce/">Startup cria rede de blockchain para logística no e-commerce</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Procurement tem de fazer parte do processo de inovação</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/procuremente-tem-de-fazer-parte-do-processo-de-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2018 11:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; inovação; procurement; Lego; bioplástico;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inovar tem sempre custos acrescidos, e nem sempre podemos acertar rapidamente neste processo, envolve fazer testes, e depois de termos um produto pronto a lançar já não conseguimos ter o auxílio do departamento responsável pela redução de custos necessária para esse processo de criação, o departamento de compras. O processo de desenvolvimento de um novo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10500" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/11/inovar.jpg" alt="inovar" width="272" height="189" style="margin-right: 10px; float: left;" />Inovar tem sempre custos acrescidos, e nem sempre podemos acertar rapidamente neste processo, envolve fazer testes, e depois de termos um produto pronto a lançar já não conseguimos ter o auxílio do departamento responsável pela redução de custos necessária para esse processo de criação, o departamento de compras. O processo de desenvolvimento de um novo produto tem de ser acompanhado pela estratégia de compra, de modo a conseguirem as matérias-primas de menor custo, ou mesmo alternativas aos produtos utilizados.</p>
<p><span id="more-10501"></span></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Emma Freiha, Senior Sourcing Manager da Lego, defende que “a função básica do procurement é difícil de meter em prática porque já perdemos a oportunidade”, pois neste momento de lançamento os clientes já se encontram prontos para receber os produtos, o marketing já foi feito e assinados os contratos com os fornecedores, pelo que é difícil o sector das compras fazer as suas funções básicas: negociar e economizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Como oradora da eWorld Procurement and Supply Conference, Emma defende que o papel do procurement tem de estar na génese de toda a operação de planificação e criação, para encontrar diversas formas de poupar e alternativas aos materiais utilizados. Até 2030 a LEGO pretende deixar completamente o plástico convencional e dedicar-se a alternativas sustentáveis, tendo já sido lançado o seu primeiro produto bioplástico à base de plantas.</p>
<p style="text-align: justify;">Freiha conta que até à data o procurement não tinha tido um grande papel na inovação da empresa, e que a Lego procurara uma alternativa mais sustentável por não produzir resina, ao que a responsável chama de “inovação aberta”. “Não se está apenas a focar no que a empresa pode oferecer, ou no que a equipa pode oferecer, mas sim à procura no mercado”, conta, diferenciando este processo de inovação aberta de outsourcing, porque este último necessita que requisitos específicos sejam dados aos fornecedores, e a inovação começa pelo rascunho, com apenas algumas orientações a limitar.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/procuremente-tem-de-fazer-parte-do-processo-de-inovacao/">Procurement tem de fazer parte do processo de inovação</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Omnichannel: barreiras muito além da tecnologia</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/omnichannel-barreiras-muito-alem-da-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2018 10:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; omnichannel; tecnologia;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pessoa que assiste a uma partida de futebol pela TV acompanhando os comentários via rede social, que compra o café na loja famosa dos seriados do serviço de streaming ou que pesquisa preços na internet antes de comprar na loja física talvez não saiba o que é omnichannel, mas já vivencia isso há muito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-8464" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2015/12/omnichannel.jpg" alt="omnichannel" width="319" height="222" style="margin-right: 10px; float: left;" />A pessoa que assiste a uma partida de futebol pela TV acompanhando os comentários via rede social, que compra o café na loja famosa dos seriados do serviço de streaming ou que pesquisa preços na internet antes de comprar na loja física talvez não saiba o que é omnichannel, mas já vivencia isso há muito tempo. Para o consumidor não existe uma tendência, mas sim uma realidade e uma necessidade que precisa ser atendida.</p>
<p><span id="more-10499"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O papel das empresas nesse cenário é criar um ambiente que ofereça uma experiência completa em todos seus canais, no entanto, muitos acreditam que a tecnologia necessária para viabilizar o funcionamento do omnichannel ainda é algo inviável. Porém, mesmo que integrar todos esses sistemas – entre lojas físicas, e-commerce, transportadora, ERP, etc – seja algo que demande soluções específicas, principalmente considerando que a maioria deles foi criado de forma monocanal, essa não é a parte mais difícil. No mundo da tecnologia, o obstáculo a ser superado está nas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja o vendedor da loja física que acredita que um totem de venda online em sua unidade tira parte de sua comissão, no representante que enxerga o e-commerce como um concorrente ou no departamento que não quer investir nos sistemas de integração, o desafio está em tornar esses indivíduos aliados das soluções que o omnicanalidade pode oferecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Um caminho para quebrar essas barreiras é desmistificar o omnichannel, muitas vezes abordado em tom futurista, a exemplo dos Pick Up Lockers, apresentados como uma solução recém-saída de um episódio de Black Mirror, mas que são uma espécie de Caixa Postal, existente há anos no Brasil. Ainda em soluções logísticas, temos o sistema de compra online e retirada em uma loja física, outro recurso bastante conhecido e utilizado por muitos. Há recursos mais inovadoras, como a “Uberização”, que permite que uma compra realizada pelo site, seja faturada e entregue por uma loja física, ou o Ship From Store em que o cliente compra na loja física e recebe em casa no mesmo dia, mas mesmo nesses casos, a operação é mais simples do que parece, além de ser comprovadamente rentável para todos os canais envolvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se ter ideia, um levantamento realizado pela empresa Criteo, aponta que os omniconsumidores gastam mais do que os consumidores tradicionais: 7% a mais nas compras on-line e 44% a mais no varejo físico, sendo que 80% dos consumidores brasileiros já se enquadram na categoria de omniconsumidores, ou seja, utilizam uma variedade de serviços, canais e plataformas para pesquisar ou adquirir um produto. É praticamente impossível ignorar a relevância da omnicanalidade e quanto mais tempo levar para sua empresa se tornar omnichannel, mais mercado ela estará perdendo. As tecnologias necessárias estão disponíveis, o investimento inicial necessário é recuperável, basta apenas que as pessoas estejam de portas abertas.</p>
<p>Por Veraldino Junior</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/omnichannel-barreiras-muito-alem-da-tecnologia/">Omnichannel: barreiras muito além da tecnologia</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Tecnologias digitais na logística e no transporte de cargas</title>
		<link>https://revistalogistica.com.br/tecnologias-digitais-na-logistica-e-no-transporte-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[gab]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2018 09:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[logística; intralogística; movimentação; distribuição; tecnologias; global; tendências;]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistalogistica.com.br/2018/10/30/tecnologias-digitais-na-logistica-e-no-transporte-de-cargas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Seguindo uma tendência global, os principais mercados econômicos do mundo investem cada vez mais em novas tecnologias que os tornem mais rápidos e eficientes, como o setor logístico. Pensando nisso, o Grupo Panalpina, um dos maiores fornecedores mundiais para a cadeia de suprimentos, anunciou, recentemente, o lançamento da unidade de negócios digitais da companhia, o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/tecnologias-digitais-na-logistica-e-no-transporte-de-cargas/">Tecnologias digitais na logística e no transporte de cargas</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" alignleft size-full wp-image-10485" src="https://revistalogistica.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Panalpinacontinents.jpg" alt="Panalpinacontinents" width="319" height="222" style="margin-right: 10px; float: left;" />Seguindo uma tendência global, os principais mercados econômicos do mundo investem cada vez mais em novas tecnologias que os tornem mais rápidos e eficientes, como o setor logístico.</p>
<p><span id="more-10486"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso, o Grupo Panalpina, um dos maiores fornecedores mundiais para a cadeia de suprimentos, anunciou, recentemente, o lançamento da unidade de negócios digitais da companhia, o Panalpina Digital Hub, que tem como principal objetivo desenvolver soluções inovadoras para este segmento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Panalpina<br /></strong>Segundo o diretor global de inovação digital do Grupo Panalpina, que ficará à frente da unidade de negócios, Luca Graf, o Panalpina Digital Hub foi criado por duas razões principais: atender às expectativas dos clientes da empresa e preencher uma lacuna existente no mercado logístico. &#8220;As expectativas de nossos clientes estão mudando. O que eles experimentam como consumidores, como usuários digitais na Amazon, Uber e outras empresas, por exemplo, passa a nortear a expectativa com relação aos parceiros de negócios. Com o Digital Hub, estamos embarcando na busca e realização de soluções inovadoras para eles. Queremos oferecer uma ótima experiência aos nossos clientes e, ao mesmo tempo, tornar nossos serviços mais eficientes&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Em segundo lugar, a digitalização da cadeia logística oferece muitas oportunidades para desenvolver novos negócios, de forma que a Panalpina continue em forte ritmo de crescimento. Somos um provedor de serviços logísticos que opera globalmente, com poucos ativos físicos. É por isso que a criação de novos modelos de negócios em uma base digital e totalmente automatizada é uma escolha óbvia&#8221;, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Graf explica que o foco da nova unidade de negócios é explorar o desenvolvimento de tecnologias que têm maior probabilidade de provocar a disrupção no setor e proporcionar a sua evolução, como soluções em blockchain, computação em nuvem, inteligência artificial e IoT (Internet of Things &#8211; Internet das Coisas em sua tradução literal). De acordo com o executivo, a ideia é implementar dois projetos piloto até o fim deste ano. &#8220;Estamos no processo de formação da equipe, mas até o final de 2018 queremos ter desenvolvido e validado uma nova oportunidade de negócios digitais, e implementado dois projetos-piloto. Para eles, provavelmente tentaremos um primeiro caso de utilização da tecnologia blockchain&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, Graf adianta que o intuito é tornar a Panalpina mais atrativa para o ecossistema digital e aproximar a companhia das start-ups. &#8220;Seremos muito ativos no ecossistema digital, participando de programas de aceleração e monitorando de perto o surgimento de start-ups, assim como o desenvolvimento das mais maduras. É importante que sejamos um parceiro atraente para este mercado. Também discutiremos parcerias e consideraremos investimentos. De particular interesse, são as start-ups que trabalham em soluções para os desafios de nossos clientes ou que tentam estabelecer novos modelos de negócios para o setor logístico&#8221;, finaliza.</p><p>The post <a href="https://revistalogistica.com.br/tecnologias-digitais-na-logistica-e-no-transporte-de-cargas/">Tecnologias digitais na logística e no transporte de cargas</a> first appeared on <a href="https://revistalogistica.com.br">Revista Logística e Supply Chain</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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